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Tecido Ósseo, Recomendações, Grupo: Gabryella Naves, Victor Dante, Álex de…
Tecido Ósseo
Formação Óssea
A formação óssea em um embrião em desenvolvimento começa no mesênquima e ocorre através de um de dois processos: ossificação endocondral ou ossificação intramembranosa.
A ossificação intramembranosa é caracterizada pela formação de tecido ósseo diretamente a partir do mesênquima. Os ossos chatos, como os ossos parietal e occipital, são formados usando esse processo. Pelo contrário, a ossificação endocondral, também chamada de ossificação intracartilaginosa, é dependente de um modelo de cartilagem.
Os ossos longos e curtos, como as falanges e o fêmur, surgem de um modelo de cartilagem formado pela ossificação endocondral. A distinção entre esses dois tipos de osteogênese não implica a existência de múltiplos tipos de tecido ósseo. Ambos os processos resultam no mesmo tecido ósseo; no entanto, eles se distinguem pela presença ou ausência de um modelo de cartilagem.
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Ossificação endocondral
Primeiro, forma-se um modelo de cartilagem do osso. As células mesenquimatosas condensam e diferenciam-se em condrócitos, formando o modelo de cartilagem hialina. A hipertrofia dos condrócitos e a matriz extracelular que os rodeia tornam-se calcificadas.
Os vasos sanguíneos invadem o centro do modelo de cartilagem e fazem com que o pericôndrio se diferencie em periósteo. Quando isso ocorre, as células condrogênicas convertem-se em células osteoprogenitoras.
As células osteoprogenitoras convertem-se, então, em osteoblastos.
A matriz óssea secretada pelos osteoblastos forma um colar perióstico. O colar perióstico impede que os nutrientes atinjam os condrócitos hipertrofiados, levando-os a degenerar.
Osteoclastos, células que destroem osso, chegam e formam buracos no colar perióstico, permitindo a passagem de botões osteogênicos. Os botões osteogênicos consistem em vasos sanguíneos, células osteoprogenitoras e células hemopoiéticas.
As células osteoprogenitoras trazidas para o osso em desenvolvimento através dos botões osteogênicos dividem-se, formando mais células osteoprogenitoras. Algumas dessas células se diferenciarão em osteoblastos que continuarão a formar matriz óssea na superfície da cartilagem calcificada.
À medida que a matriz óssea se calcifica, forma-se o complexo ósseo calcificado de cartilagem calcificada.
O colar perióstico continua a crescer em ambos os sentidos, em direção às epífises, e os osteoclastos reabsorvem o complexo ósseo calcificado de cartilagem calcificada para alargar a cavidade medular.
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Anatomia
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A pelve óssea possui grande resistência e é formada pelos ossos: osso do quadril que é formado pela fusão do ílio, ísquio, e púbis. e também pelo sacro e cóccix
Quadril
- a pelve é a parte mais inferior do tronco. Composta pela cintura pélvica e pelo períneo, ela sustenta os órgãos dos sistemas urinário e reprodutivo.
- o arcabouco ósseo da pelve, é chamado de cintura pélvica. É composto pelos dois ossos do quadril (anca) e pelo sacro. Os ossos pélvicos são mantidos juntos pelas duas articulações principais da pelve: a sínfise púbica e a articulação sacroilíaca, que são reforçadas pelos músculos pélvicos.
- a cavidade pélvica se abre superiormente e é contínua com a cavidade abdominal através da abertura superior pélvica. Enquanto a abertura inferior pélvica é fechada pelo assoalho pélvico, composto pelo diafrágma pélvico. Existem duas partes da pelve (pelve maior - falsa e pelve menor - verdadeira). A pelve maior é encontrada superiormente à abertura superior pélvica e contém as partes inferiores dos órgãos abdominais.
- O músculo levantador do anus é o principal componente. Consiste em 3 partes: puborretal, pubococcígeo e iliococcígeo. A parte puborretal faz uma curva em "U" em torno da junção anorretal (alça puborretal), formando o hiato urogenital. Além do reto e da uretra e ambos os sexos, nas mulheres esse hiato também permite a passagem da vagina.
- A pelve menor está localizada entre a abertura superior pélvica e a abertura inferior pélvica, e inclui os órgãos urinários ditais, os órgãos reprodutores internos e o períneo.
- O assoalho pélvico é formado pelo diafragma pélvico, que possui um formato de funil. O diafragma pélvico é composto por um par de músculo e suas fáscias; o músculo levantador do anus e o músculo coccígeo. A função do diafragma pélvico é de sustentar os órgãos pélvicos e prevenir o seu prolongamento.
Músculo
é formado pelo diafragma pélvico, que possui um formato de funil. O diafragma pélvico é composto por um par de músculos e suas fáscias; o músculo levantador do ânus e o músculo coccígeo. A função do diafragma pélvico é sustentar os órgãos pélvicos e prevenir o seu prolapso.
A parte puborretal faz uma curva em “U” em torno da junção anorretal (alça puborretal), formando o hiato urogenital. Além do reto e da uretra em ambos os sexos, nas mulheres esse hiato também permite a passagem da vagina.
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Grupo: Gabryella Naves, Victor Dante, Álex de Mattos, Acsa Abi, Gustavo Lucietti, Halana Frota e Alexander.