Quando o aluno chega com um problema em uma matéria por exemplo, a palestrante diz não focar apenas nessa problemática, mas olhar para o todo daquele sujeito. Como na escola sempre estão chegando novos alunos e novas turmas, o profissional tem que saber da história daquele jovem para poder compreender de fato a demanda que é repassada, saber desde quando ela ocorre, se existe em momentos distintos de ansiedade, etc.
Mas ela frisa, que esse olhar para a história do paciente não é tão aprofundado na escola quando seria em uma clínica, por conta do tempo, do excesso de demandas e do próprio objetivo do psicólogo escolar que não é fazer uma intervenção psicoterápica contínua e profunda como é na clínica,