Please enable JavaScript.
Coggle requires JavaScript to display documents.
A MORTE (Não podemos distinguir entre desejo e realidade no Inconsciente…
A MORTE
-
Com o avanço da ciência, desenvolvemos novas armas de destruição em massa que dão medo em relação a morte.
As guerras e tumultos podem advir de não sabermos lidar com a morte, e aí tentamos dominá-la, como forma de assegurar nossa imortalidade.
-
-
-
-
Avançamos na tecnologia, no desenvolvimento de meios para lidar com a morte, porém hoje em dia quase ninguém morre em casa em paz.
QUANTO MAIS AVANÇAMOS NA CIÊNCIA, MAIS MEDO DA MORTE TEMOS.
-
-
A FAMÍLIA DO MORIBUNDO
-
É importante o membro da família não ficar o tempo todo no hospital, sair, continuar sua vida.
A esposa/marido que recebe a notícia e decidirá se contar, em que momento contar, assim como contar para os filhos.
Necessita de um mediador: alguém sem muito vínculo para ajudar com testamento, etc.
-
O moribundo pode ajudar a família a lidar com a morte dele, demonstrando sentimentos de força.
Se cada um tentar manter segredo em relação ao outro, criarão uma barreira artificial.
-
O paciente vai se desprendendo do mundo e da família, pouco a pouco.
-
-
PACIENTES MORIBUNDOS
Após diagnóstico, alguns médicos têm medo de contar a verdade para o paciente.
Outros já contam do diagnóstico, porém mantendo a esperança.
-
-
-
Se a morte é um grande problema na minha vida, irei ter dificuldade em falar sobre com o meu paciente.
Paciente pode falar de outras coisas a partir da postura do médico de ignorar o diagnóstico e falar sobre outras coisas também.
-
-
-
PACIENTE TERMINAL
-
-
Tratarmos o paciente objetivamente/como objeto pode ser uma maneira de nos distanciarmos dele e do que ele nos causa.
Lembra o médico sua falta de onipotência, sua finitude, limitações, falhas.
Para estudar o morrer, os pacientes se tornam nossos professores.
O paciente que decide sobre seu 'fim' e não nós, médicos, quando os anseios deles são diferentes dos nossos.
-
-
-