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Atendimento Inicial ao Politraumatizado (Atendimento Pré-Hospitalar (4.3.…
Atendimento Inicial ao Politraumatizado
Atendimento Pré-Hospitalar
4.3. Zona fria
- região mais segura, onde se deve concentrar a maior parte dos recursos humanos e materiais para atendimento
5. Triagem Start
4.2. Zona morna
- região segura mais próxima do evento, onde se deve montar o posto médico avançado para tratamento inicial das vítimas mais graves
Vermelho
- sem
capacidade de locomoção e com comprometimento do status fisiológico
4.1. Zona quente
- epicentro do acidente, onde se deve evitar o excesso de pessoas e recursos pelo risco de novos eventos adversos
Verde
- andando / falando /
conscientes / com motricidade
Amarelo
-
sem capacidade de locomoção mas com status fisiológico
Azul / Preta
- que já foram a
óbito
Avaliando status fisiológico:
30; 2; pode fazer
1. Segurança da cena
FR > 30 / TEC > 2 / consciência diminuída (não pode fazer)
2. Vítimas que excedem a capacidade de atendimento
- prioridade maior chance de vida
3. Vítimas que não excedem a capacidade
- prioridade pelos mais graves
4. Classificação de zonas
Parâmetros clínicos
- capacidade de locomoção, respiração, enchimento capilar e nível de consciência
C
- Verificar pulso, perfusão, cor e temperatura / buscar sangramentos
6. ABCDE
A
- Controle de via aérea / colar cervical
# AMARELO
- Potencialmente grave, sem risco em 2 horas
B
- frequência e qualidade das respirações, fornecer oxigênio
# VERDE
- Estável, deambula, pode aguardar
D
- Avaliar consciência com escala de Glasgow / Avaliar pupilas
# VERMELHO
- Grave, risco em 2 horas (30-2 / pode fazer)
E
- Exposição das zonas afetadas
Abertura da via aérea / aspiração de secreções / estabilização cervical / colocação do colar
Iniciar reanimação se necessário / inspeção do tórax
Avaliar necessidade de volume ou sangue / parar grandes sangramentos, desconsiderar pequenos sangramentos
Graduar abertura ocular, resposta verbal e motora; reflexo e simetria pupilares
Despir completamente o paciente / buscar lesões
7. Central de regulação
Encaminhamento para hospital adequado (receber TCE, por exemplo)
Atendimento Intra-Hospitalar
Medidas auxiliares
Reanimação
ABCDE
2. Avaliação secundária
1. Avaliação primária
3. Encaminhamento ao tratamento definitivo
Paramentação
Etapas de Atendimento
Precauções padrão
ABCDE do trauma
D (DISABILITY)
- incapacidade, estado neurológico
E (EXPOSURE)
- exposição com controle do ambiente
C (CIRCULATION)
- circulação com controle da hemorragia
B (BREATHE)
- respiração e ventilação
A (AIRWAY)
- via aérea com proteção cervical
Maneira rápida de avaliação
Paciente com falas elaboradas
Medidas auxiliares
Monitorização - oxímetro
Sondagens urinária e gástrica
(nasogástrica é contra-indicada se suspeita de base de crânio - sinal do Guaxinim)
Raio-X - tórax AP / bacia
A
Exame
Palpação do pescoço (crepitação, hematoma, secreção)
Vias aéreas e coluna cervical
Ausculta respiratória (estridor respiratório - pacientes inconscientes - obstrução por obstrução da base de língua)
Se paciente adulto estiver falando ou criança estiver chorando - sinal de que a via aérea está pérvia
Observar sinais de obstrução
Reanimação
Aspirador rígido
Máscara de oxigênio
Material para via aérea definitiva ou via aérea cirúrgica (cricotireoidostomia cirúrgica apenas acima de 12 anos)
