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PROBLEMA 3, APG: Tutora Danilla, Problema 3 Grupo 4: André Gonçalves, Ana…
PROBLEMA 3
RELAÇÃO DA HIPERTENSÃO COM A HIPERTROFIA DO MÚSCULO CARDÍACO:
Cardiopatia Hipertensiva
A CH é a resposta do coração à demanda aumentada induzida pela hipertensão, que leva a sobrecarga de pressão e hipertrofia ventricular.
Cardiopatia hipertensiva Sistêmica (V.esquerdo)
Hipertrofia do ventrículo esquerdo, normalmente concêntrica
dilatação do átrio esquerdo como consequência do enchimento diastólico deficiente do ventrículo. Esse aumento do átrio esquerdo pode levar a fibrilação atrial ou ICC.
CH quando compensada pode ser assintomática
Só tem suspeita quando pressão arterial está elevada nos exames físicos de rotina ou quando ECG ou o ecocardiograma revelam hipertrofia do ventrículo esquerdo
A fase compensada dura de 10 a 15 ano, fase inicial da doença.
A capacidade da hipertrofia é limitada.
quando não consegue hipertrofiar e manter o DC, leva a uma sobrecarga de volume diastólico, gerando uma dilatação da cavidade com consequente insuficiência cardíaca (hipertrofia excêntrica)
Tratamento rigoroso com anti-hipertensivos- leva a regressão da hipertrofia (na excêntrica não regride)
Risco de morte súbita é aumentado
aumenta o número de sarcômeros
leva ao aumento da atividade dos cardiomiocitos que estão sob maior trabalho para manter o DC
Cardiopatia Hipertensiva Pulmonar -V.D(Cor Pulmonale)
Se origina da sobrecarga de prassão do VD e é caracterizado por hipertrofia do VD, dilatação e insuficiência do VD secundária a hipertensão pulmonar. ocasionada por distúrbio primário do parênquima pulmonar ou por distúrbio da vasculatura pulmonar.
A hipertrofia do átrio e do ventrículo direito é característica
E a dilatação pode ser vista quando sobrevém a insuficiência.
No cor pulmonale agudo há dilatação do VD, No crônico, ha hipertrofia do VD, e isso pode levar a compressão do VE, ou regurgitação da valva tricúspide. Os miócitos ficam alinhados de modo circunferencial.
A hipertensão é um importante fator na progressão para uma hipertrofia patológica, pois essa condição está associada com altas taxas de morbidade e mortalidade na população.
Os elevados níveis de pressão sanguínea nas artérias exigem que o coração realize maior esforço para bombear o sangue através dos vasos sanguíneos
A sobrecarga de pressão gera estresse na parede do ventrículo promovendo um mecanismo de compensação por meio da hipertrofia do músculo cardíaco, caracterizada por crescimento lateral dos cardiomiócitos e deposição dos sarcômeros em paralelo.
DIFERENÇA ENTRE OS TIPOS DE HIPERTROFIA:
Hipertrofia Concêntrica
Ocorre aumento de massa ventricular decorrente de aumento da espessura da parede e redução dos diâmetros cavitários.
Surge em decorrência de um aumento de resistência à ejeção ou à sobrecarga de pressão.
Excêntrica
Fisiológica
Sobrecarga volumétrica
Dilatação da cavidade ventricular
Adição de sarcômeros em série
aumento da massa cardíaca com elevação do volume da cavidade ventricular
Constitui-se num mecanismo adaptativo do coração, em resposta a um
aumento de sua atividade ou de
sobrecarga funcional.
Aumento de necessidade metabólica que impõe um aumento do débito
cardíaco;
Aumento de carga pressórica
ou de volume, condição observada
como resposta adaptativa a condições patológicas como a hipertensão arterial, estenose ou coartação de aorta, etc;
Resultante de mecanismos
intrínsecos de natureza genética, tais como as hipertrofias idiopáticas que podem ocorrer mesmo na ausência de sobrecargas;
TRATAMENTOS NÃO MEDICAMENTOSOS:
O tratamento não medicamentoso da HAS envolve controle ponderal, medidas nutricionais, prática de atividades físicas, cessação do tabagismo e controle de estresse
PESO:
O aumento de peso está diretamente relacionado com o aumento da PA, tanto em adultos, quanto em crianças. Por esse motivo, a redução do peso e da circunferência abdominal se relacionam com a diminuição da PA e melhora metabólica.
PADRÃO ALIMENTAR:
O sucesso do tratamento da HAS com medidas nutricionais depende da adoção de um plano alimentar saudável e sustentável.
