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Massa abdominal pulsátil assintomática em um homem com 62 anos,Sua…
Massa abdominal pulsátil assintomática em um homem com 62 anos,Sua história clínica é significativa para hipertensão e angina estável,Ele fuma 40 maços de cigarro por ano. Suas medicações atuais incluem ácido acetilsalicílico, b-bloqueador e nitratos.
O aneurisma da aorta abdominal (AAA) é uma dilatação patológica e permanente da aorta, com diâmetro >1.5 vez o diâmetro anteroposterior (AP) esperado para o segmento, considerando o sexo e o tamanho do corpo do paciente
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A prevalência entre homens é de 4 a 6 vezes mais elevada que em mulheres, aumenta com a idade (>1% para mulheres com >70 anos de idade) e
com o tabagismo (>1% para mulheres que já fumaram; >2% para fumantes atuais)
Congênito: embora a degeneração medial ocorra naturalmente com a idade, ela é acelerada em
pacientes com válvulas aórticas bicúspides e síndrome de Marfan
Infecciosa: a infecção da parede aórtica (aneurisma micótico) é uma etiologia rara. Os patógenosmais comuns são Staphylococcus e Salmonella
Inflamatório: a etiologia dos AAAs inflamatóriospermanece controversa. Essa variante caracterizasepor um acúmulo anormal de citocinas e macrófagos.
Rastreamento:
Não é realizado no Brasil, mas em outros países e de acordo com o BMJ:
O rastreamento para aneurisma da aorta abdominal (AAA) com uma única ultrassonografia é recomendado em homens de 65 a 75 anos de idade que já fumaram
• Rastreamento seletivo (com base na avaliação dos fatores de risco, inclusive idade avançada e um parente de primeiro grau com aneurisma da aorta abdominal) para aneurisma da aorta abdominal em homens com idade entre 65 e 75 anos que nunca fumaram.
FATORES DE RISCO
Os principais fatores de risco incluem o tabagismo, história familiar, envelhecimento, sexo masculino
para prevalência e sexo feminino para ruptura e distúrbios congênitos/do tecido conjuntivo ( Síndrome de Marfan).
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DIAGNÓSTICO
Grande maioria é assintomático, é observado em exame físico ou de imagem realizados por outra razão.Caso do diâmetro seja menos que 50% considera-se uma ectasia.
USG é o método de escolha inicial para detecção do AAA.
ANGIO TC exame com mais riqueza de detalhes (diâmetro, trombo, calcificação, relação com outras artérias). Para melhor planejamento cirúrgico.
ANGIO RM é mais demorado, mas tem as mesmas funções que a angio TC.
ARTERIOGRAFIA não tem muita riqueza de detalhes, mais usado em pacientes instáveis.
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QUADRO CLÍNICO
Em casos de ruptura: Dor, hipotensão, massa pulsátil
Mas grande maioria é assintomático, quando não rompida
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Degradação proteolítica do tecido conjuntivo da parede da aorta,Inflamação e respostas imunes e • Estresse biomecânico sobre a parede: níveis de elastina e a relação colágeno/elastina diminuem
progressivamente no sentido distal da aorta
Histologicamente, há obliteração de colágeno e elastina nos meios e nas camadas média adventícia, perda de células musculares lisas com consequente afilamento gradual da parede medial, infiltração de linfócitos e macrófagos e neovascularização
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Tratamento medicamentoso no período de monitoramento do AAA: cessar o hábito de fumar, orientar tratamento para HAS, dislipidemia, diabetes...
Estatinas, betabloqueadores, AAS
AAA roto: Medidas de ressuscitação > manejo das vias aéreas, acesso EV, cateter arterial e urinário, ressuscitação hipotensa, disponibilidade de hemoderivados, notificar anestesistas, UTI e equipes operatórias; antibioticoterapia perioperatória
AAA sintomático não roto:reparo cirúrgico urgente, redução dos riscos cardiovasculares pré-operatórios, antibioticoterapia perioperatória.
EVAR: reparo endovascular do aneurisma > envolve a colocação endoluminal transfemoral de uma endoprótese coberta dentro da aorta, isolando a parede do aneurisma de pressões sistêmicas, evitando a ruptura e permitindo o encolhimento do saco.
A partir de 5,5 mm de diâmetro é indicação de cirurgia.
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O abdome pode ser apalpado em busca de uma massa abdominal pulsátil e sensibilidade abdominal.O exame físico deve incluir uma avaliação da presença de aneurisma das artérias periféricas (femoral e
poplítea)
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Grupo: Érica Parreão, Thays Alves, Bruno Augusto, Eduardo Cunha, Sara Domingues, Wynni Gabrielle, Rafaella Dias Galvão, Matheus Reis.