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CANCER DE PELE, GRUPO 4, Cada uma destas recorrências é tratada…
CANCER DE PELE
Fatores de risco MELANOMA
Exposição à radiação ultravioleta (UV)
Os raios UV danificam o DNA das células da pele. Os cânceres de pele começam quando esse dano afeta o DNA dos genes que controlam o crescimento das células da pele
Pintas
Uma pinta ou marca de nascença é um tumor benigno. As pintas começam a aparecer em crianças e adultos jovens, a maioria não causa nenhum problema, mas pessoas com muitos destes sinais têm um risco aumentado para desenvolver o melanoma.
Pintas displásicas
As pintas displásicas ou atípicas muitas vezes se parecem com as pintas normais, mas têm algumas características do melanoma. Elas são maiores e têm uma forma ou cor anormal. Elas podem aparecer na pele que é exposta ao sol, bem como na pele que, normalmente, está coberta, como nádegas ou couro cabeludo. Algumas pintas displásicas podem evoluir para melanomas.
Pintas congênitas
As pintas de nascença são chamadas pintas melanocíticas congênitas. O risco de desenvolvimento de melanoma nas pintas congênitas é de 0 e 5%, dependendo do tamanho da pinta. Pessoas com grandes pintas congênitas têm um risco aumentado, enquanto o risco é menor para aquelas com pintas pequenas.
Pele clara, sardas e cabelos claros
O risco de melanoma é maior para brancos do que para os negros. Os brancos com cabelos ruivos ou loiros, olhos azuis ou verdes ou pele clara com sardas ou que se queimam facilmente têm um risco aumentado para a doença.
Histórico familiar
Cerca de 10% das pessoas com melanoma têm um histórico familiar da doença
Histórico individual
Pessoas que tiveram melanoma têm um risco aumentado de desenvolver novos melanomas. As pessoas que já tiveram câncer de pele basocelular ou espinocelular também têm um risco aumentado de desenvolver melanoma.
Imunossupressão
Pessoas que foram tratadas com medicamentos que suprimem severamente o sistema imunológico, como pacientes com órgãos transplantados, têm um risco aumentado de desenvolver o melanoma. Pessoas infectadas com o HIV, o vírus que causa a AIDS, muitas vezes têm um sistema imunológico enfraquecido e, também, têm um risco aumentado de melanoma.
Idade
Embora o melanoma seja mais provável de ocorrer em pessoas mais velhas, é um tipo de câncer que também é diagnosticado em pessoas jovens. Na verdade, o melanoma é um dos cânceres mais comuns em pessoas com menos de 30 anos, especialmente em mulheres. Em casos familiares, o melanoma pode ocorrer em faixas etárias ainda menores.
Gênero
Os homens têm uma taxa mais elevada do que as mulheres do melanoma, embora isso varie com a idade. Antes dos 50 anos, o risco é maior para as mulheres, e depois dos 50 anos o risco é maior em homens.
Xeroderma pigmentoso
É uma condição rara e hereditária resultante de um defeito em uma enzima que normalmente repara danos ao DNA. Pessoas com esta condição apresentam maior risco de desenvolver melanoma e outros cânceres de pele em uma idade jovem, principalmente em áreas da pele expostas ao sol.
Clínica
Melanoma
• Melanoma disseminativo superficial (MDS):
é o mais comum e corresponde a cerca de 60 a 65% das apresentações; normalmente associado à lesão preexistente, seu crescimento é radial, presente por período relativamente longo, possibilitando diagnóstico em fase precoce; seu tratamento adequado é compatível com a cura, em percentual significativo
Melanoma nodular (MN)
corresponde a 15 a 20% das formas de apresentação, sendo agressivo por não apresentar a fase de crescimento radial, invadindo desde o início as camadas dérmicas e, portanto, tem alto índice de metastatização
Melanoma acral lentiginoso (MAL)
mais comum em indivíduos da cor não branca e amarela, nas superfícies palmoplantares; o subtipo subungueal é comumente associado à melanoníquia estriada, sendo merecedor de atenção especial no diagnóstico diferencial
Melanoma lentigo maligno
é a forma clínica menos invasiva, comum na face das pessoas idosas, correspondendo a 2 a 5% dos casos, apresentando a fase de crescimento radial mais longa de todos os subtipos clínicos
Estadiamentos clínico
Estágios I e II: melanoma primário localizado
Estágio III: metástases para os linfonodos regionais
Estágio IV: metástases a distância
Lesão Benigna
Simétrico
Borda Regular
Tom único
Dimensão inferior a 6 mm
Carcinoma basocelular (CBC)
Caracteriza-se por ser um tumor que aparece por igual em ambos os sexos
apresenta-se com
maior freqüência após 50 anos
localização de preferência em áreas de foto exposição, principalmente cabeça e pescoço, sendo assim importante do ponto devista esrtético
O câncer de pele não melanoma é o tipo de neoplasia mais freqüente da população brasileira, sendo o carcinoma basocelular o tipo histológico mais comum carcinoma basocelular o tipo histológico mais comum das neoplasias cutâneas, podendo representar 65% do total de casos
É a doença maligna mais freqüente que pode
acometer os seres humanos ao longo de sua vida
Carcinoma espinocelular (CEC)
Manifesta-se nas células escamosas, que constituem a maior parte das camadas superiores da pele.
