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Intestino Grosso, GRUPO 2, PROBLEMA 32
TUTOR WELLINGTON, ALUNOS: EDUARDO…
Intestino Grosso
Anatomia
Ceco
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Localização: fossa ilíaca do quadrante inferior direito do abdome, inferiormente à sua junção com a parte terminal do íleo
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Óstio ileal entra no ceco entre os lábios ileocólico e ileocecal (superior e inferior), pregas que se encontram lateralmente e formam cristas chamadas de cristas frênulos do óstio ileal
Irrigação arterial:
- Artéria ileócólica, ramo terminal da AMS
- Artéria apendicular: ramo da ileólica, irriga o apêndice vermiforme
Drenagem venosa:
- Veia ileólica: tributária da VMS
Drenagem linfática:
- Segue até os linfonodos no mesoapêndice e até os linfonodos ileocólicos situados ao longo da artéria ileocólica
- Vasos linfáticos eferentes seguem até os linfonodos mesentéricos superiores
Apêndice vermiforme
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Localização: origina-se na parte posteromedial do ceco, inferiormente à junção ileocecal
Mesoapêndice:
- mesentério triangular curto originado da face posterior do mesentério da parte terminal do íleo
- Fixa-se ao ceco e à parte proximal do apêndice
Colo
Ascendente:
- Segunda parte do intestino grosso;
- Localização: segue para cima na margem direita da cavidade abdominal, do ceco até o lobo hepático, onde vira para a esquerda na flexura direita do colo
- Mais estreito que o ceco
- Coberto por peritônio anteriormente e nas laterais
- Separado da parede anterolateral do abdome pelo omento maior
Transverso:
- Terceira parte
- O mais longo e mais móvel
- Localização: atravessa o abdome da flexura direita do colo até a flexura esquerda do colo, onde se curva para baixo e dá origem ao colo descendente
- A flexura esquerda (esplênica) é superior, mais aguda e menos móvel do que a direita
Descendente:
- Localização: ocupa posição secundariamente retroperitoneal entre a flexura esquerda do colo e a fossa ilíaca esquerda, onde é contínua com o colo sigmoide
- O peritônio cobre o colo anterior e lateralmente e o liga à parede posterior do abdome
Sigmoide:
- Alça em forma de S
- Une o colo descendente ao reto
- Localização: estende-se da fossa ilíaca até o terceiro segmento sacral, onde se une ao reto
- Mesocolo sigmoide: mesentério longo com grande liberdade de movimento
Irrigação arterial:
- colo ascendente e flexura direita do colo: ramos da AMS, artérias ileocólica e cólica direita, as quais se anastomosam e formam o arco justacólico (artéria marginal)
- colo transverso: artéria cólica média
- colo descendente e sigmoide: árterias cólica esquerda e sigmóidea, ramos da mesentérica inferior. AMS irriga a parte oral e a AMI irriga a parte aboral à flexura
Drenagem venosa:
- colo ascendente: veias cólica direita e ileocólica
- colo transverso: VMS
- colo descendente e sigmoide: veia mesentérica inferior
Drenagem linfática:
- colo ascendente: a drenagem linfática segue primeiro até os linfonodos epicólicos e paracólicos, perto dos linfonodos cólicos direitos intermediários e ileocólicos, e daí para os linfonodos mesentéricos superiores
- colo transverso: linfonodos cólicos médios, que drenam para os linfonodos mesentéricos superiores
- colo descendente e sigmoide: vasos que seguem até os linfonodos epicólicos e paracólicos e depois através dos linfonodos cólicos intermediários ao longo da artéria cólica esquerda, que seguem para os linfonodos mesentéricos inferiores
Reto
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Irrigação arterial:
- Artéria retal superior: irriga a parte proximal
- Artérias reatais médias direita e esquerda: irrigam as partes média e inferior do reto
- Artérias retais inferiores: irrigam a junção anorretal e o canal anal
Drenagem venosa
- Veias retais superiores, média e inferiores
Inervação:
- Simpática: provém da medula espinal lombar, conduzida pelos nervos esplâncnicos lombares e dos plexos hipogástricos e pelo plexo periarterial das artérias mesentérica inferior e retal superior
- Parassimpática: provém do nível S2–S4 da medula espinal, seguindo pelos nervos esplâncnicos pélvicos e dos plexos hipogástricos inferiores esquerdo e direito até o plexo retal (pélvico). Como o reto situa-se inferior (distal) à linha de dor pélvica, todas as fibras aferentes viscerais seguem as fibras parassimpáticas retrogradamente até os gânglios sensitivos de nervos espinais S2–S4
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Histologia
A parede do intestino grosso contém as quatro camadas típicas encontradas no restante do canal alimentar: túnica mucosa, tela submucosa, túnica muscular e túnica serosa.
