Camilo, amigo de infância de Villela. Ele entrou no caminho de funcionalismo, porém só continuou trabalhando após sua mãe o arranjou um emprego. Era um ingênuo na vida moral e prática. Tinha 26 anos. Quando criança, era bastante supersticioso, mas quando adulto, não acreditava em nada. Ele limitava-se a negar tudo. Só no final do conto, após conversar com a cartomante, que ele começa a acreditar em suas velhas crenças.