Pode se desenvolver em todas as partes do corpo, embora seja mais comum nas áreas expostas ao sol, como orelhas, rosto, couro cabeludo, pescoço etc.
A pele nessas regiões, normalmente, apresenta sinais de dano solar, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade.
O CEC é duas vezes mais frequente em homens do que em mulheres.
a exposição excessiva ao sol é a principal causa do CEC, mas não a única
Alguns casos da doença estão associados a feridas crônicas e cicatrizes na pele, uso de drogas antirrejeição de órgãos transplantados e exposição a certos agentes químicos ou à radiação
têm coloração avermelhada e se apresentam na forma de machucados ou feridas espessos e descamativos, que não cicatrizam e sangram ocasionalmente. Eles podem ter aparência similar à das verrugas.
Diagnóstico
Assimetria
Bordas
Cor
Dimensão
Evolução
melanoma
regra ABCDEs
Assimetria (lesões benignas geralmente
são simétricas)
Bordas irregulares (a maioria dos nevos tem bordas bem demarcadas)
; Cores variadas (as lesões benignas em geral têm
pigmento claro ou escuro uniforme)
Diâmetro> 6 mm (o tamanho
de uma borracha de lápis
; Evolução (qualquer alteração no tamanho,
forma, cor ou elevação ou novos sintomas como sangramento, coceira e espessamento)
O objetivo do diagnóstico diferencial é distinguir
as lesões pigmentadas benignas dos melanomas
biopsia
Qualquer lesão cutânea pigmentada que tenha sofrido alterações de tamanho ou forma ou com outras características sugestivas de melanoma maligno deve ser biopsiada
técnica recomendada é uma biópsia excisional,
porque facilita a avaliação patológica da lesão,
permite a medida exata de sua espessura se a lesão for melanoma,
terapêutica se a lesão for benigna
é aceitável uma biópsia incisional
A biópsia deverá ser analisada
por um patologista experiente em lesões pigmentada
os elementos mínimos do estudo deverão incluir a espessura de Breslow
mitoses
por milímetro quadrado para lesões < 1 mm
presença ou ausência de ulceração e estado da margem periférica e profunda
nao melanoma
exames para diagnosticar e determinar o estadiamento do câncer de pele basocelular e espinocelular
o médico analisará o histórico clínico e familiar do paciente, observando os sinais e sintomas e os fatores de risco da doença.
Durante o exame físico, o médico observará tamanho, forma, cor e textura e se há sangramento ou descamação das lesões.
palpação dos gânglios linfáticos.
O aumento de tamanho dos gânglios linfáticos pode sugerir que o câncer de pele basocelular ou espinocelular se disseminou para esse local.
