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IMUNOPRECIPITAÇÃO, automação: nefelometria, automação: turbidimetria -…
IMUNOPRECIPITAÇÃO
imunodifusão
interferentes da técnica
concentração ideal antígeno/anticorpo
extrato antigênico
temperatura e umidade do ambiente
meio gelificado
especificidade e avidez do soro imune
imunodifusão simples linear
tubo de ensaio
antígeno no topo do tubo
gravidade faz o antígeno encontrar o anticorpo
imunodifusão simples radial
placa ou lâmina
formação de halo
quantifica proteínas séricas
imunodifusão dupla radial
imunoeletroforese
eletroforese+difusão dupla
alto poder resolutivo
caracterização de proteínas com confiabilidade
método qualitativo
sem sensibilidade elevada
cada arco ou linha corresponde a um antígeno-anticorpo
semiquantitativo
baixa sensibilidade
soros policlonais
eletroimunodifusão
eletroimunodifusão simples linear
anticorpo no meio gelificado
em uma lâmina
antígeno adicionado em um orifício
eletroforese
cone de precipitação é proporcional à quantidade de antígeno na amostra
eletroimunodifusão dupla linear
antígeno e anticorpo são aplicados em orifícios independentes
eletroforese
semiquantitativa
concentração rápida do complexo antígeno-anticorpo
migração de antígeno e anticorpo é dirigida por um campo elétrico
maior velocidade
maior sensibilidade
substâncias solúveis
formam imunocomplexos
ocorre imobilização no gel
imunoprecipitado
imunofixação
eletroforese+imunoprecipitação
mais sensível que a imunoeletroforese
identificar e quantificar
precipitados
interação entre antígeno e anticorpo
automação: nefelometria
quanto mais complexos ag-ac em solução maior é a reflexão de luz
tem boa sensibilidade
imunocomplexos grandes
automação: turbidimetria
diferença com a nefelometria é que quanto mais complexos ag-ac maior a absorbância da luz