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METABOLISMO DO ÁLCOOL, Para que seja mantida a homeostase do meio interno…
METABOLISMO DO ÁLCOOL
ÁLCOOL X HIPOGLICEMIA
Qual a influência do álcool no metabolismo da glicose? O álcool das bebidas é metabolizado no fígado por duas reações de oxidações, nas quais os elétrons são transferidos ao NAD+, resultando no aumento de NADH. Esse aumento faz com que os intermediários, oxalacetato e lactato, da glicogênese sejam desviados para rotas alternativas de reação, impedindo o fígado de liberar glicose
Qual a importância do glicogênio hepático em relação ao álcool e hipoglicemia? A estimulação do glicogênio hepático é a primeira defesa do corpo contra hipoglicemia, então quando uma pessoa está com pouco glicogênio (em jejum ou desnutrida), é utilizado gliconeogênese para manter a sua glicemia
Quais os sintomas que o álcool junto a hipoglicemia pode causar?
Tontura, confusão e dor de cabeça. Em casos mais graves pode causar perda de memória e entrar em coma
ACIDOSE METABÓLICA
A acidose metabólica é uma das complicações da doença renal crônica e está associada ao aumento do catabolismo proteico, à diminuição da síntese de proteínas e ao balanço nitrogenado negativo
Os rins mantêm a composição do meio interno por meio de funções que atuam no equilíbrio hidrossalino, eletrolítico e ácido-básico. Uma das manifestações da disfunção crônica deste órgão é a acidose metabólica, pela queda da filtração glomerular e consequente diminuição da excreção de hidrogênio.
O desequilíbrio nos mecanismos de regulação do balanço ácido-básico, que comumente ocorre nos pacientes com doença renal crônica (DRC), tem na dieta uma importante variável para o desenvolvimento da acidose nesses pacientes.
a elevada ingestão de alimentos proteicos ricos em aminoácidos sulfurados, cujo catabolismo gera componentes ácidos, há maior produção de carga ácida que, em consequência da falência renal
A acidose metabólica pode gerar repercussões no estado proteicoenergético do paciente, conduzindo a um maior catabolismo proteico e ao balanço nitrogenado negativo. Este comprometimento do estado nutricional tem sido fortemente correlacionado ao aumento da morbimortalidade nos pacientes portadores de DRC.
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Gliconeogênse- é o processo que transforma lactato, piruvato, glicerol e aminoácidos em glicose
bebida alcoólica que é absorvida sem passar pela digestão química no corpo, é absorvida no estômago, duodeno e cólon atravessando a membrana do tecido sem digestão. No fígado o etanol é metabolizado inicialmente pela presença do álcool desidrogenase que é (ADH) que converte o acetaldeído e depois pelo aldeído desidrogenase que o converte em acetato as coenzimas de transporte de elétrons que é o NAD+ convertido em NADH o que ocorre nas duas etapas
Para ser eliminado, o álcool - ou etanol, C2H5OH - deve passar por uma série de eventos metabólicos que serão responsáveis por desintoxicar o organismo.
. O etanol diluído logo cai na corrente sanguínea, usando os capilares do sistema porta hepático
O fígado é o principal responsável pela metabolização, processando cerca de 95% do total ingerido. Os outros 5% ficarão circulantes no sangue, dando início aos efeitos da embriaguez
No sistema nervoso, o álcool atua como depressor, com pequenas quantidades desinibindo o indivíduo, e grandes quantidades gerando diminuição de reflexos e dificuldade de coordenação
Para que seja mantida a homeostase do meio interno deve haver equilíbrio entre a produção e a remoção de íons hidrogênio (H+) no organismo. Além dos rins, fundamentais na eliminação do H+, outros órgãos estão relacionados ao balanço ácido-básico, como o intestino, o fígado e os pulmões
Um importante tampão é a amônia, que se combina com os íons hidrogênio nos túbulos renais, de forma a ser excretada como sais de amônio. A amônia é sintetizada pelas células do túbulo proximal pela desaminação da glutamina na presença de glutaminase e se difunde através da membrana lipídica das células do fluido tubular até reagir com H+, formando o íon amônio (NH4+). Esta via de eliminação dos íons hidrogênio gera um novo íon bicarbonato para cada H+ que é excretado, o qual volta à circulação sanguínea para restabelecer a homeostasia do bicarbonato
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