dermatoscopia
para avaliar as manchas da pele com o auxílio do dermatoscópio
CLASSIFICAÇÃO/DEFINIÇÃO
melanoma
definição
malignidade agressiva dos melanócitos
células produtoras de pigmento
alto poder metastático
Lentigo maligno-melanoma
Superfícies expostas ao sol
Melanoma extensivo superficial
mais agressivo
Melanoma nodular
Qualquer local
Melanoma lentiginoso acral
Palmas das mãos, plantas dos pés, leito ungueal e mucosas
amelanocítico
ausencia de coloração
não melanoma
carcinomas espinocelulares
neoplasia maligna das células epidérmicas queratinizantes
clássico
verrucoso
Leucoplasia
definição
carcinoma de células escamosas
carcinomas basocelulares
definição
neoplasia maligna a de origem basocelular na epiderme
mais comum
menos agressivo
deriva das células da camada basal da epiderme
superficial
esclerodermiforme
mais invasivo
Nódulo-ulcerativo
nodular
Pigmentado
Plano-cicatricial
Metatípico ou carcinoma basoescamoso
Etiologia
melanoma
letalidade elevada
incidência baixa
representa 4% das neoplasias cutâneas
predominante em indivíduos de pele clara 98%
maior incidência em áreas equatoriais
sobretudo, África do Sul e Austrália
ocorre geralmente em adulto jovens
20 a 50 anos de idade
localiza-se predominantemente no tronco
em homens
em mulheres, pernas e quadril
riscos
associados a fatores geneticos
ambientais
individuais
exposição solar
um dos grandes Vilões
dado que auxilia no cuidado
IUV-índice ultravioleta
mede o nível de exposição solar na terra
quanto mais alto, maior os riscos de danos a pele
calculado com base em vários fatores
espessura da camada de ozônio
detectado com uso de stelites
cobertura de nuvens sobre a sua cidade
as nuvens bloqueiam a radiação em graus variavel
época do ano
no inverno a radiação e mais baixa do que no verão em razão ao ângulo do sol
altitude de sua cidade
mais alta, maior os riscos
historia pessoal de melanoma aumenta a chance de ter outro melanoma
em ate 9 vezes devendo o paciente ser mantido sobre vigilância
historia familiar tem risco 5 vezes
ainda que apenas 5 a 10 % dessas neoplasias sejam verdadeiramente familiares
não melanoma
causas do CBC e CEC são multifatoriais
exposição cumulativa a luz solar- UV-B
Fatores associados a maior incidência de câncer de pele
sexo masculino
idade avançada
ascendência célica
compleição clara e cabelos louros ou vermelhos
olhos azuis ou verde
tendência a se queimar pelo sol com facilidade e ocupação ao ar livre
incidência aumenta a medida em que a latitude diminui
exposição ao arsênico da agua ou de fontes industriais pode aumentar o risco
em indivíduos acometidos
pode ser observados com ou sem outros marcadores cutâneos de arsenismo crônico
ceratoses arsênicas
o risco de CEC aumenta com o tabagismo
o papilomavírus humano e a radiação ultravioleta podem atuar como carcinógenos
não é raro em pacientes com HIV
e pode ser mais agressivo
outros fatores incluem radiação ionizante
cicatrizes de queimaduras térmicas
ulceras crônicas
Prevenção
Melanoma
Proteção ao sol
Usar roupas protetoras, camisa de manga longa, calça comprida, boné ou chapéu com abas largas
Evitar exposição aos raios UV do meio-dia
Não utilizar câmaras de bronzeamento
Usar rotineiramente bloqueador solar de amplo espectro ultravioleta-A/ ultravioleta-B(UV-A/UV-B)
Protetor solar maior que 15
Educação e investigação
Conhecer as características clínicas do melanoma (ABCDEs): assimetria, bordas irregulares, cores variadas, diâmetro maior que 6mm e evolução, que inclui tamanho, forma, cor, sangramento, coceira, espessamento.
Observar qualquer crescimento ou outra alteração em uma lesão pigmentada
Autoexame com intervalo de 6 a 8 semanas
Pacientes com manchas atípicas e com história de malonoma indica-se exame completo do corpo/screening de câncer de pele
Teste genético em indivíduos com 3 ou mais melanomas primários e família com melanoma e/ou câncer pancreático
Proteger e atentar-se às áreas mais expostas como abaixo do pescoço
Utilizar óculos de sol, sombrinha ou guarda-sol
evitar realizar atividades laborais ou recreativas ao ar livre durante as horas mais quentes do dia, ou seja, entre 10 hs e 16 hs
protetor solar próprio para os lábios
Não melanoma
Evitar a exposição solar desde criança
Idem recomendações do melanoma
Quimioprofiláticos com retinoides sintéticos
Cessar tabagismo, pois este aumenta o risco de desenvolver a doença
Tratamento
Carcinoma basocelula (não-melanoma)
Os tratamentos usados para o CBC compreendem eletrocauterização e curetagem, excisão, criocirurgia, radioterapia (RT), terapia a laser, cirurgia micrográfica
de Mohs (CMM), 5-fluoruracila tópica, terapia fotodinâmica e imunomoduladores
A terapia escolhida dependerá das características do tumor, incluindo profundida e localização, idade do paciente, estado clínico e preferência do paciente
. A CMM, um tipo especializado de excisão cirúrgica que fornece o melhor método para remoção do tumor enquanto preserva o tecido não envolvido, está associada a taxas de cura > 98%
A RT pode curar pacientes não considerados
candidatos à cirurgia e pode ser usada como adjunto cirúrgico em tumores de alto risco
Os pacientes mais jovens podem não ser bons candidatos à RT, pelos riscos de carcinogênese a longo prazo e radiodermatite.
