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Escravização africana no Brasil, Quilombolas e Bandeirantes. - Coggle…
Escravização africana no Brasil
Tráfico
Começou entre os séculos XV e XVI.
Estima-se que 12 milhões e 500 mil pessoas tenham sido sequestradas da África.
O tráfico negreiro era muito lucrativo por isso prosperou.
Aconteceu com mais intensidade entre os séculos XVIII e XIX.
Eram escolhidos negros de comunidades diferentes para dificultar a comunicação.
Europeus incentivavam a guerra entre tribos africanas para que a vencedora vendesse ou trocasse os perdedores como escravos.
Os escravos eram transportados em navios negreiros. Muitos morriam nos navios pela falta de higiene do local e a falta de alimentos.
Apontamentos importantes
Lógica produtiva e étnica de escravização.
Principais escravizadores foram Portugal e Inglaterra.
Brasil foi o país que mais recebeu escravos.
Muitos infanticídios, suicídios e abortos para não serem escravizados.
A escravização indígena não deu certo porque os índios não tinham imunidade as doenças europeias e morriam muito fácil por causa disso; conheciam bem o território então podiam escapar com mais facilidade e também eram protegidos pela igreja católica.
Quilombos: espaços de difícil acesso em meio a mata que servia de refúgio para escravos fugitivos.
Principal quilombo foi o Quilombo dos Palmares, que chegou a refugiar 20.000 mil pessoas.
Bandeirantes: grupo de mercenários contratados para caçar escravos fugitivos.
Bandeirantes atacaram o Quilombo dos Palmares, ocasionando uma guerra que durou anos.
Zumbi, último chefe do quilombo, organizou a defesa contra o ataque dos Bandeirantes, mas acabou sendo morto nos confrontos. O dia da sua morte é conhecido como o dia da consciência negra (20 de novembro).
Quilombolas e Bandeirantes.