Dietas utilizadas para redução de PA: Das, mediterrâneo e dietas vegetarianas. Cada uma dessas dietas possuem propriedades que auxiliam na redução da PA
REDUÇÃO DO CONSUMO DE SÓDIO:
O aumento do consumo de sódio está relacionado com o aumento da PA
ÁCIDOS GRAXOS INSATURADOS:
Os ácidos graxos ômega-3 provenientes dos óleos de peixe estão associados com redução modesta da PA. Indica-se o consumo.
AUXILIAM:
Fibras, Oleaginosas, Laticínios e vitamina D,
Alho, Café e chá verde e Chocolate amargo
REDUÇÃO DO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS:
O consumo habitual de álcool eleva a PA de forma linear e o consumo excessivo associa-se com aumento na incidência de HAS
ATIVIDADE FÍSICA:
Recomenda-se o início de exercícios físicos uma vez que A inatividade física tem sido considerada “o maior problema de saúde pública" e torna-se um fator de risco para a HAS.
O treinamento aeróbico reduz a PA casual de pré- hipertensos e hipertensos. Ele também reduz a PA de vigília de hipertensos e diminui a PA em situações de estresse físico, mental e psicológico.
OUTRAS MEDIDAS:
Cessação do tabagismo, respiração lenta e controle do estresse e ansiedade
REMODELAMENTO CARDÍACO:
**
É o conjunto de alterações moleculares, celulares e estruturais que ocorrem em resposta à lesão ou alterações nas condições de carga : REMODELAÇÃO VENTRICULAR
TIPOS
Fisiológica ou Adaptativa
O coração hipertrofiado é vulnerável à descompensação- colapso; disfunção ventricular e arritmias malignas
HIPERTROFIAS E ATROFIAS
Patológica
Nos casos patológicos, a ICC é precedida pela Hipertrofia cardíaca ( é a resposta compensatória do miocárdio à sobrecarga ventricular- trabalho mecânico)
iCC, IAM, ...
DIAGNÓSTICO CLÍNICO:
Baseado nas alterações MORFOLÓGICAS
1- Diametro da cavidade
3-Geometria ( espessura da parede e formato do coração)
5- Infiltrado inflamatório - Miocardites
4- Áreas de fibrose- pós infarto
EXEMPLO: IAM
AGUDO
Ocorre uma dilatação do seguimento infartado, secundário ao processo de expansão.
CRÔNICO
Ocorre uma hipertrofia excentrica do lado não infartado, secundário aos diferentes estimulos
AMBOS RESULTAM NO AUMENTO DA CAVIDADE VENTRICULAR
EXEMPLO: HAS
1- Hipertrofia de cardiomiócitos
2- Hipertrofia de cardiomiofibroblastos
3- Alterações na microvasculatura coronariana
4- Morte celular- necrose
5- Proc inflamatório- mediadores
6- Fibrose- cicatricial
2- Massa - HIPERTROFIA E ATROFIA
Exames Complementares:
3- RNM
2- Ventriculografia
1- Ecocardiograma
4- Marcadores celulares
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA DECORRENTE DA HIPERTROFIA CARDÍACA NA HAS
A insuficiência cardíaca pode ocorrer em pacientes com hipertensão, como resultado da atuação de um amplo conjunto de mecanismo adaptativos desencadeados pelo aumento persistente da pós-carga ventricular, resultando em disfunção diastólica ou sistólica.
Insuficiência cardíaca é uma Síndrome clínica complexa de caráter sistêmico, definida com o disfunção cardíaca que ocasiona inadequado suprimento sanguíneo para atender as necessidades metabólicas tissulares , na presença de retorno venoso normal , ou fazê -lo somente com elevadas pressões de enchimento.
Principal consequência da Insuficiencia Cardíaca é a congestão capilar.
O sangue não bombeia adequadamente, assim parte fica estagnada na circulação venosa.
Efeitos principais: Diminuição do DC; Aumento das pressões de enchimento dos ventriculos (Síndrome Congestiva Pulmonar) e Alterações na perfusão tissular periférica.
IC Esquerda:
Grande maioria dos casos
Geralmente po IVE
Cursa com congestão pulmonar
IC Direita
Geralmente por IVD
Cursa com congestão sistêmica
Tratamento HAS
Definir o esquema terapêutico
Betabloqueadores (BB)
IECA e BRA
DIU poupadores de potássio
DIU tiazidicos
DIU de alça
Diuréticos (DIU)
Fenilalquinaminas
Di-idropiridinicos
Benzodiazepinas
Bloqueadores de canais de cálcio (BCC)
APG: Tutora Danilla, Problema 3
Grupo 4: André Gonçalves, Ana Clara Moura, Carolina Braga, Geovana Moraes, Jeane Belo, Patrícia Melo, Priscila Rodrigues e Roberta Azevedo.