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MAIA, Doralice; SILVA, William; WHITACKER, Arthur. Centro e Centralidade…
MAIA, Doralice; SILVA, William; WHITACKER, Arthur. Centro e Centralidade em cidades médias - 2017
CENTRO DA CIDADE, CENTRALIDADE INTRAURBANA E CIDADES MÉDIAS
Centro
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Os centros tendem a ter especializações socioeconômicas, temáticas ou lúdicas. p. 150, 170
Mas pode ser várias coisas ao mesmo tempo. Manifestações sobrepostas de centralidades, com conteúdos econômicos, políticos, lúdicos e ideológicos ao mesmo tempo. p. 172
Não se define apenas por uma solidariedade funcional que lhe dá unidade, mas expressões de centralidades simultâneas e concorrenciais. p. 150
Pontos de valores simbólicos criados ao longo da história. Ocorre até uma sobreposição: o espaço simbólico com o espaço concreto. Mas cada vez mais o centro vem perdendo o seu caráter simbólico devido a crescente mercantilização do uso. p. 153
Johnson 1974. Três características: acessibilidade, verticalização, ausência de população residente. Algumas considerações precisam ser feitas! p. 163, 164, 165
Segundo Castells (1983) A questão urbana. O centro da cidade pode ser apreendido em três níveis: p. 168
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Nível ideológico: espaço simbólico, com carga ideológica travestida nos vários signos urbanos
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O centro é um recorte territorial. Se materializa em um espaço físico definido. Constitui a forma espacial do processo de concentração-desconcentração. p. 172, 186, 187
Não há centro sem centralidade, já que não se concebe uma forma espacial sem processo espacial (e vice-versa). p. 172
Centralidade
Expressa em vários pontos, não necessariamente em centros, subcentros ou na malha urbana. Pode inclusive ser expressa fora da cidade. p. 150
Entendida de forma relacional e em diferentes escalas. É dinâmica e definida no tecido urbano pelos fluxos p. 150, 170
A dispersão do centro acaba se associando a difusão da centralidade. Com coincidência territorial ou não. p. 167.
Processos espaciais de concentração/desconcentração são os fluxos que constituem as áreas centrais traduzidos na centralidade, mas não é a centralidade. A centralidade é expressão dinâmica de definição/redefinição das áreas centrais. p. 171, 186, 187
Produção do espaço
A produção do espaço leva a ressignificar novas funções a velhas formas. Processo de transformação da paisagem, que deixa nas suas formas aspectos da memória. Cristaliza diferentes tempos e usos históricos. p. 151
Escola de Chicago
Ajudou a compreender conceitos como área central, centralização, descentralização e segregação. A partir da Ecologia Urbana. Analogia entre os modelos naturais com o espaço urbano. p. 153, 154.
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Não são centros diferentes necessariamente, mas possibilidades de análise/qualificação de um mesmo centro! p. 192