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MIOCARDITES, SOI III - Tutora Marina Pedreira, comprometimento cardíaco…
MIOCARDITES
DEFINIÇÃO
A miocardite consiste na lesão do miocárdio por infiltrados inflamatórios resultantes de infecções ou de reações imunes
A miocardite pode ser classificada com base na etiologia da inflamação, na histologia, imunohistoquímica, clinico-patologia e na apresentação clínica inicial.
Etiologia
Viral
Viral: Enterovírus (Coxasackie B), Eritrovírus (Parvovírus B19), Adenovírus e Herpes vírus
Bacteriana
Corynebacterium diphtheriae, Staphylococcus aureus e Borrelia burdgorferi
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Tóxicos
Álcool, radiação, hidrocarbonetos, arsénio e doxorubicina
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DIAGNÓSTICO
Geralmente as miocardiopatias são diagnosticadas quando ocorrem manifestações clínicas, inclusive dispneia, ortopneia e redução da tolerância aos esforços.
o diagnóstico é comumente estabelecido por ecocardiograma 2D, que revela as hipertrofias sem dilatação ou qualquer outra doença cardíaca sistêmica.
O diagnóstico das miocardiopatias baseia-se nos seguintes elementos: quadro clínico, ECG, ecocardiograma e resultados de biópsias
Nas miocardites, o padrão diagnóstico é a biópsia endomiocárdica obtida por cateterização cardíaca. além disso, pode-se fazer dosagem dos biomarcadores cardíacos séricos e coloração imuno-histoquímica.
TRATAMENTO
Tratamento:
- agudo
- crônico
- Terapêutica
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Terapêutica: carvedilol, espironolactona
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CRÔNICA
Clínica
Os graus clínicos de cardiomiopatia chagásica crônica variam desde discretas alterações de eletrocardiograma (ECG), mas não de exames mais sensíveis como o ecocardiograma caracterizando a cardiomiopatia chagásica crônica leve.
A cardiomiopatia chagásica crônica moderada é caracterizada por significativas alterações de ECG, como distúrbios de condução e arritmia ventricular, e a cardiomiopatia chagásica crônica grave é caracterizada por alterações de ECG, raio-X e/ou de ecocardiograma, com ou sem sinais de dilatação das câmaras cardíacas
Diagnóstico
Sorologias: testes de IgG (imunoglobulina G) altamente sensíveis (inibição da hemoaglutinação, ELISA, imunofluorescência)
PCR: pode ser feito o diagnóstico por cultura de sangue e identificação de seqüências de DNA específicas do T. cruzi por meio de PCR
Eletrocardiografia de repouso (ECG): Mesmo com ECG normal ocorre morte cardiovascular nos pacientes chagásicos
Eco-Doppler-cardiografia, Holter
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
As manifestações clínicas da miocardite aguda parecem resultar das lesões miocárdicas descritas. Estas, bem como a dilatação e a insuficiencia dos óstios átrio-ventriculares que delas decorrem, são as principais responsáveis pela cardiomegalia, pelos distúrbios valvulares funcionais e pela insuficiência cardíaca congestiva observada em alguns casos.
As lesões do tecido excito-condutor mostram boa correlação com os dados eletrocardiográficos e podem sugerir que as alterações da fase aguda seriam capazes de deixar sequelas cicatriciais nos indivíduos que passam para a forma indeterminada da doença.
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comprometimento cardíaco que leva a alterações do ritmo cardíaco, fenômenos tromboembólicos e insuficiência cardíaca congestiva.
Histológicamente há frequentmente uma miocardite crônica intensa por células mononucleares, fibrosante, com grande hipertrofia de miocardiócitos, sendo infrequente o encontro de ninhos do T. cruzi.
A lesão considerada patognomônica da doença de Chagas é chamada de lesão da ponta, representada por afilamento da ponta onde há total ou parcial desaparecimento do miocárdio que se encontra substituído por fibrose, podendo estar associada a trombose mural
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