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PATOLOGIA TRATO GENITAL FEMININO (ENDOMÉTRIO (endometriose (tecido…
PATOLOGIA TRATO GENITAL FEMININO
ENDOMÉTRIO
inflamação
endometrite aguda
limitada
clinica clara
pós parto e aborto
endometrite crônica
DIP cronica
normalmente nao tem mt clinica
pos parto ou pós aborto c/ tecido gestacional retido
uso de DIU
tb sistemica
clinica
sangramento anormal
dor
secreção
infertilidade
endometriose
tecido endometrial fora do utero
ocorre em: ovarios, lgg uterinos, septo retovaginal, fundo do saco, peritonio pelvico, intestino grosso e delgado e apêndice, mucosa do colo uterino, vagina, tubas uterinas, cicatrizes de laparotomia, cicatriz cesareana
pode ocasionar obstrução intestinal
gera reação fibrotica ao redor dela
muita dor, duispareunia, dismenorreia intensa
teoria metastatica (menstruação retrograda) ou teoria metaplasica (epitelio celômico)
risco de desenvolimento de malignidade
evento muito raro
mas pode ocorrer
adenomiose
implantes do endometrio no miometrio
USG c/ espessamento difuso do corpo uterino
pólipos endometriais
projeções da mucosa geralmente de natureza benigna c/ aumento das estruturas estromais e gll
hiperplasicos (s/ atipia; sensivel ao estrogeno), neoplasicos, atroficos (pós menopausa; normalmente atrofia de um polipo hiperplasico) ou secretores (polipos funcionais)
associado a adm de tamoxifeno
hiperplasia endometrial
pós menopausa
aumento da proliferação gll em resposta a um estimulo estrogenico ou alguma mutação epitelial
existe potencial maligno
inativação do PTEN
hiperplasia complexa c/ atipia -- faz histerectomia
imp causa de sangramento anormall
cacinoma do endométrio
55-65 anos
cancer invasvo mais comum do trato genital feminino
ponto de corte de espessura do endometrio (> 4-5mm)
carcinoma tipo 1
obesas, hiperestrogenicas, tipo mais comum, normalmente associada a hiperplasia endometrail
endometrioide
mais comum
disseminação principlamente linfatica
tipo 2
não endometrioide // seroso
65-75 anos
sólido e pouco diferenciado (grau 3)
clinica de atrofia do endometrio
mulheres de fisico magro, s/ dependencia hormonal
lesão precursora é a lesao intraepitelial
agressivo c/ disseminação intraepitelial e linfatico
COLO
carcinoma cervical
2º ca mais comum em mulheres
central p/ triagem
esfregaço papanicolaou // citologico cervico-vaginal
interpretação histologica pelo patologista
HPV de alto risco oncogenico (16 e 18) -- fator isolado de alto risco de desenvolvimento p/ oncogênese
fatores de risco
multiplos parceiros sexuais
parceiro do sexo masculino c/ multiplas parceiras
idade precoce na primeira relação
alta paridade
infecção persistente por um HPV de alto risco oncogênico
imunossupressão
uso de contraceptivo oral
uso de nicotina
clinica
maioria assintomatica
infecção transitória por resposta imunológica do pct
50% eliminada dentro de 8 meses
90% eliminada em 2 a
ajuda imunidade -- vit C e zinco
alto risco -- 13 meses
isso em mulheres c/ sistema imunologico bem preservado
virus penetra areas de microfissuras --- HPV ativa o ciclo cellular interferindo com a funçãõ de Rb e p53 (genes supressores de tumor) -- estado fisico do virus difere nas diferentes lesoe
proteinas virais E6 e E7
interrompem as vias de morte celular
E 6 inativa p53
induzem instabilidade genomica
impede a senescencia replicativa (nao tem encurtamento da telomerases que é essencial p/ morte celular)
classificação
lesao epitelial de alto ou baixo grau
NIC nao é mais utiilzado
NIC I = acompanhamento (displasia leve, infecção viral transitória);
lesao de alto grau; displasia grau elevado = biopsia / confirmar -- se confirmar que é nic 2 ou 3 -- tem que fazer o caf / cone
a chance de evoluir do in situ é mt alta
neoplasia intraepitelial cervical
acido acetico ou lugol
colposcopi = aspecto em mosaico
carcinoma de cels escamosas
subtipo mais comum
o segundo tipo é o adenocarcinoma
causado por hpv de alto risco oncogenico
estadiamento TNM
usado p/ avaliar prognostico e tto