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BOIA FRIA, Henrique Maciel Moreira, Turma XVI - UESB - Coggle Diagram
BOIA FRIA
Histofisiologia pele e glândulas sudoríparas
Epiderme
EPEQ - queratócitos + abundante
Células
Melanócitos
Langerhans
Merkel
Espessa palma mão e planta dos pés
Camada basal: cel prismáticas/ cubóides - intensa mitose
Cam. espinhosa: cel. cubóides de núcleo centrao - expansões de queratina
Cam. granulosa: poucas camadas poligonais c/ granulos
Cam. lúcida: + evidente e espessa - cel achatadas
Cam. córnea: cel. achatadas e mortas - muita queratina - queratinócitos forma placas que descamam
Derme
TC que sustenta epiderme e une a hipoderme
Superfície externa irregular c/ papilas
Papilas: aumentam área de contato entre derme/epiderme
Camada papilar: TCF - fibras de colágeno - pequenos vasos - oxigenação/nutrição epiderme
Cam. reticular: + espessa - TCD - rico em fibras elásticas - elasticidade a pele
Hipoderme
TCF - fixa derme aos órgão subjacentes
Deslizamento da pele sobre as estruturas abaixo
Pode ter tc. adiposo
Glând. sudoríparas
Merócrinas
Mais numerosas
Toda a pele
Tubulosas simples enoveladas
Se abrem na superfície
Fibras colinérgicas
Apócrinas
Maiores e menos frequêntes
Axilas, aréolas, região genital
Secreção canais folículos pilosos
Secreção + viscosa e inodora
Inervadas fibras adrenérgicas
Tipos celulares
Cél. escuras: grânulos secreção c/ glicoproteínas - entre claras e mioepitelias
Cél. claras: s/ grânulos secreção - pouco REL - rica em mitocôndrias
Suor
Similar plasma s/ proteínas
Ao percorrer ducto - reabsorção Na+ e Cl-
Slç muito diluída
Mecanismo secreção
1- Porção enovelada subdérmica
2- Ducto atravessa derme e epiderme - porção secretora
Slç é modificada ao longo ducto - secreção primária
Pouco água é reabsorvida
Suderese se inicia apos 36°C cutâneo
Regulação SNA
APOHA
Estímulo elétrico e excesso de calor
Impulsos autônomos via med. espinhal depois SNS
Merócrinas - estimuladas por epinef/NE
Evaporação
Rouba kcal da pele - reduz temperatura
água evapora s/ transpiração
Temperatura pele > temp. ambiente
Detecção temperatura
Receptores na pele frio/calor
Pele resfriada: calafrios/ inibição sudorese
Diminuição de temperatura
1- vasodilatação vasos cutâneos - inibição centro simpático
2- Sudorese
Mecanismo e regulação da sede
Rins minimizam perda água - feedback osmorreceptor ADH
SNC
Liberação ADH estimula sede
Núcleo pré-óptico
Estímulo da sede
Osmolaridade elevada LEC - desidratação intracelular
Necessita diluição LEC
Baixa PA e LEC
Presença angiotensina II
Ressecamento boca e mucosas esofágicas
Desidratação - eliminação do mínimo de urina
Pessoa saudável
Mec. osmorreceptor ADH e sede atuam paralelos - regulam osmolaridade do LEC
Se 1 falha, o outro corríge
Angiotensina II e aldosterona regulação osmolaridade
Elevam Na+ no LEC - aumentam reabsorção nos túbulos
Aumentam volume do LEC
ADH corrige esse solutos em excesso - aumento reabsorção de água
Regulação e controle por osmorreceptores e ADH
Osmolaridade plasmática
Posm= 2,1 x [Na+]
Na+ e HCO3- 94% dos ósmois
Feedback osmorreceptor ADH
Aumento [Na+] - deficit água
1- Aumento osmolaridade LEC - murchamento neurônio hipotalâmicos
2- Murchamento envia sinais a hipófise
3- ADH liberado corrente sanguínea - aumento permeabilidade renal final a água
4- Excreção de pequeno vol. urina
Sequência oposto - ações opostas
Síntese ADH
Núcleos supraópticos e paraventriculares hipotálamo 5/6 e 1/6 respectivamente
Liberação: hipófise posterior
ADH é transportado até as extremidades
Núcleos são estimulados por aumento da osmolaridade
Ca2+ promove exocitose vesículas
Estimulação cardiovascular a liberação ADH
Baixa PA ou baixa vol. sanguíneo
1- barorreceptores arteriais
2- reflexo cardiopulmonar - arco da aórta
Coração menos distendindo - estimula liberação ADH - aumento reabsorç. líquidos - aumento PA e vol. sanguíneo
ADH + sensível pequenas alterações de osmolaridade
Outros estímulos
Náusea: aumenta 100x ADH após vômito
NIcotina: estimula liberação ADH
Álcool: :red_cross:ADH
Osmose
Difusão da água por uma membrana seletiva - do + p/ - [ ]
Da > [ ] de água pata a <
Osmolalidade: [ ] osmolar de uma solução
Osmolaridade: [ ] em osmóis por litro de solução
Diferença de osmolaridade entre plasma sanguíneo e Liq. intersticial
Equilíbrio osmótico
Solução isotônica: solutos não entram e nem saaem
Slç. hipotônica: água se difunde do LEC p/ célula - turgidez ou rombimento
Slç. hipertônica: àgua irá sair da célula - plasmolisada
Fatores alteração vol. líquidos - ingestão água, desidratação, infusão intravenosa, hemorragia, suor excessivo
Líquidos
isomóticos: com mesma osmolaridade
hiperosmóticos: maios osmolaridade
hiposmótico: menor osmolaridade
Se slç salina hipertônica é add a LEC: aumento osmolaridade extracelular- aumenta vol. LEC - reduz Vol. intracel
Se slç salina hipotônica é add ao LEC - reduz osmolaridade LEC - aumento volume intra e extracelular
Regulamentação trabalho infantil e condições rurais
Trabalho infantil: < 18 anos, permitido em alguns casos
Trabalho 16<18
Trabalho especial
Somente como aprendiz
Restrições: perigo, insalubridade, penoso, moral, social, etc
Devem frequentar escola
Dever da família assegurar criança e adolescente
ECA 1990- direito e profissionalização do adolescente
PROIBIDO TRABALHO < 14 anos
Lei aprendiz: alternativa p/ ingresso no mercado de trabalho de forma segura - prazo máximo: 2 anos
6h/dia
Hora extra : :red_cross:
Trabalho rural
Regulado lei 5889/73 e art 7º CF 1988
Jornada de 8h/dia e 44h/semanais
11h de descanso entre jornadas
Férias remunerada
13º salário
Seg desemprego
FGTS
escola primária - obrigatório
Empregado rural - pessoas física que presta serviço não eventual
Trabalhador rural: todos os que trabalham no meio rural (empregador e empregado)
Princípios
1- Proteção- aplicação direito adiquirido
2- Irrenunciabilidade do direito - são nulos os atos p/ impedir, fraudar os preceitos trabalhistas
3- Continuidade da relação do emprego - preservar contrato
4- Primazia da realidade - documentos assinados sem saber pode ser revogados
Henrique Maciel Moreira
Turma XVI - UESB