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Diabetes Mellitus Tipo II - Coggle Diagram
Diabetes Mellitus Tipo I
I
Definição
Condição hiperglicemiante crônica causada pela falta ou insuficiência da insulina
Diagnóstico
Hemoglobina glicada
Maior ou igual a 6,5%
Teste oral de intolerância a glicose
Glicemia em jejum
Maior ou igual 126 mg/dl
Diferenças entre tipo I e II
Autoanticorpos
Insulina e peptídeo C em jejum
Glicemia ao acaso
Maior que 200mg/dl
Quadro Clínico
Vontade de urinar diversas vezes
Feridas que demoram para cicatrizar
Fome frequente e sede constante.
Alteração visual (visão embaçada)
Infecções frequentes. Alguns exemplos são bexiga, rins, pele e infecções de pele
Dormência e/ou formigamento nos pés e nas mãos
Perda de peso sem razão aparente
Alguns pacientes com DM tipo 2 podem apresentar sintomas típicos de diabetes, mas a maioria passa meses a anos assintomáticos, só apresentando sintomas quando já possuem lesão em órgão-alvo.
Como essa condição costuma ocorrer de forma mais progressiva e assintomática, o diagnóstico acaba sendo tardio, por volta dos 45 anos.
É quando o paciente começa a apresentar os sintomas clássicos (4 Ps).
Poliúria (aumento do volume urinário)
Polidipsia (aumento da sede)
Polifagia (aumento da fome)
Perda ponderal
Prognostico e Complicações
Complicações
Agudas
Cetoacidose diabetica
Estado hiperglicêmico hiperosmolar não cetótico
Hipoglicemia
Crônicas
Arteriopatia periferica
Nefropatia
Retinopatia
Cerebrovascular
DAC
Prognostico
Positivo
Glicemia controlada
Manutenção do tratamento
Negativo
Complicações
Pé diabetico
Epidemiologia
6ª maior causa de internações hospitalares
Principal causa de cegueira adquirida e de amputações de MMII
Estima-se que o diabetes seja capaz de aumentar em 30- 50% o risco do paciente desenvolver outras doenças
Predomina em adultos obesos (>45 anos) mas tem se tornado cada vez mais frequente em crianças e adolescentes
Estima-se que acometa mais de 415 milhões de pessoas em todo mundo
É a forma mais comum da doença, correspondendo a cerca de 90-95% dos casos
Tratamento
alimentação saudável, com baixa ingestão de gorduras e açúcar
atividades físicas regulares (30 minutos, 5 vezes por semana)
perda do excesso de peso e controle do peso
adesão à tomada dos remédios prescritos pelo médico
A escolha do tratamento é feita com base em diferentes fatores, como a idade do paciente, as taxas de glicose no sangue e o quadro geral de saúde do paciente
Hipoglicemiantes orais
Derivados do ác. benzoico
Tiazolibadionas
Inibidores da alfa
Análogo de GLP
Biguanidas
Inibidor de DPP4
Sulfoniluréias
monitoramento periódico dos níveis de glicose no sangue
visitas médicas regulares para avaliação do controle da doença e
monitoramento dos riscos associados
Fisiopatologia
A resistência à insulina nas células gera um aumento da demanda de síntese da insulina na tentativa de compensar o déficit em sua ação.
Inicialmente há um hiperinsulinismo, sendo representada clinicamente pela acantose.
A manutenção deste quadro, causa uma exaustão das células β pancreáticas levando ao déficit na secreção da insulina
O hipoinsulinismo relativo, devido a produção insuficiente para a alta demanda sistêmica, não consegue manter os níveis glicêmicos normais e, portanto, há uma hiperglicemia persistente.
Outras causas de hipoinsulinismo são descritas, sendo elas a hipossensibilidade das células β pancreáticas à glicose
Devido há baixa expressão do GLUT2 e deficiência de incretinas, sendo a causa de ambas ainda desconhecida.
A insulina é um hormônio proteico produzido pelas células beta das ilhotas de Langerhans
A principal função é facilitar e permitir a interação e absorção da glicose através das membranas das células adiposas, hepáticas e musculares.
O diabetes tipo 2 aparece na vida adulta, ou seja, geralmente após os 40 anos de idade.
90% dos diabéticos são do tipo II.
Fatores de Risco
Idade
Especialmente após os 45, mas vem crescendo entre as crianças, adolescentes e jovens adultos em virtude da obesidade
Obesidade
(IMC ≥ 25 kg/m2 ou definição etnicamente relevante de sobrepeso)
Sedentarismo
Histórico familiar
progenitor ou irmão com diabetes tipo 2
História de DM Gestacional
Hipertensão
Pressão arterial ≥ 140/90 mmHg
História de doenças cardiovasculares
Síndrome dos ovários policísticos
Nível de HDL-colesterol < 35 mg/dL
Nível de triglicerídeos > 250 mg/dL
Diferença entre DM tipo I e DM tipo II
II
resistência tecidual aumentada
genética + hábitos
40+
obesidade
hipoglicemiantes orais
I
destruição das células beta
autoimune ou idiopática
jovens
magros
tratamento exclusivamente insulina