A PDT, que utiliza a ativação seletiva de um fármaco fotoativo pela luz visível, tem sido usada em pacientes com tumores numerosos
A excisão local ampla com margens-padrão em geral é escolhida para os subtipos de tumores invasivos e mal definidos e mais agressivos
Melanoma
TRATAMENTO DO MELANOMA CLINICAMENTE LOCALIZADO (ESTÁGIOS I, II)
Para um melanoma cutâneo recém-diagnosticado, é necessária ampla excisão cirúrgica da lesão com uma margem de pele normal
As seguintes margens são recomendadas para o melanoma primário: in situ, 0,5 cm; invasivo até 1 mm de espessura
Em todos os casos, no
entanto, a inclusão da gordura subcutânea na amostra cirúrgica facilita a mensuração adequada da espessura e a determinação das margens cirúrgicas pelo patologista.
A biópsia do linfonodo sentinela (BLNS) é uma ferramenta valiosa para analisar o estadiamento que substituiu a dissecção ganglionar regional eletiva para a avaliação do estado dos linfonodos regionais.
O (s) gânglio(s) de drenagem inicial (sentinela) do local
primário é(são) identificado(s) injetando-se um corante azul e um radioisótopo em torno do local primário.
Em seguida, o(s)
nodo(s) sentinela(s) é( são) identificado(s) pela inspeção da bacia ganglionar em busca do gânglio corado de azul e/ou do gânglio com alta captação do radioisótopo.
Os gânglios identificados são
removidos e submetidos a processamento histopatológico cuidadoso com cortes seriados corados com hematoxilina e eosina.
Os pacientes cuja
BLNS seja negativa são poupados de uma dissecção nodal completa e da morbidade consequente.
Eles poderão ser simplesmente acompanhados ou considerados para terapia adjuvante ou um ensaio clínico, como apropriado para a lesão primária.
O atual padrão de tratamento para todos os pacientes com uma BLNS positiva é a realização de uma linfadenectomia completa
TRATAMENTO DO MELANOMA REGIONALMENTE METASTÁTICO {ESTÁGIO IlI)
Metástases regionais podem ocorrer como uma
recorrência local na margem da cicatriz ou enxerto
metástases satélite, que são separadas da cicatriz, porém guardam uma distância de 2 a 5 cm
metástases em trânsito, que são
recorrências a> 5 cm da cicatriz; ou, como na maioria dos casos comuns
Uma opção para os pacientes com recorrências
regionais cutâneas extensas em uma extremidade é a perfusão ou infusão
EPIDEMIOLOGIA
Não Melanoma:
O câncer de pele não melanoma é o mais frequente no Brasil e corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país.
Entre os tumores de pele, é o mais frequente e de menor mortalidade
Mais comum em pessoas com mais de 40 anos, o câncer de pele é raro em crianças e negros, com exceção daqueles já portadores de doenças cutâneas
Porém, com a constante exposição de jovens aos raios solares, a média de idade dos pacientes vem diminuindo.
Os mais frequentes são o carcinoma basocelular (o mais comum e também o menos agressivo) Acomete mais homens que mulheres, na faixa etária a partir dos 40 anos
Melanoma:
Embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil e corresponda a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país, o melanoma representa apenas 3% das neoplasias malignas do órgão
É o tipo mais grave, devido à sua alta possibilidade de provocar metástase (disseminação do câncer para outros órgãos).
O câncer de pele melanoma tem origem nos melanócitos e é mais frequente em adultos brancos.
Nos indivíduos de pele negra, ele é mais comum nas áreas claras, como palmas das mãos e plantas dos pés.
Acomete principalmente os fototipos menores, adultos jovens (sendo o pico entre 30 e 40 anos) e de localidades equatoriais.
