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Período Regencial - Coggle Diagram
Período Regencial
Instabilidade política (agitações internas).
O Ato Adicional (1834)
Instituição da Regência Una
A Regência de Feijó (1834-1836)
Feijó: ligado à ala progressista.
Oposição dos regressistas
Em 1836, Feijó renunciou ao cargo.
Regente uno: Araújo Lima
triunfo dos conservadores.
Manter a ordem
através da centralização do poder
limitação das províncias.
Lei Interpretativa do Ato Adicional
reduziu o poder das províncias.
Suspensão do Poder Moderador.
Criação das Assembleias Legislativas Provinciais.
Projeto das Elites
Centralismo
Federalismo
defendia a autonomia provincial.
Projeto dos Homens Livres Pobres
buscavam ascensão social
Acesso à terra.
Projeto dos Escravos
Liberdade
Revoltas Regências
Revolta dos Malês (1835)
organizado por escravos mulçumanos
Local: Bahia.
Motivos
Imposição da fé católica
luta contra a escravidão.
Cabanagem (1835-40)
Local: Pará.
Motivos:
Indicação de um conservador para o governo
da província.
Movimento Popular.
Líder: Batista Campos.
Sabinada (1837-38)
Local: Bahia.
Motivos:
Proclamar uma República até a maioridade de
D. Pedro.
Contra o centralismo e descaso do governo.
Líder: Médico Sabino da Rocha.
O movimento foi sufocado.
Balaiada (1838-41)
Local: Maranhão.
Movimento Civil
Camadas Populares (liberais) X Elite (conservadora).
Líderes:
Francisco dos Anjos (Balaio)
Raimundo Gomes (Preto Cosme).
Farroupilha (1835-45)
Local: Sul do Brasil
Movimento Elitista.
Motivos:
Contra o centralismo
privilégios dados ao charque platino pelo governo.
Líderes:
Bento Gonçalves e Giuseppe Garibaldi.
Movimento chega ao fim através de negociações.
Golpe da Maioridade
Visava
a pacificação interna
fim das rebeliões a partir do simbolismo de autoridade do Imperador.
a manutenção da unidade territorial brasileira.