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Desafios da Atenção Domiciliar na APS, Aluna: Julia Gondim - IESC 2 -…
Desafios da Atenção Domiciliar na APS
Habilidades esperadas do profissional visitador
Óbito no domicilio e orientações funerárias
Classificação da complexidade do cuidado
Noções de antropologia para entender a cultura local e
transformar empecilho em soluções
Gerenciamento de casos complexos e elaboração de planos
de cuidados
A determinação social da saúde e suas vertentes
O tratamento de situações pouco usuais na clínica
ambulatorial
A técnica ideal de procedimentos comuns e suas possíveis
adaptações
A aplicação da melhor evidência clínica cientifica disponível
para cada quadro clínico
Representação gráfica, classificação e abordagem familiar
Instrumentos de avaliação de autonomia e mobilidade
Instrumentos de avaliação de sobrecarga e abordagem do
cuidador
Formas de construção de redes de apoio social
Cuidados paliativos e a terminalidade da vida
Planejamento e gerenciamento de fluxos de atuação no
domicílio
Atitudes esperadas do profissional visitador
Disponibilidade para ouvir e adaptar condutas á realidade
loca
Discernimento para entender elementos antropológicos que
interfiram no cuidado
Respeito pelas crênças e modelos explicativos familiares do
processo saúde-adoecimento
Empatia e disponibilidade para discutir situações fora do
contexto da saúde
Neutralidade em conflitos familiares
Desprendimento para abordar a morte e o luto de acordo
com a crença de cada família
Posicionamento claro diante de situações de violência
familiar.
Habilidades esperadas do profissional visitador
Apoiar o cuidador do ponto de vista clínico e de aquisição de
competências
Abordar a família sob o ponto de vista social, clinico e
sistêmico
Atender independentemente do ciclo de vida das pessoas
Incrementar a relação equipe-família
Adaptar a melhor evidência cientifica para um contexto real
Protagonizar a tomada de decisões complexas
Executar procedimentos com equipamentos mínimos e sem
estrutura física ideal
Classificar a vulnerabilidade e a funcionalidade familiar
Reconhecer os elementos presentes na rede de apoio social
Classificar a complexidade do cuidado
Lidar com situações de violência familiar e comunitária
No Brasil
Século XX
Medicina privada
Somente pras altas classes
Entidades filantrópicas
Ao longo do século XX
Visita de agentes sanitários
Visita domiciliar declinando, substituída por serviços secundários e terciários
Sistema Bismarkiano
Serviços de assistência médica domiciliar de urgência em 1949,MT.
Reforma sanitária brasileira
Modelo Beveridgeano de universalidade
1998
SUS
Programa saúde da família
programa dos ACS
Atenção Domiciliar de Nível 1
VD: momento ideal para conhecer o contexto familiar para entender completamente o adoecimento e estabelecer projeto terapeutico
Planos de cuidados
atribuições dos componentes familiares
profissionais necessários
Reuniões em equipes com planejamento a partir das necessidades
burocracia
Itinenário
Material necessário
Meio de transporte
Horário de Visita
Responsabilidade das eAB/eSF
Definição de AD pela PNAD
modalidade de atenção á saúde substitutiva ou complementar ás já existentes, caracterizada por um conjunto de ações de promoção á saúde, prevenção e tratamento de doenças e reabilitação prestadas em domicílio, com garantia de continuidade de cuidados e integrada ás redes de atenção á saúde.
5 passos para se programar uma VD e a partir dai avaliar o processo de cuidado em AD1
Avaliação da resolutividade da VD (a VD será resolutiva)
Aderência do usuário e sua família ao acompanhamento
(engajamento e corresponsabilização)
Avaliação da razoabilidade da VD (a VD é a melhor
alternativa)
Autorização do usuário e da família
Análise da infraestrutura domiciliar
Aluna: Julia Gondim - IESC 2