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REDE DE FRIO, REDE DE FRIO SETOR PRIVADO, ESTRUTURA DA REDE DE FRIO SUS,…
REDE DE FRIO
fotossensíveis
armazenadas em temperatura de 2°C a 8°C
IMUNOBIOLÓGICOS
SORO
VACINA
E IMUNOGLIBULINAS
PRODUTOOS
termolábeis
REDE DE FRIO SETOR PRIVADO
temperatura
CONSERVAÇAO
Qualificação térmica de embalagens
MANUTENCAO
ESTABILIDADE
QUIMICA
FISICA
BIOLOGICAS
PRAZO
VALIDADE
TRANSPORTE
TERRESTRE
AVIAO
laboratório produtor
distribuidor
farmácias, clínicas E OUTROS estabelecimentos
ESTRUTURA DA REDE DE FRIO SUS
Instância nacional
Interlocução
instâncias
Ações relativas
funcionamento da Rede de Frio e sua normatização
Planejamento
aquisições
Distribuição
acompanhamento sistemático da qualidade dos imunobiológicos
Acompanhamento
avaliação da situação epidemiológica das doenças
Atualização
Calendários de Vacinação Nacional
Elaboração
normas técnico-científicas
Definição
estratégias de vacinação e de vigilância dos eventos adversos
Gestão
sistemas de informação
Rotinas
administrativas
Instância estadual:
armazenamento
distribuição
imunobiológicos
localizadas
capitais
unidades federadas
Instância regional:
Centrais
Regionais
Rede de Frio
Secretarias Estaduais de Saúde
Instância municipal:
Central
Municipal
Rede de Frio
Secretaria Municipal de Saúde
estadual/regional
Instância local:
posição
estratégica
Rede de Frio
Política
Nacional
Imunizações
administração
imunobiológicos
atenção básica
ATRIBUIÇÕES DO FARMACÊUTICO
Conhecimento
armazenamento
conservação da Cadeia Fria
qualidade e segurança das vacinas
responsabilidade
Elaboração de POPs
RECEBIMENTO DE VACINA
QUALIFICAÇAO DE FORNECEDORES
ARMAZENAMENTO CONSERVAÇAO E CONTROLE DE TEMPERATURA
QUALIFICAÇAO E CALIBRAÇAO DOS EQUIPAMENTOS
PLANO DE CONTINGENCIA EM CASO DE QUEDA DE ENERGIA
VACINAÇAO EXTREMUROS
Investigar eventuais
falhas
gerenciamento
Recebimento
vacinas fora da temperatura
plano de contingência