Cânulas (cânula orofaríngea - Guedel - tira o efeito de obstrução da queda da base da língua, mas induz a vômitos / náuseas)
Manobra Chin lift ou Jaw trust
B
Medidas auxiliares
(oximetria, raios X de tórax)
Identificação da lesão
Diagnóstico clínico
Sobre as lesões torácicas
Exame físico
(inspeção, palpação, percussão, ausculta)
I - Pneumotórax hipertensivo
- Punção descompressiva no 5° espaço (2° em crianças) ou transformar em pneumotórax aberto
Integridade e bom funcionamento
(pulmões, parede torácica e diafragma)
II - Pneumotórax
- Curativo em 3 pontas
Respiração e Ventilação
III - Lesão da árvore traqueobrônquica
- suporte ventilatório / drenagem / broncoscopia / cirurgia
IV - Hemotórax maciço
- drenagem pleural e avaliação cirúrgica precoce
V - Tamponamento cardíaco
- Pericardiocentese e avaliação cirúrgica precoce
C
Parâmetros clínicos
FC
Choque hipovolêmico é o mais comum no politraumatizado
PA
Perda sanguínea - mortes evitáveis
Diurese
Circulação com controle da hemorragia
Consciência
Conduta
-
parar o sangramento e repor a volemia
Hemorragia externa - > Compressão
Torniquete usado apenas em caso de amputação traumática
Hemorragia não aparente - > Cavidades abdominal / torácica / pélvica
Reanimação com Ringer Lactato 39°C - 1 L veias periféricas
Coleta de sangue - tipagem sanguínea e reserva de sangue
Reposição sanguínea - depende do grau de choque
Hemorragia maciça maior ou igual a 10 UI transfundidas
Reposição de plasma e plaquetas
Classificação do choque
Classe I
- FC, PA, pressão de pulso, FR, diurese, glasgow-
todos parâmetros normais
//
REPOSIÇÃO: monitorizar
Classe II
- FC (normal ou aumentada) / PA (normal) /
Pressão de pulso (reduzida)
/ Frequência respiratória (normal) / Diurese (normal) / Glasgow (normal) /
Base excess (2 a 6 mEq / L)
//
REPOSIÇÃO: possíve
l
Classe III
-
FC (aumentada)
/ PA (normal ou reduzida) /
Pressão de pulso (reduzida)
/ FR (normal ou aumentada) /
diurese (reduzida)
/
Glasgow (reduzida)
/
Base excess (6 a 10 mEq / L)
//
REPOSIÇÃO: sim
Classe IV
- FC (aumentada ou muito aumentada) / PA (reduzida) / Pressão de pulso (reduzida) / FR (aumentada) / Diurese (muito reduzida) / Glasgow (reduzida) /
Base excess (>10 mEq / L)
-
todos parâmetros alterados
//
REPOSIÇÃO: protocolo de reposição maciça
Em caso de sangramento - prioridade - controle da hemorragia
Abdome - lavado peritoneal e USG FAST
Tórax - exame físico, raios X
Pelve - exame físico, raios x
D
Objetivo:
Impedir a lesão secundária - manter a pressão de perfusão maior que a PIC (pressão intracerebral)
Classificação do TCE
Reação pupilar e Escala de Coma de Glasgow
I - Leve
(ECG 13-15) -
observação
Avaliação neurológica
II - Moderado
(ECG 9-12) -
TC + observação
III - Grave
(ECG 3-8) -
TC + via aérea definitiva + controle da PIC
E
Prevenção da hipotermia (cobertores, manta térmica)
Avaliação do dorso, períneo e extremidades
Exposição
Avaliação Secundária
[A] - alergia
[M] - medicamentos
História AMPLA
[P] - passado médico, gravidez
Paciente estável ou tendendo a estabilização
[L] - Líquidos e sólidos ingeridos
Após o término da avaliação primária
[A] - Ambiente do trauma
Qualquer medida auxiliar secundária
, já que o paciente está estável
Uso de analgésicos
(opioides via venosa)
Contínua reavaliação e monitorização
Sabendo das necessidades -
transferência para o tratamento definitivo
(local adequado de acordo com as necessidades)