Individualismo: Hoje assistimos a uma paixão individualista que aparece cada vez mais encarnada na vida consumista que levamos, no frenesim da compra e do divertimento que caracteriza do mundo contemporâneo. Admite-se que vivemos numa sociedade de consumo de massas, que aparece fundamentalmente nos anos 50 e 60 do século passado, mas esta sociedade já avançou para uma nova era, a era que designo e proponho como a “sociedade do hiperconsumo” onde agora o consumidor é um hiperconsumidor, pois deixou de haver um consumo semicolectivo onde se procurava equipar a unidade doméstica – a família –, ou seja, um consumo por família, mas esta outra e nova lógica aponta para um consumo cada vez mais individual, onde este está no centro e compra “equipamentos” para a sua satisfação pessoal.