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ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO, Hemorragia Subaracnoidea (3), avci (2) -…
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
I S Q U Ê M I C O
H E M O R R Á G I C O
déficit neurológico atribuído a uma lesão
aguda focal do SNC por uma causa vascular com duração maior que 24 h
Suspeita de AVE?
Glicemia capilar e coleta de exame
Monitorizar sinais vitais -
atenção à P.A!
Estabilização clínica
Exame neurológico sucinto (Glasgow e pesquisa de sinais focais) e cálculo do NIHSS
FAZER TC DE CRÂNIO sem contraste
Tempos máximos recomendados no código AVC
Porta à avaliação médica inicial – 10 m
Porta ao início da neuroimagem – 25 m
Porta ao resultado da neuroimagem – 45 m
Porta ao início do trombolítico IV, se indicado – 60 m
Clínica:
Fraqueza muscular súbita ou alteração sensitiva súbita unilaterais
Dificuldade repentina para falar ou compreender
Perda visual súbita, especialmente se unilateral
Perda súbita do equilíbrio ou incoordenação motora repentina
Rebaixamento súbito do nível de consciência
Cefaléia súbita
Fatores de risco: HAS, CTl, LDL e TG altos -compondo dislipidemia-, doença renal crônica, uso de anticoagulantes, histórico de MAV e AVE prévios, tumor de SNC, vasculites, fibrilação atrial. idosos,tabagistas.
80% AVCI
20% AVCH
Trombólise
Idealmente <60min - pode ser feito em até 4,5h
Indicação: paciente maior de 18 anos, com diagnóstico de AVCi com déficit neurológico mensurável, TC sem evidência de hemorragia e NIHSS 4-25,
Hemorragias são as principais contra indicações!
Alteplase 0,9 mg/kg EV 10% em bolus e o restante em 1h. Dose máx: 90 mg
Objetivo: recuperação de zona de penumbra isquêmica
Controle da PA
Indicada trombólise: <185/110 antes e <180/105 durante 24h após a medicação
Sem indicação de trombólise: redução gradual - 15% nas primeiras 24h se comorbidade (ex: dissecção aortica); sem comorbidade manter <220x120 e reduzir após 24h
Redução abrupta: risco de piora do quadro neurológico por aumento do sofrimento isquêmico
Labetolol EV
NIHSS
NEUROIMAGEM
TC sem contraste: exame rápido e normalmente disponível
não há aparecimento de área hipodensa atingida pela isquemia nas primeiras 24h
SINAIS INDIRETOS: edema e desvio da linhha médio, hiperdensidade de artéria acometida, perda de sulcos corticais
RNM: consegue delimitar região de penumbra e infarto efetivo
auxilia na avaliação da recuperação e em casos de endartectomia (trombólise mecânica)
Penumbra isquêmica: área ainda estruturalmente viável após evento isquêmico.
Escala prognóstica para quantificar déficit neurológico; pontuação entre 0-42; usada para indicar trombólise.
achados aumentam a probabilidade de AVE hemorrágico: início súbito, vômitos, convulsão sucedendo déficit neurológico, pressão arterial diastólica > 110 mmHg, história de pressão arterial mal controlada.
Controle da PA
Abordagem cirúrgica
Neuroimagem
Aneurisma: cirurgia de clipagem do aneurisma ou da
terapia endovascular
hemicraniectomia descompressiva: hemorragia cerebelar > 3 cm, com
compressão do tronco encefálico ou hidrocefalia a montante
redução da pressão intracraniana: cabeceira a 30-45º, hiperventilar o paciente, evitar aspiração do tubo orotraqueal e realizar emprego de soluções hiperosmolares (manitol ou solução de NaCl a 3%)
Reduzir a PA sistólica entre 140 - 180 mmHg para evitar expansão do hematoma
Hemorragia subaracnoidea
Suspeição ALTA: cefaleia súbita intensa + síncope + rigidez de nuca
:!: aneurisma sacular ou MAV
Hemorragia intraparenquimatosa
Mais comum no AVCh
:!: Microaneurismas ou angiopatia
TC com clássico sinal da hiperdensidade da artéria cerebral média - sinal indireto e precoce de isquemia