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PROBLEMA 5 (Anatomia do pescoço (Drenagem linfática (Nível I (Nível IA …
PROBLEMA 5
Anatomia do pescoço
Limites
Superior
:arrow_right: borda inferior da mandíbula, linhas nucais superiores do osso occipital e processos mastoídeos dos ossos temporais
Inferior
:arrow_right: limite superior do manúbrio esternal, clavícula e transição da C7-T1
Estruturas viscerais
Camada anterior (endócrina)
:arrow_right: glândula tireoide e paratireoides
Camada média (respiratória)
:arrow_right: laringe e traqueia
Camada posterior (alimentar)
:arrow_right: faringe e esôfago cervical
Irrigação arterial
A. carótida externa
A. tireóidea superior
A. laríngea superior
A. lingual
A. facial
A. occipital
A. auricular posterior
A. faríngica ascendente
A. temporal superficial
A. maxilar
A. temporal superficial
A. subclávia
A. torácica interna
Tronco tireocervical
Aa. tireóideas inferiores
A. supraescapular
A. cervical transversa
A. vertebral
Tonco costocervical
A. intercostal suprema
A. cervical profunda
A. escapular descendente
Drenagem venosa
V. jugular interna
V. braquicefálica
Drenagem linfática
Nível I
Nível IA :arrow_right:
linf. submentonianos
Nível IB :arrow_right:
linf. submandibulares
Nível II
Linf. da cadeia profunda da v. jugular interna
Nível IIA e IIB
Nível III
Linf. na cadeia da v. jugular interna média
Nível IV
Linf. jugulocarotídeos baixos
Nível V
VA :arrow_right:
linf. juntos à porção distal do n. espinhal acessório
VB :arrow_right:
linf. da cadeia cervical transversa
Nível VI
Linf. do compartimento visceral
Trígono posterior
Delimitado pela margem posterior do músculo esternocleidomastóideo, margem anterior do músc trapézio e terço médio da clavícula;
Trígono occipital
A. occipital e v. jugular externa, n. acessório
Trígono supraclavicular
V. jugular externa e v. subclávia, a. subclávia
Plexo braquial
Trígono anterior
Delimitado pela margem anterior do músc esternocleidomastóideo, margem inferior da mandíbula e linha média do pescoço.
Carótico
Bifurcação da A. carótida comum, n. hipoglosso, linfonodo jugulodigástrico
Muscular
Tireóide, paratireóides, laringe e traqueia
Submandibular
Glândula submandibular, a. facial, n. hipoglosso, a. lingual
Submentual
Linfonodos, gordura, início da v. jugular anterior
Etapas e mecanismos da carcinogênese
Cintilografia
Princípios biofísicos
Método de diagnóstico por imagem que avalia a
funcionalidade
dos órgãos
Radiofármaco
= Radioisótopo (átomo emissor de raio gama) + Traçador (análogo de uma molécula fisiológica)
O radiofármaco é aplicado VO ou IV e o pct é conduzido ao equipamento (
câmara-gama
) onde são realizadas as imagens
Indicações/Aplicações
A cintilografia do miocárdio é indicada p/ diagnosticar isquemia miocárdia e prevenir a ocorrência de infarto
A cintilografia óssea é indicada p/ detectar câncer, processos inflamatórios, doenças metabólicas etc
A cintilografia renal dinâmica é indicada p/ estudar a função dos rins e a excreção da urina pela bexiga
A cintilografia renal estática é indicada p/ avaliar o funcionamento de cada rim, detectando infecções ou mal formação do órgão
Avaliação do funcionamento e anatomia da tireóide e paratireóides
Avaliar a presença de refluxo gastro-esofágico
Diagnóstico de embolia pulmonar
Estadiamento de tumores neuroendócrinos
Modalidades terapêuticas do câncer
Radioterapia
Tipos
Braquiterapia
:arrow_right: fontes radioativas na forma de aplicadores especiais (agulhas, sementes, fios) são colocadas em contato direto c/ o volume alvo
Teleterapia (radioterapia externa)
:arrow_right: certa distância interpõe o pcte e a fonte emissora
Isotopoterapia
:arrow_right: administração IV ou VO de isótopos radioativos que tenham tropismo pelo tecido afetado pelo tumor
Mecanismo
Consiste em administrar uma dose de radiação a um volume definido (
volume-alvo
), tentando poupar ao máx os tecidos normais ao redor
A interação da radiação-cél ocorre de forma direta ou indireta
Os 5 "R"
Base do tto fracionado
Reparo
do dano subletal, que diminui os efeitos da radiação nos tecidos normais
Redistribuição
no ciclo celular das cél tumorais, sincronizando as cél, principalmente nas fases de maior sensibilidade G2 e M
Repopulação
tecidual em determinado período de tempo
Reoxigenação
das cél em hipóxia
text
Aplicações
Complicações
Má cicatrização dos tecidos
Aumenta o risco de desenvolvimento de outros cânceres, principalmente leucemia, e sarcomas na via de radiação e carcinomas de tireoide e mama
Hipopituitarismo, xerostomia, hipotireoidismo, pneumonite, pericardite, estenose esofágica, hepatite, úlceras, gastrite, nefrite, esterilidade e contraturas musculares
Indicações/Contraindicações
Finalidade
Cirurgia
Abordagem
Finalidade
Diagnóstica
Estadiadora
Curativa
Paliativa
Profilática
Indicações/Contraindicações
Quimioterapia
Abordagem
Neoadjuvante
Adjuvante
Terapêutica
Radiossensibilizante
Paliativa
Finalidade
Indicações/Contraindicações
V. subclávia
Seio petroso inferior
Vv. faríngicas
V. occipital
V. facial
V. lingual
Vv. tireóideas média e superior
V. auricular posterior
V. jugular externa
V. retromandibular