Fisiopatologia
Tumores cutâneos melanomas e não melanomas
Independente da região ou tipo celular acometido, toda neoplasia (maligna ou benigna) para se iniciar precisa de um agente agressor é um agente agredido. Mesmo em casos de pré disposição genética.
Formação de uma neoplasia
As neoplasias surgem a partir de mutações genéticas herdadas ou somáticas adquiridas que acomete principalmente:
Proto- oncogenes
Genes relacionados ao crescimento celular, que quando multados se tornam Oncogenes, que por sua vez está relacionado ao crescimento celular maligno.
Genes supressores de tumor
Retardam a divisão celular, ajuda na reparação de erros genéticos e conduz células a apoptose
Genes reparadores de DNA
Sintetizam enzimas que corrigem erros genômicos
Fases de desenvolvimento da neoplasia
Fase inicial
Fase de agressão por agentes Carcinógenos
Endógena
Alterações hormonais,
Exógena
Raios UV, UVB, químicos, infeções...
Produção de células estacionárias “iniciadas” com baixa frequência e com algumas mutações. Podem ser estimuladas por fatores de crescimento.
Fase de Promoção
Ação agressora carginogênica pode estar presente ou não.
Compreende a expansão colonial das células iniciadas. O acúmulo de mutações seguem prosseguindo e fatores endógenos e exógenos seguem sendo importantes
Progressão tumoral
Células agora marcadas por varias mutações (pré-neoplásicas) se tornam cada vez mais diferenciadas da “célula mãe”
1 more item...
Nessa fase, encontra-se células com diferentes diveis de diferenciação.
4 more items...
Tumores melanômicos
Acomete os melanócitos (células baixa produtoras de melanina)
Fatores de risco
Ambientais
Exposição intermitente intensa ao UV
Produtos químicos
Pré-disposição genética herdada
Mutação no gene p16/CDKN2A - é um gene localizado no cromossomo 9p21 e auxilia na regulação do ciclo celular
De 25% a 40% dos indivíduos que herdam esse gene mutado, pode desenvolver melanoma
Características fenotipicas
Pessoas de pele clara
Pessoas com pintas ou nevos displásicos
Mutações somáticas
Proteínas quinases ativadas por mitógenos
N-RAS
B-RAF
GRUPO 4
Rayssa
Cleuma
Lailla
Karlay
Letícia
Mirelly
Thayssa
johnny
Cada uma destas recorrências é tratada [cirurgicamente] quando possível, com a possibilidade de alcançar uma sobrevida prolongada livre de doença
Após cirurgia, pacientes com metástases regionais que são mantidos livres da doença podem se encontrar em alto risco para uma recorrência local ou distante.
A radioterapia adjuvante pode reduzir o risco de recorrência total após linfadenectomia
Pacientes com o
envolvimento de linfonodos múltiplos ou grandes (> 3-4 cm) ou disseminação extranodal ao exame microscópico devem ser considerados para a radioterapia
Tumores não melanômicos
Carcinoma Baso-Celular (CBC)
Acometem células basais da epiderme
É a neoplasia cutânea mais comum, é cerca de 65% de todos os tumores epiteliais.
Fatores de risco
Ambientais
Radiação UVB e talvez UVA
Exposição a produtos químicos (arsênio, agrotóxicos, soda cáustica).
Características fenotípicas
Raça branca/ pessoas albinas/ ruivas
Síndromes genéticas
Xeroderma pigmentoso
Síndrome do nevo basocelular
Mutações adquiridas
No gene PTCH1 (é um Gene Supressor de Tumores)
Nos genes codificadores da p53 (Gene Supressor Tumoral) que codifica uma fosfoproteína nuclear que desempenha um papel importante no controle do ciclo celular, no reparo do DNA e na indução da apoptose.
Genes codificadores da proteína 16
Proto-oncogene RAS
Activation of the Ras-induced Raf/MEK/MAP kinase may therefore play a key role in suppressing p53 during tumor development and treatment.
Carcinoma de Célula Escamosa (CCE)
Acometem células queratinócitos da epiderme
É o segundo tipo mais comum de câncer de pele depois do carcinoma basocelular,
Fatores de risco
Ambientais
Infecções crônicos
Em pessoas negras principalmente
Exposição ao sol e produtos químicos
Genéticos
Características fenotipicas
Acomete principalmente homens brancos com mais de 45 anos.