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PSICOTERAPIA DE ORIENTAÇÃO ANALÍTICA NA INFÂNCIA (ESPECIFICIDADES (Kaye,…
PSICOTERAPIA DE ORIENTAÇÃO ANALÍTICA NA INFÂNCIA
leon Eisenberg
Grande psiquiatra infantil
Crítico da Psicanálise
Despois reconhece a importãncia da psicanálise
Pressupõe treinamentos téoricos e técnico específicos
Histórico
Século XX
Os transtornos mentais eram orientados aos pais por meio de aconselhamento ou outras formas de manejo ambiental
Primeira criança atendida;
O pequeno Hans
Freud
Freud -- Primeiras percepçoes do jogo inconsciente da criança tem um sentido inequivoco inconsciente ---- observando uma criança de 18 meses
1920 - formam-se três grupos
1- Liderado por Anna Freud
suaescola desenvolveu-se principalmente nos EUA
2- Melanie Klein
brincar - livre associação - interpretar os impulsos inconsciente
Inclui o conceito de identificação projetiva
sua escola desenvolveu-se principalmente na Inglaterra e na America do Sul
3- Hermine Hug-Hellmuth.
Primeira psicanalista a usar o brinquedo no tratamento com crianças
ESPECIFICIDADES (Kaye, 1999)
Linguagem, capacidade cognitiva e vivências devem ser avaliadas de acordo com a etapa evolutiva da pessoa;
Compreensão limitada sobre os motivos da indicação do tratamento e sobre os benefícios na vida atual e futura;
Menor capacidade para suportar a dor psíquica;
Maior grau de confusão e temor ao cercar-se intimamente de um estranho
Dependência física e emocional dos pais
Suas reações transferenciais no setting ocorrem de forma ubíqua, em função de suas espectativas, afetos que estão ocorrendo no seu desenvolvimento.
As interpretações transferenciais, no aqui e agora, são as mais poderosas ferramentas, para ajudá-las a atingir um melhor entendimento de si mesma e de suas interações com os outros.
Livre associação de forma não verbal e por intermédio de material lúdico
A visão de mundo da criança e a percepção de si mesma estão muito influenciadas implícita e explicitamente pela cultura familiar
O psicoterapeuta precisa conhecer o desenvolvimento psíquico da criança entre os dois e cinco anos.
Segundo Fonagy e Target (1996,
p. 65-66):
Modo de equivalência psiquica
o Mundo interno prórpio e dos outros correspondem a realidade externa.
Modo de faz de conta:
A criança começa a separar a realiade externa da interna
Estágio Reflexivo:
A criança integra os modos: de equivalência psíquica e modo faz de conta
Os estados mentais podem ser experimentados como representações
Ambas as realidades podem ser vinculadas, mas não precisam mais serem igualadas
Falha na integração
Uma criança neurótica com menos de cinco ano, alguns aspectos do faz-de-conta tornam-se parte do modo de equivalência psíquica; uma ideia ou fantasia específica é experimentada como se fosse real.
Uma criança, por meio do trabalho psicoterápico, assim como os pais, passa a pensar seus pensamentos como representações, e não como réplicas da realidade externa.
Setting
especifico
Proporcione segurança, previsibilidade
Sem excesso de estímulos
Possuir objetos que as crianças possam usar sem medo de quebrar