A famosa biblioteca de Alexandria, que reunia inúmeras obras de todo o mundo, inspirou a criação de catálogos e bibliografias com o intuito de controlar o que se havia publicado, além de que, com o aumento da circulação de obras, tornou-se necessário a criação de instrumentos capazes de classificar, identificar e hierarquizar o conhecimento disponível.
O princípio dos sistemas de organização e representação do conhecimento pode ser conferido a um dos sábios de Alexandria, que criou um sistema onde era possível registrar o número de linhas de cada obra, as palavras iniciais e os dados bibliográficos dos autores. O sistema obedecia a ordem alfabética e cronológica e sofreu influência da classificação de Aristóteles.
Por volta de 1876, com a publicação da Classificação Decimal de Dewey, os estudos e práticas relacionadas à classificação e indexação dos livros tomaram status profissional. Baseada na classficação de Dewey, surge a Classificação Decimal Universal (CDU), atingindo notoriedade mundial devido ao trabalho de Paul Otlet e Henri de La Fontaine.