Túnica Mucosa
É composta por epitélio colunar simples, lâmina própria (tecido conjuntivo areolar) e lâmina muscular da mucosa
LÂMINA PRÓPRIA
São encontrados nódulos linfáticos solitários e podem se estender através da lâmina muscular da mucosa até a tela submucosa.
EPITÉLIO
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Células caliciformes: secretam muco, que lubrifica a passagem do conteúdo do colo
Tanto as células absortivas quanto as caliciformes estão localizadas em glândulas intestinais tubulares longas e retas, que se estendem por toda a espessura da túnica mucosa.
Em comparação com o intestino delgado, a túnica mucosa do intestino grosso não tem tantas adaptações estruturais que aumentem a área de superfície
Assim, ocorre muito mais a absorção no intestino delgado do que no intestino grosso
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Túnica Muscular
Consiste em uma camada externa de músculo liso longitudinal e uma camada interna de músculo liso circular
As partes de músculos longitudinais são espessas, formando três bandas bem definidas chamadas tênias do colo que estão na maior parte do comprimento do intestino grosso
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As contrações tônicas das bandas unem o colo em várias bolsas chamadas saculações do colo, que dão ao colo uma aparência enrugada
Túnica Serosa
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Pequenas bolsas de peritônio visceral cheias de gordura estão associadas às tênias do colo e são chamadas apêndices omentais do colo
Digestão Mecânica
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Nesse processo, as saculações do colo permanecem relaxadas e são distendidas enquanto se enchem. Dessa forma, quando a distensão alcança um determinado ponto, as paredes de contraem e espremem o conteúdo para o próximo SACULAÇÃO DO COLO
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O peristaltismo também ocorre, mas de forma mais lenta (3 a 12 contrações por minuto)
O hormônio gastrina também relaxa o óstio, e sempre que o ceco é distendido, o grau de contração do óstio ileal se intensifica
Um outro movimento é o PERISTALTISMO EM MASSA, uma forte onda peristáltica que começa aproximadamente da metade do coo transverso e leva rapidamente o conteúdo do colo para o reto
Para que essa passagem ocorra, o REFLEXO GASTROILEAL intensifica o peristaltismo no íleo, forçando o quimo em direção ao ceco
Esse processo inicia-se durante ou imediatamente após uma refeição, sendo que a presença do alimento no estômago iniciam esse REFLEXO GASTROCÓLICO no colo
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Digestão Química
As bactérias também convertem quaisquer proteínas restantes em aminoácidos e fragmentam os aminoácidos em substâncias mais simples: INDOL, ESCATOL, SULFETO DE HIDROGÊNIO e ÁCIDOS GRAXOS
Um pouco do INDOL e ESCATOL são eliminados nas fezes, o que contribui para o seu odor; o restante é absorvido e transportado para o fígado, onde serão convertidos em compostos menos tóxico e excretado na urina
O quimo é preparado para a eliminação pela ação de bactérias, que fermentam quaisquer carboidratos restantes e liberam hidrogênio, dióxido de carbono e gases metano. Assim sendo, contribue para ocasionar as FLATULÊNCIAS
As bactérias também decompõem a bilirrubina em pigmentos mais simples, incluindo a estercobilina, que dá as fezes a sua coloração marrom
Há secreção de muco pela glândula intestinal no intestino grosso, mas não são secretadas enzimas
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Reflexo da defecação
Os movimentos peristálticos em massa empurram o material fecal do colo sigmoide para o reto. A distenção resultante da parede retal estimula os receptores de estiramento, que iniciam um reflexo de defecação que resulta na defecação
O reflexo da defecação ocorre da seguinte forma:
- em resposta à distenção da parede retal, os receptores enviam impulsos nervosos sensitivos para a medula espinal sacral
- Impulsos motores da medula viajam ao longo do nervos nervos parassimpáticos de volta para o colo descendente, sigmoide, reto e ânus
- A contração resultante dos músculos longitudinais retais encurta o reto, aumentando a pressão em seu interior
- Esse pressão + contrações voluntárias do diafragma e dos músculos abdominais (aumenta a pressão no interior do abdome, empurrando as paredes do colo sigmoide e do reto para dentro), além do estímulo parassimpático, abrem o músculo do esfíncter interno do ânus
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GRUPO 2, PROBLEMA 32
TUTOR WELLINGTON, ALUNOS: EDUARDO FILHO, YAZMIM MACEDO, ANA CLARA MOURA, IZABELLA CRISTINA, WALKER ALVES, BARBARA MORAIS