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CARDIOPATIA ISQUÊMICA - Coggle Diagram
CARDIOPATIA ISQUÊMICA
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Fisiopatologia:
IM típico
- Uma placa ateromatosa rompe-se subitamente como resultado de hemorragia intraplaca ou de forças mecânicas; em consequência, o colágeno subendotelial e o conteúdo necrosado da placa entram em contato com o sangue.
- As plaquetas aderem à placa rompida, agregam-se e são ativadas, liberando fatores que causam mais agregação plaquetária e também vasoespasmo.
- A ativação da coagulação pela exposição do fator tecidual e por outros mecanismos aumenta o trombo em crescimento.
- Em minutos, o trombo pode evoluir e obstruir totalmente o lúmen de uma artéria coronária.
Sinais e sintomas:
- Dor no peito
- pulso rápido e fraco
- Sudorese intensa
- Dispneia
- Dor irradiada para braços e pescoço.
Quadro Clinico
O quadro clínico da cardiopatia isquêmica depende de qual síndrome clínica o paciente esteja apresentando.
A dor anginosa caracteriza-se por sensação de aperto, compressão, constrição, estrangulamento ou queimação espalhada na região precordial (retroesternal), e não em um ponto localizado do precórdio
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Diagnostico
O diagnóstico da cardiopatia isquêmica baseia-se na história clínica, na presença de fatores de risco coronário e em exames complementares.
A história clínica e o exame físico, complementados por eletrocardiograma e radiografia de tórax, são suficientes para o diagnóstico da maioria dos casos de dor torácica, discernindo quem necessitará de maior investigação
A coronariografia é o exame padrão-ouro para esse diagnóstico; no entanto, é exame invasivo e relativamente dispendioso, sendo indicado como procedimento inicial da investigação de pacientes com dor precordial em uma pequena proporção de casos.
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A aterosclerose pode começar na infância com desenvolvimento de estrias e gorduras, as lesões avançam com o envelhecimento.
A formação de ateroma está associada à remodelação da artéria coronária. A remodelação positiva envolve a expansão da placa e da área da membrana elástica externa devido um aumento compensatório no tamanho do vaso local, na remodelação negativa refere-se a uma área menor da membrana elástica externa no local da lesão devido ao acolhimento local do tamanho do vaso