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Doença de Addison, GRUPO 4
TUTORA SOFIA
ALUNOS: Fernanda Paula, Fernanda…
Doença de Addison
Definição
A doença de Addison (DA), anteriormente denominada idiopática, é uma doença de natureza autoimune, resultante da destruição de 90% do córtex adrenal por linfócitos T autorreativos ou falência metabólica na produção hormonal.
Tratamento
- Tratamento com corticoides
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Prednisona;
5 mg VO pela manhã e 2,5 mg VO no início da noite.
Pode ser um parâmetro para
monitoração da terapia com glicocorticoide objetivando valores Inferiores a 80 pg/ml.
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- Aumento de dosagem na presença de outras doenças
- Reposição de desidropiandrosterona
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OBS:
Se estiver em crise adrenal aguda, o paciente deve ser internado e e receber 100 mg, é injetada IV em 30 segundos, repetindo-se a cada 6 a 8 horas nas primeiras 24 horas.
Na crise adrenal, postergar o início do tratamento com corticoides, em particular se houver hipoglicemia e hipotensão, pode ser fatal.
A expansão imediata do volume intravascular é realizada fornecendo infusão de 1 L de dextrose a 5% em solução fisiológica a 0,9% por 1 a 2 horas.
Quadro Clínico
Em geral, as manifestações clínicas não aparecem até pelo menos 90% do córtex adrenal estar comprometido
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Sinais e sintomas:
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Anorexia, vômitos, perda de peso e diarreia
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Diagnóstico
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Dosagem de ACTH sérico
realizado através da coleta de sangue e deve ser realizado pela manhã, entre as 8h e 9h
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Exames de imagem
TC, Ressonância Magnética e Raio X
Epidemiologia
É pouco frequente e mais encontrada em mulheres, na proporção de 2,6:1, sendo habitualmente diagnosticada entre 20-40 anos.
Embora todas as raças e ambos os sexos possam ser afetados, certas causas da doença de
Addison (adrenalite autoimune) são muito mais comuns em brancos e em mulheres.
Possui prevalência estimada entre 100 a 140 casos por 1 milhão de hab e incidência de 4 por 1 milhão ao ano, sendo considerada uma condição incomum.
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Fatores de Risco
Principais fatores de risco para Doença de Addison incluem algumas doenças específicas, como:
- Adrenalite autoimune
- Aids (tuberculose, citomegalovírus, microbactérias atípicas, micoses, etc)
- Uso de drogas (rifampicins, cetoconazol, ect)
- Lesões metastáticas (sarcoma de Kaposi, linfomas)
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Diagnóstico diferencial
hiperpigmentação
carcinoma broncogênico, hemocromatose, doenças de pele crônicas ou Síndrome de Peutz-Jeghers
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GRUPO 4
TUTORA SOFIA
ALUNOS: Fernanda Paula, Fernanda Soares, Giovanna Azevedo, Victor Rezende, Lais Costa, Rebeca Hágatta, Jordana Miranda e Gabriel Freitas