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Serviços de Vacinação por Farmacêuticos Módulo 1: IMPACTO DA VACINAÇÃO E O…
Serviços de Vacinação por Farmacêuticos Módulo 1: IMPACTO DA VACINAÇÃO E O PAPEL DO FARMACÊUTICO
Estratégias, benefícios e ações
Doenças infectocontagiosas: Varíola, poliomielite e sarampo
Surgimento da vacinação como "arma" no combate a essas doenças
Benefícios da vacinação
Reduz número de casos
Diminui a transmissão
Reduz hospitalização
Diminui mortalidade
Erradicação
Diminuição no número de pessoas vacinadas: fake news, desinformação e ignorância
Programa Nacional de Imunização (PNI) e Programa Nacional de Produção de Vacinas (PNPV)
Produção local pelo Butantan e BioManguinhos pelo SUS
Calendário Nacional de Vacinação
Campanhas de vacinação
Ações educativas e de combate às fake news
Desinformação tem impacto na não vacinação
Argumentos antivacinação: desnecessária, efeitos colaterais perigosos e contrair a doença com a vacinação
Ações educativas por profissionais da saúde
Estratégias e Meios de comunição: campanhas em redes sociais
Informar o público mais vulnerável à desinformação
Parceria com a comunidade científica
Serviço de Educação em Saúde
Materiais educativos
Orientação farmacêutica durante e após a vacinação
Requisitos técnicos e legislação
Legislações
Resolução 654/2018 CFF: Requisitos necessários à
prestação do serviço de vacinação pelo farmacêutico
RDC 197/2017: Requisitos mínimos para os serviços de vacinação humana
Manuais Rede de Frio
RDC 50/2002: Instalações físicas
Farmacêutico apto
Mínimo 12 meses de experiência ou curso complementar
Comprovar ao CRF (averbação)
Presença obrigatória durante todo o funcionamento
Atualização anual do conteúdo teórico sobre serviço de vacinação e PNI
Curso de Suporte Básico de Vida
Capacitação acerca de conduta a ser adotada frente a
intercorrências
Atribuições
Elaborar POPs
Notficar ao sistema de notificações da Anvisa a ocorrência de incidentes, eventos adversos pós-vacinação e queixas técnicas
Fornecer ao paciente/usuário a declaração do serviço prestado
Registrar as informações referentes às vacinas aplicadas no cartão de vacinação, sistema de informação do MS e no prontuário
Enviar à Secretaria Municipal de Saúde, mensalmente, as doses administradas
Elaborar Plano de Gerenciamento de Resíduos de
Serviços de Saúde (PGRSS)
Aspectos estruturais
Área mínima de 6 m2, água fria corrente, área de recepção separada da sala de vacinação, sanitário, Calendário Nacional de Vacinação do SUS afixado em lugar visível
Pode ser realizado no mesmo ambiente da área de serviços farmacêuticos
Pia de lavagem, bancada, mesa, cadeira, local para guarda de materiais, recipientes identificados para descarte de perfuro e resíduos biológicos, maca, área de recepção, equipamento de refrigeração, termômetro, caixa térmica
Não é obrigatório sistema de climatização
Plano de contingência
Estabelecimento
Licenciado para o serviço pela VISA
Inscrito no CNES
Ter um responsável técnico e um substituto, ambos legalmente habilitados
Capacitação periódica dos profissionais com registro dessas
Exigência de prescrição para vacinas não contempladas no Calendário Nacional de Vacinação do SUS
Vacinação Extramuros de Serviços Privados
Atividade vinculada a serviço de vacinação licenciado
Acontece de forma esporádica e temporária
Destinada uma população específica em ambiente determinado
Ocorre fora do estabelecimento
Vacinação em residências
Segurança ocupacional e Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
Injeção segura
Medidas pós-exposição
Vacinação e profilaxia Hepatite B e HIV
Estabelecimento de referência
Afixar medidas e condutas após exposição
Acompanhamento por centros de referência especializados
Notificar ao SINAN e registrar a CAT
Condutas após exposição: percutâneo, cutâneo e mucosas
Precauções padrão (NR 32)
Nunca reencape se houver sangue e nunca desconectar agulhas
Descarte correto e imediato
Vacinação contra hepatite B em dia
Materiais com dispositivos de segurança: usá-los e acioná-los
PGRSS
Capacitação: como evitar e o que fazer
Paciente preparado
Fechar e substituir os coletores cheios
Uso de EPIs
Higienização da mãos
PGRSS
RDC/Anvisa nº 222, Resolução/CONAMA nº 358 e às legislações
do estado e do município
Documento dinâmico e adaptável às mudanças e alterações
Elaboração, implantação e monitoramento podem ser terceirizados
Classificação dos resíduos
Resíduos do serviço de vacinação: A, D e E
Etapas: Segregação, acondicionamento, identificação, coleta e transportes interno, armazenamento externo, tratamento e disposição final
Implementar programa de treinamento na área de resíduos e biossegurança
Medidas em caso de derramamento de vacinas
Como organizar uma campanha de vacinação com o modelo de parceria público-privada
Farmácia como a primeira fonte de acesso do cuidado à saúde
Capilaridade e distribuição geográfica
Profissional competente
Disponiblidade em horário integral
Justificativa
Reduz sobrecarga do sistema
Diminui o risco de contaminação
Ampliação do acesso
Acessibilidade e horários alternativos
Como fazer
Farmácia legalmente habilitada para executar o serviço (alvará sanitário)
Formalizar a intenção da farmácia em participar da Campanha de Vacinação do SUS (ofício à Secretaria Municipal de Saúde)
Reunião com os representantes do poder público (estreitar laços e delinear a parceria)
Termo de cooperação: regras e condições da parceria proposta
Parceria com o CRF
Dia da Vacinação
Identificação da farmácia, grupo-alvo e das vacinas aplicadas
Organização do fluxo de atendimento: senhas
Educação em saúde durante a vacinação
Reações adversas mais comuns e informações sobre o esquema vacinal
Registro das doses