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TRANSTORNO BIPOLAR, GRUPO 1, image, image, 3B053B5B-1DA4-4788-A5A9…
TRANSTORNO BIPOLAR
EPISÓDIOS BIPOLARES
Episódio Hipomaníaco
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sintomas semelhantes aos de mania, mas estes são mais leves e não condicionam tanto suas atividades cotidianas
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Episódio Depressivo
Ocorre quando, há pelo menos duas semanas, a pessoa está com humor deprimido ou tem perda de interesse ou prazer na maior parte do tempo + quatro dos seguintes sintomas:
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dificuldade de concentração, de pensamento ou de tomada
de decisões
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sintomas suficientemente graves para a fazerem sentir-se angustiada ou para ter uma influência desestabilizadora em seus relacionamentos, seu trabalho ou nas atividades diárias
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Episódio Maníaco
humor extremamente feliz, exaltado ou irritado + 3 ou 4 dos seguintes sintomas
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Podem ocorrer sintomas psicóticos, como alucinações, delírios ou pensamentos desorganizados e confusos.
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TIPOS DE TRANSTORNOS
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Ciclotimia
Inclui hipomania e sintomas depressivos leves (não propriamente um episódio de depressão) que são experienciados, na maioria dos casos, em um período de pelo menos dois anos.
Desconhecido
uma pessoa pode experienciar sintomas leves de depressão e hipomania por um período inferior a dois anos, como está especificado para ciclotimia.
uma pessoa com episódios depressivos, mas com experiências de elevação de humor demasiado leves, ou de curta duração, que não podem ser diagnosticadas como mania ou hipomania.
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misto
um período de pelo menos uma semana no qual tanto um episódio maníaco quanto um episódio depressivo maior ocorrem quase diariamente. diagnosticados como um episódio depressivo maior
DIAGNÓSTICO
Para diagnosticar transtorno bipolar tipo I, é necessário o preenchimento dos critérios a seguir para um episódio maníaco. O episódio maníaco pode ter sido antecedido ou seguido por episódios hipomaníacos ou depressivos maiores.
Episódio Maníaco
Os Critérios A-D representam um episódio maníaco. Pelo menos um episódio maníaco na vida é necessário para o diagnóstico de transtorno bipolar tipo I.
Episódio hipomaníaco
Os Critérios A-F representam um episódio hipomaníaco. Esses episódios são comuns no transtorno bipolar tipo I, embora não necessários para o diagnóstico desse transtorno.
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Diagnóstico diferencial
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Transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de pânico, transtorno de estresse pós-traumático ou outros transtornos de ansiedade.
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Para diagnosticar transtorno bipolar tipo II, é necessário o preenchimento dos critérios a seguir para um episódio hipomaníaco atual ou anterior e os critérios a seguir para um episódio depressivo maior atual ou anterior:
Episódio Hipomaníaco
Um episódio hipomaníaco completo que surge durante tratamento antidepressivo (p. ex., medicamento, eletroconvulsoterapia), mas que persiste em um nível de sinais e sintomas além do efeito fisiológico desse tratamento, é evidência suficiente para um diagnóstico de episódio hipomaníaco.
Recomenda-se, porém, cautela para que 1 ou 2 sintomas (principalmente aumento da irritabilidade, nervosismo ou agitação após uso de antidepressivo) não sejam considerados suficientes para o diagnóstico de episódio hipomaníaco nem necessariamente indicativos de uma diátese bipolar.
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Definição
É uma perturbação mental caracterizada pela alternância entre períodos de depressão e períodos de ânimo intenso. O ânimo intenso é denominado mania ou hipomania, durante o período de mania a pessoa comporta-se ou sente-se anormalmente enérgica, contente ou irritável.
Epidemiologia
O transtorno bipolar tipo I afeta cerca de 1% da população, não havendo variação entre indivíduos de diferentes sexos; já o transtorno bipolar tipo II, em torno de 1,1% da população, ocorrendo de forma mais frequente em mulheres.
Se ampliados os conceitos e considerados os transtornos do espectro bipolar, verifica-se uma prevalência entre 3 e 8,3%.
Em geral, o transtorno do tipo I apresenta-se em indivíduos com cerca de 18 anos, e o do tipo II, naqueles com aproximadamente 20 anos.
O primeiro episódio geralmente é depressivo, e essa fase também costuma ser a predominante do transtorno, o risco de suicídio é 15 vezes maior do que o da população em geral.
Entre os portadores, 7 a 15% cometem suicídio, que, em geral, ocorre mais comumente em fases mistas e depressivas.
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