Sem retornar ao dualismo cartesiano e recusando o monismo espinosano, Leibniz vai propor uma metafísica fundamentalmente pluralista: nem duas nem uma substância, mas uma pluralidade infinita de substâncias: as mônadas
Mônadas: as substâncias espirituais da realidade
Muito do que Leibniz diz sobre as mônadas decorre logicamente do fato de que são substâncias simples. Se são simples, como vimos, não podem ter partes e, portanto, não são extensas (ter propriedades físicas). Se não têm partes, são indestrutíveis porque, diz Leibniz, a destruição envolve separação das partes. Leibniz afirma que as mônadas só podem ser criadas ou aniquiladas pela vontade de Deus.