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Inicio do controle Fabril (Taylorismo (críticas (O trabalho tornou-se…
Inicio do controle Fabril
Controle e disciplina fabris
Com a Revolução Industrial, o surgimento das fábricas trouxe a exigência de um tipo de trabalhador que se adaptasse ao mundo fabril.
taylorismo
Fordismo
CONTROLE
1) a coerção personalizada, quando o controle se dá de forma direta.
2) o controle técnico, quando a própria maquinaria dirige o processo de trabalho, impondo o seu ritmo de produção e os movimentos corporais do operário.
3) o controle burocrático, que se refere às normas e as regras escritas.
Taylorismo
a) Separação programada da concepção e do planejamento das tarefas;
b) As iniciativas e o trabalho cerebral são banidos das oficinas e centrados na administração superior. Segundo Taylor, “os trabalhadores não são pagos para pensar, mas para executar”;
c) Intensificação da divisão do trabalho. Devido ao estudo dos tempos e movimentos, é possível fragmentar o trabalho em parcelas elementares e simplificadas e, assim, encontrarem-se maneiras mais rápidas e eficientes de executá-las
d) Cada tarefa corresponde a um posto de trabalho. Devido a criterioso processo de recrutamento, é possível destacar-se o operário mais adequado para ocupá-lo;
e) Controle de tempos e movimentos, para eliminar o tempo não dedicado às tarefas produtivas.
outros princípios
O estímulo ao desempenho individual (salários e prêmios por produção);
A criação de estrutura hierarquizada na qual atuam especialistas de controle (engenheiros, contramestres, cronometristas)
críticas
O trabalho tornou-se atividade fragmentada, repetitiva e desprovida de sentido.
O trabalho tornou-se atividade fragmentada, repetitiva e desprovida de sentido.
O taylorismo considera o embrutecimento e a alienação do trabalho como irrelevantes, importando tão somente o resultado.
Fordismo
prática de gestão
linha de montagem
trabalho repetitivo, parcelado e monótono
operário de linha de montagem
trabalho de execução contrário ao de concepção
Pós-Fordismo
ruptura, em relação ao modelo fordista (pós-fordismo),
continuidade, apenas em nova roupagem (neofordismo).
As novas formas de produção exigiriam novo tipo de trabalhador: mais qualificado, mais flexível, mais envolvido com a produção.
novas tecnologias (flexibilidade do equipamento)
novas formas de uso e gestão da força de trabalho (trabalho em equipe e círculos de controle de qualidade, com ênfase na cooperação, na multifuncionalidade e na polivalência).
aspectos negativos
altos índices de desemprego;
crescimento do trabalho em tempo parcial e do trabalho temporário ou subcontratado;
ausência ou ganhos modestos de salários reais;
enfraquecimento do poder de barganha dos sindicatos.
Novas propostas
rápido crescimento da economia informal, mesmo em países industrialmente avançados;
retorno do trabalho doméstico familiar artesanal, que implicaria o ressurgimento de práticas mais atrasadas de exploração;
solapamento da organização dos trabalhadores.