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Trombose Venosa Profunda (TVP), 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, image, Hipótese…
Trombose Venosa Profunda (
TVP
)
Definição
Conceito
Trombose
É a solidificação do sangue no leito vascular ou no interior das câmaras cardíacas, em um indivíduo vivo. De tamanhos variados, aderidos à superfície onde se formaram.
Trombose venosa ou trombofiebite
É a presença de um trombo em uma veia e a acompanhante resposta inflamatória na parede vascular.
Trombose Venosa Profunda
Os trombos podem se desenvolver nas veias superficiais ou nas veias profundas. A TVP ocorre mais comumente nos membros inferiores
Epidemiologia
IDADE
25 e 35 anos a incidência de TEV é de cerca de 30 casos/100.000 ano
70 a 79 anos essa incidência chega a 300-500 casos/100.000 ano
SAZONALIDADE
Maior prevalência em períodos de temperaturas mais baixas
Proporção entre homem e mulher é semelhante.
Fatores de risco
Idade avançada
Câncer
Procedimentos cirúrgicos
Imobilização
Uso de estrogênio
Gravidez
Distúrbios de hipercoagulabilidade hereditários ou adquiridos
Fisiopatologia
Lesão endotelial:
é uma causa importante de trombose
A franca perda de endotélio expões a MEC subendotelial, libera fator tecidual e reduz a produção local de PGI² e de ativadores de plasminogênio.
essa lesão torna o endotélio disfuncional.
Assim, ele elabora maiores quantidades de fatores pró-coagulantes e sintetiza menores quantidades de moléculas anticoagulantes.
Estase do sangue:
a estase permite que plaquetas e leucócitos entrem em contato com o endotélio quando o fluxo é lento.
torna mais lento o processo de eliminação dos fatores de coagulação ativados e impede o influxo de inibidores de fator de coagulação.
Hipercoagulabilidade
alteração das vias de coagulação que predisponha as pessoas afetadas à trombose
Primária
é causada por mutações no fator V e nos genes da protrombina
deficiência hereditária de proteínas plasmáticas que inibem a formação de trombos
(antitrombina III, proteína C e proteína S)
Secundária
estase ou lesão vascular
uso de contraceptivos orais
gestação
cânceres disseminados
As três principais anormalidades que levam à formação de trombos são:
hipercoagulabilidade
estase do sangue
lesão endotelial
Tratamento
O objetivo do tratamento da TVP é evitar a formação de coágulos, ou se eles já estão instalados, promover sua reabsorção pelo organismo.
Por tanto, pode-se contar com medicamentos anticoagulantes como a (heparina e warfarina), e os fibrinolíticos que ajudam na dissoção dos trombos
O tratamento é direcionado primeiramente para a prevenção da EP e secundariamente ao alívio dos sintomas, prevenção da insuficiência venosa crônica e síndrome pós-flebítica. O tratamento da TVP dos membros inferiores e superiores geralmente são os mesmos.
Alguns casos requerem intervenção cirúrgica.
A cirurgia raramente é necessária. entanto, trombectomia e/ou fasciotomia são obrigatórias para phlegmasia alba dolens ou phlegmasia cerulea dolens que não respondem aos trombolíticos, a fim de tentar prevenir gangrena, a qual põe o membro em risco.
Anticoagulantes:
Varfarina
Anticoagulantes orais diretos: inibidores do fator Xa (p. ex., rivaroxaban, apixaban), inibidores diretos da trombina (dabigatran)
Fondaparinux
Heparina não fracionada (HNF)
Heparinas de baixo peso molecular (HBPM)
Etiologia
A principal causa da trombose venosa profunda é a
imobilidade prolongada
, comum não só nas viagens aéreas e terrestres que obrigam a pessoa a ficar sentada por horas na mesma posição (por isso, a doença ficou conhecida impropriamente como síndrome da classe econômica), mas também nos casos de permanência no leito em repouso por doenças e depois de cirurgias.
Lesões nos vasos
Desequilíbrio nos fatores de coagulação do sangue também são responsáveis pela formação de trombos.
Quadro Clínico
INDETERMINADO
Ausência de sintomas característicos
geralmente o paciente está acamado
taquicardia
taquipneia
mal estar geral
LOCALIZADO
mesmos sintomas gerias do indeterminado
Dor
alteração da temperatura
A alteração da cor da pele
ingurgitamento das veias superficiais
edema
TROMBOÉBOLICO
dor do tipo pleurítico
dispneia
tosse
Flegmasia alba dolens
Flegmasia cerúlea dolens
Classificação
Localização
Proximal
: Veia ilíaca, femoral e poplítea
Maior risco de Edema Pulmonar e maior magnitude da síndrome pós-trombótica (SPT)
Distal
: Veias abaixo da Poplítea
risco de progressão da trombose distal para
segmentos proximais de até 20%
o que faz com que o diagnóstico e o tratamento da
TVP distal sejam similares ao da TVP proximal
CEAP
C: clínica
E: Etiologia
A: Anatomia
P: Fisiopatologia
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C3
C4
C5
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Complicações
Insuficiência venosa crônica ou síndrome pós-trombótica.
Inchaço crônico da perna afetada e/ou dor acompanhado de varizes.
Mudanças na pele, que pode se tornar mais escura e seca.
Embolia pulmonar
Eczema
A SUSPEITA DIAGNÓSTICA PODE SER CORROBORADA ATRAVÉS DO ESCORE DE WELLS.
UMA PONTUAÇÃO DE 02 OU MAIS NO ALGORITMO AUMENTA A PROBABILIDADE DE TVT
ENQUANTO 01 OU NENHUM PONTO SOMADO, A DIMINUI.
O DIAGNÓSTICO DE TVP, CONTUDO, É POUCO CONFIRMADO ATRÁVEZ DE EXAME CLÍNICO, SENDO NECESSÁRIO LANÇAR MÃO DE EXAMES E MÉTODOS COMPLEMENTARES.
DIAGNÓSTICO
Exame laboratorial: teste D-dímero (DD) Diagnóstico por imagem: EDC, Venografia/ Flebografia,
Diagnóstico diferencial
: distensão muscular ou trauma fechado, hematoma ou hemorragia espontânea, celulite ou linfangite, flebites, insuficiência arterial, edema sistêmico, linfedema, insuficiência venosa crônica
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Hipótese: diminuição da resistência da parede venosa que propicia dilatação da veia e consequentemente diminuição da velocidade do fluxo sanguíneo, facilitando o desenvolvimento da trombose.
Hipótese: Diminuição da atividade física, vasoconstrição induzida pela baixa temperatura e em condições frias, alguns fatores de coagulação estão aumentados in vitro
IMAGEM AQUI
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