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Larvas migrans - Visceral Toxocaríase humana - Coggle Diagram
Larvas migrans - Visceral Toxocaríase humana
ETIOLOGIA E MORFOLOGIA
Toxocara canis
Verme adulto vive no intestino de cães e gatos
Fêmeas produzem ovos
Eliminados nas fezes de do cão filhote e jovem
Mede de 6 a 18 cm
Ovos esféricos
Macho
Mede de 4 a 10 cm
Verme adulto
Boca com 3 lábios e duas expansões cuticulares na região anterior - asas cefálicas
EPIDEMIOLOGIA
Doença cosmopolita
Inglaterra
Maior risco de infecção por veterinários
Filhotes
aumenta a chance de transmissão
TRASMISSÃO
Humano infectado
Ingerir larvas L3 presentes em ovos larvados
Vísceras de hospedeiro paratênicos mal cozidas ou cruas
Crianças
Caixas de areias e playgrounds
Ovos nas fezes do hospedeiro definitivo
6 a 10 dias L1
L2 - ingeridas
L3
Migram para órgãos fígado, coração e pulmão
No cão há ciclo pulmonar, que leva ao desenvolvimento de formas adultas no intestino, reiniciando o ciclo
PATOGENIA
A larva pode ser encontrada no fígado, pulmões, olhos e cérebro.
Trajetos de migração
Hemorragia, necrose e inflamação (infiltrado eosinofílico)
Granuloma em imunocompetentes
No olho
Apenas uma larva
Deslocamento parcial ou total da retina
Alteração visual ou amaurose
A eliminação do parasito esta diretamente relacionada com a intensidade da resposta imune
Aumento das enzimas hepatocelulares e da gama-glutamil-trasnpeptidase
SINAIS E SINTOMAS
Geralmente assintomáticas
Toxocariase Visceral
Manifestações respiratórias
Pneumopatia eosinofílica aguda ou crônica
Síndrome do bebê chiador
Esplenomegalia e hepatomegalia
Febre, palidez
Crianças
Toxocariase Ocular
Crianças
Unilateral, dor, hiperemia ocular e diminuição da acuidade visual, além de leucocoria e estrabismo
Formas atípicas
Adultos
Cefaleia, dores abdominais e nos membros inferiores e astenia intensa e prolongada
DIAGNÓSTICO
Alterações laboratoriais
Leucocitose com eosinofilia
Aumento da velocidade de hemossedimentação
Hipergamaglobulinemia
Na formas atípicas
Pode estar normal ou levemente alterado
Definitivo
Identificação de larvas em biopsias do fígado
Baixa sensibilidade e invasivo
Não usado na rotina
Exame anatomopatológico
Imuno-histoquímica
Antígenos parasitários mesmo quando a larva não está presente no fragmento
Exame sorológico
Testes imunoenzimáticos
Mais empregado na suspeita
Cuidado com reação cruzada com Ascaris lumbricoides
Imunobloting
TRATAMENTO
Assintomáticos com títulos elevados e hipereosinofilia
Controvérsias no trat.
Tiabendazol
Mais usada
Mebendazol, lavamisol, albendazol e ivermectina
Podem ser usadas
T. ocular
Acrescentar corticóides
Diminuir lesões inflamatórias intra-oculares
Decorrentes da liberação de antígenos parasitários após a morte das larvas
PROFILAXIA
Tratamento dos cães infectados por T.canis
Cadelas ainda continuam transmitir para sua ninhada
Redução da contaminação ambiental com fezes de cães
Educação sanitária
Higiene pessoal
Evitar consumo de carnes cruas ou mal cozidas