“ Na cidade do Rio de Janeiro, aos corpos dos negros falecidos ou que viessem morrer, imediatamente após chegarem da África – chamados ‘pretos-novos’, ainda não integrados à comunidade –, que se encontravam quase sempre no mercado de escravos para serem comercializados, inicialmente restava o cemitério localizado no terreno detrás do hospital de Santa Casa da Misericórdia (destinado aos indigentes e aos impossibilitados de pagar pela sepultura em uma igreja) e, depois 1722, próximos à igreja de Santa Rita. Isso quando não eram deixados nos campos ou em terrenos baldios, segundo relatos da época. (p.166)