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A CORTE PORTUGUESA NO BRASIL - GOVERNO D. JOÃO VI - Coggle Diagram
A CORTE PORTUGUESA NO BRASIL - GOVERNO D. JOÃO VI
Bloqueio Continental
Proibia os países europeus de manter relações comerciais com a Inglaterra.
Assim Portugal ficou numa situação delicada, era dependente dos ingleses e, ao mesmo tempo, não tinha forças militares para enfrentar as tropas francesas.
Tiveram que transferir a Família Real e a Corte portuguesa para o Brasil.
D. João VI e membros da Corte deixaram Lisboa em novembro de 1807 e chegaram à Bahia em 22 de janeiro de 1808.
Após chegar em Salvador, Don João VI assinou um decreto abrindo os portos da colônia portuguesa a todas as nações amigas, cumprindo o acordo feito com os ingleses.
A Família Real e a Corte chegam ao RJ em março de 1808.
A Família Real foi acomodada no Convento do Carmo.
Mais tarde um rico comerciante ofereceu sua residência, a Quinta da Boa Vista.
Surgiram elegantes cabeleireiros, costureiras francesas, lojas de roupas, joalherias, chapelarias e tabacarias.
Pequena parcela da sociedade da época teve acesso aos luxos e privilégios introduzidos pela vinda da Corte.
Começou a surgir:
Arquivo Central
Imprensa Régia
Observatório Astronômico
Jardim Botânico
Biblioteca Real
Banco do Brasil
Casa da moeda
Escolas (marinhas e médica)
Ampliação dos serviços públicos
Proibição de manufaturas no Brasil
os decretos foram criados para evitar a concorrência da produção colonial com a produção da Metrópole.
Tratados de 1810
Concediam tarifas alfandegárias mais baixas às mercadorias inglesas que eram importadas pelo Brasil (15% para os ingleses, 16% para os portugueses e 24% para as demais nações).
Brasil se comprometia a extinguir o tráfico de escravos, o que acabou não acontecendo.
Insurreição Pernanbucana
Ocorreu em 1817 e suas causas estão relacionadas à presença maciça de portugueses na colônia e às regalias conquistadas por eles em prejuízo dos habitantes locais.
população em geral sobravam cobranças, imposições e altos tributos.
A queda dos preços do algodão e do açúcar acentuaram as dificuldades econômicas e a revolta contra esta situação.
Proclamou uma República e instituiu um governo provisório, cujos princípios eram a liberdade de consciência, de imprensa e de culto.
Em maio de 1817, as forças oficiais conseguiram abafar o movimento e os rebeldes foram punidos com prisões e execuções.
Pressionado, D. João VI retorna a Portugal e deixa seu filho, D. Pedro de Alcântara, em seu lugar como príncipe-regente e com a missão de assumir o governo brasileiro .
Processo de Independência do Brasil
D. Pedro aliou-se à aristocracia brasileira (o chamado “Partido Brasileiro”) e garantiu uma transição para a formação do Estado Nacional brasileiro de forma pacífica, sem rupturas econômicas e sociais
Mantendo a antiga estrutura socioeconômica do modelo colonial brasileiro: economia agrária, monocultora e exportadora; trabalho escravo e latifúndio.
A independência brasileira , ao contrário da independência das colônias espanholas na América, manteve a monarquia como forma de organização política.