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Tratamento da dor musculoesquelética na AP - Coggle Diagram
Tratamento da dor musculoesquelética na AP
Tratamento farmacológico
Tratamento não farmacológico
Analgésicos
Paracetamol primeira escolha quando não tem sinais flogísticos. 500 mg via oral, a cada 6 horas
dipirona: Oral, endovenoso ou intramuscular. 500 mg VO, a cada 6 hrs.
AINEs:
Eficaz na dor aguda, facilita emprego de outras medidas como fisioterapia e agulhamento
Uso crônico não agrega benefício e está associado a efeitos adversos- dispepsia, ulcera péptica, dano renal e aumento do risco cardiovascular.
AINEs tópicos: Usados para: entorses, contusões e lesões por uso excessivo. Diclofenaco Gel ou Adesivo. Para situação crônica só é eficaz na osteoartrite.
Opióides:
Carecem de evidência para dor muscular principalmente se crônica,
Serve mais como tratamento adjuvante
Opta-se quando necessário por opióides fracos como: Codeína 30 mg VO a cada 12 ou 8 horas. Tramal tbm usado
Relaxantes musculares:
Os de ação periférica não apresentam eficácia. Exceto em fase final de Parkinsonismo
Os de ação central apresentam alguma redução de dor e melhora da mobilidade em pacientes com síndrome Dolorosa Miofascial. Ex: Ciclobenzaprina 5 mg VO à noite.
Antidepressivos:
Usado na síndrome dolorosa miofascial e outras doenças crônicas como fibromialgia e também cãibras idiopáticas
efeito analgésico, relaxamento muscular e melhora no padrão de sono
Sugestão: Amitriptilina 25 mg à noite. Duloxetina 30mg de manhã
Atividade física
Compressas:
Quente: relaxamento muscular
Fria: ação anti-inflamatória
Acupuntura e agulhamento seco
Melhora qualidade do sono.
Agulha tem potencial elétrico e produz contração de todo musculo relaxando e eliminando o ponto gatilho
Infiltração com anestésico local:
Procaína 0,5% e lidocaína 1%, ambos sem vasoconstritores
Infiltrados em pontos gatilhos
Infiltração com toxina butolínica
Em pontos refratários