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Doenças ocupacionais da visão e da audição (DOENÇAS OCUPACIONAIS (Ambiente…
Doenças ocupacionais da visão e da audição
DOENÇAS OCUPACIONAIS AUDITIVAS
Principais doenças
Ouvido interno
Fator desencadeante
Radiação ionizantes
Pressão
Subs Neurotóxico
Hipoacusia ototóxica
Labinritite
Vertigem
Ouvido externo
Perfuração da membr. timpânica
Sinusite barotraumática
Otite Barotraumática
Síndrome devida a deslocamento de ar de uma explosão
Outras vertigens periféricas
Perda da audição provocada pelo ruído e trauma acústico
Fator desencadeante
Pressão
Trauma
Lesão do pavilhão
Caracterização
Normal: 25 dB
Máx 8 hrs/ diárias de 85 dB
Fatores de risco
Genético
Diabetes mellitus
Cardiopatias
Deslipidemias
Trabalho
Trabalhadores oxigenoterapia hiperbárica
Militares/ Policiais
Aviadores
Infecções
Toxinas
Entre outras
DOENÇAS OCUPACIONAIS
Doenças por trabalho laboral
Doença profissioonal- tecnopatias
Doença do trabalho -mezopatias
Progressivo
Com uso ou não de EPI's
Não considerar:
Doenças degenerativas
Doenças senis
Doenças endêmicas
Doença que não produza incapacidade elaborativa
Acidente de trabalho
Efeito Imediato, pontual
Invalidez ou prejuízo
Traumatismos
Sem gerar incapacidade não é laboral
Não considerar:
Desastres Ex: Incêndios
Brigas interprofissionais
Acidentes de "trajeto"
Classificação de Schilling
Grau I
Causa laboral
Grau II
Fator de risco contributivo ou adicional
Grau III
Provocador de um distúrbio latente ou agravador da doença
Ambiente favorável
Ergonomia afetada
Tempo de exposição a agentes causadores
EPI's ausentes
Negligência
Imprudência
Imperícia
PARÂMETROS DANO / DOENÇA x TIPO DE TRABALHO
Trabalho como principal desencadeador
Considerar:
Tempo de exposição
Tempo de latência
Tipo do agente causador
Recorrência no grupo de trabalhadores
Analisar
Anamnese ocupacional
Doenças ocupacionais anteriores
Hábitos de vida
Epidemiologia função laboral
Natureza
Dano x Doença
Consulta com dificuldades
Pedir ao paciente para descrever como realiza as atividades
Relatórios anteriores
Inspeção do local
Exames
Toxicológico
Parasitológico
Físico clínico especializado
Eletromiográficos
Imaginológicos
Provas funcionais respiratórios
Audiometria
DOENÇAS OCUPACIONAIS VISUAIS
Epidemiologia
12% ING
4% na França
Uma dos acidentes ocupacionais mais recorrentes
Mais recorrente doença ocupacional ITA
Fatores de risco
Agentes mecânicos
Corpos estranhos
Objetos cortantes
Ondas sonoras elevadas
Ex: Cimento
Agentes físicos
Temperaturas elevadas
Diferença de pressão
Radiação ionizante
Eletricidade
Umidade
Agentes químicos
Ácidos
Bases
Subst. tóxicas
Agentes biológicos
Picadas de moribundo
Pelos de lagarta
Pasistas
Fungos
Vírus
Bacterias resistentes
Erros humanos
7 principais
Catarata
Queratite
Blefarite
Conjutivite
Neuritite óptica
Inflamação coriorretiniana
Distúrbios visuais subjetivos
Classificação para doenças
Tipo 1
Tipo 2
Tipo 3
Tipo 4
Tipo 5
AVALIAÇÃO AUDIOMÉTRICA E VISUAL
Audição
Palpação
Teste do sussurro
Audiometria
Audiometria Vocal
Audiometria Tonal
Audiometria tonal limiar
Anamnese
Teste do "esfregar os dedos"
Uso de medicações
Teste de Rinne e Weber
Otoscopia
Percentual de audição
Abaixo de 25 dB > normal
De 26 a 40 dB - perda auditiva leve
Classificação exame admssional
Dentro dos limites aceitáveis > iguais ou melhores que 25 dB
Sugesttivos de perda audtiva
Visão
Acuidade Visual
Campimetria
Mov oculares intrínsecos e extrínsecos
Tabela de Snellen e Sneger
Reflexo pupilar
Foria
Fundoscopia
Acomodação visual
QUADRO CLÍNICO PACIENTE
PAIR
Estágios ocupacionais
1º (reversível)
2º
3º
4º
Doença sensorioneuronal irreversível
Sintomas
Zumbidos
Diminuição da audição
Estresse
Exaustão
Irritabilidade
Alerta
Cefaleia
Vertigem
Incompreensão da fala
Progressão maior dos 10-15 anos >> piora do limiar
Acometimento anatômico
Orgão de corti
Cel. basais
Fibras nervosas
Fatores de risco
Ruídos
Soldas
Sem EPI's
Longas jornadas de trabalho e exposição