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MICOBACTÉRIAS, REFERÊNCIAS - Coggle Diagram
MICOBACTÉRIAS
CARACTERÍSTICAS
Não capsulados
Latência
Não esporulados
BAAR
Bacilos Álcool-Ácido Resistentes
Imóveis
Não formam flagelo
BK
Bacilos de Koch
Aeróbios estritos
Parece celular
Alto teor lipídico
Álcool-Ácido resistência
Lenta entrada de nutriente
60% de ácidos micólicos
R dessecação e dificuldade de passagem do antimicrobiano
Possuem peptideoglicano com ácido N-glicorilmurâmico em vez de ácido N-acetilmurâmico
Bácilos pleomórficos
Retos ou curvados, cocobacilos, filamentosos ou formas ramificadas
Podem infectar e proliferar no interior de macrófagos
Espécies relevantes
Patogênicas
M. microti
M.africanum
M. bovis
M. tuberculosis
M. pinnipedii
M.caprae
M. leprae
Potencialmente patogênicas
M. chelonae
M. fortuitum
M. avium
M. intracellulare
M. abscessus
M. kansasii
DIAGNÓSTICO
TUBERCULOSE
Amostra
Escarro fresco, lavado gástrico, urina, líquido pleural, líquido cerebrospinal, líquido articular, material de biópsia, sangue, entre outros
Imunobiológicos
Teste cutâneo da tuberculina
POSITIVO - área endurecida de pelo menos 5mm de diâmetro após 48h
Injeção intradérmica de 0,1mL de tuberculina na face anterior do braço
Ensaios de liberação de interferon gamma
Baseado na resposta imunológica do paciente aos antígenos específicos de
M.tuberculosis
Não pode ser utilizado em pacientes imunocomprometidos e crianças menores que 5 anos
Laboratoriais
Testes de ácidos nucleicos
PCR
Detecção rápida, direta e de custo alto
Tipagem molecular por perfil de DNA fingerprinting, baseado no polimorfismo dos fragmentos de restrição (RFLP)
Sequenciamento
Sondas
Cultura
Isolar bacilos BAAR em meios de cultura específicos
Métodos
Método de N-acetil-L-cisteína-hidroxido de sódio (NALC-NaOH)
Método de Ogawa-Kudoh
Método de ácido oxálico
Método de Petroff modificado
Microscopia
Baciloscopia para verificar a presença de BAAR em um esfregaço da amostra
DIRETO - amostra sem tratamento prévio
MNT
Crescimento em meio com PIB (ácido p-nitrobenzoico)
Testes fenotípicos
Produção de pigmentos
Positivo ou negativo
Testes moleculares
PCR
Sequenciamento de DNA
Tempo de crescimento
Rápido ou lento
Testes cromatográficos
HPLC
CGL
TLC
TRATAMENTO
TUBERCULOSE
Esquema básico em adultos e adolescentes
Após os 2 meses
Rifampicina
Isoniazida
Complementar
Duração de 4 meses após 1ª fase
2 meses
RHZE
Isoniazida
Pirazinamina
Rifampicina
Etambutol
Esquema para TB resistente
TB multirresistente
Resistência rifampicina e isoniazida
Resistência extensiva
Resistência a rifampicina, isoniazida, fluoroquinolona e aos medicamentos injetáveis de segunda linha
Objetivo
Prevenir a emergência de bacilos resistentes
Atividade esterilizante
Atividade bactericida precoce
Situações especiais
Nefropatias
Levar em consideração o clearence de creatinina
Gestantes
Pode ser usado o esquema normal
Acrescentar Piridoxina
Infecção pelo HIV
2 RFB + HZE - 2 meses
Isoniazida
Rifabutina
Pirazinamina
Etambutol
4 RFB + H - 4 meses
Rifabutina
Isoniazida
Hepatopatias
Pode ser usado o esquema normal
Levar em consideração o peso do paciente
Interromper caso ocorra elevação de enzimas hepáticas em 5 vezes o valor de referência
MNT
Fáceis de tratar
Rifampicina
450 a 600 mg/dia
Etambutol
25 mg/dia
Isoniazida
300 mg/dia
Difíceis de tratar
Macrolídeos
Claritromicina
500 a 1000 mg/dia
Azitromicina
250 a 300 mg/dia
Duração
18 a 24 meses
TRANSMISSÃO
Direta
Via aérea
Tosse
Fala
Espirro
Indireta
Contato oral com os bacilos
REFERÊNCIAS
DALMOLIN. Tanise. Micobactérias. Basília: 59 slides, color.
ARAUJO, Diitor Vladimir; MARIA, Opromolla Ida; BAPTISTA, Foschiani Dias. Micobactérias. Disponível em:
http://hansen.bvs.ilsl.br/textoc/livros/OPROMOLLA_DILTOR_nocoes/PDF/micro.pdf
. Acesso em: 22 out. 2020.
ANTUNES, Ana et al. Micobacterioses Não-Tuberculosas: Das manifestações Clínicas ao Tratamento. Arquivo de Medicina, v. 26, n. 1, p. 25-30, 2012.
GEO. F. BROOKS et al. Microbiologia médica de Jawetz, Melnick e Adelbert; 26 ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. Capítulo 23.
TRABULSI, Luiz Rachid; ALTERTHUM, Flávio. Microbiologia. 6 ed. São Paulo: Atendeu, 2015. Capítulo 56.
MURRAY, Patrick R. et al. Microbiologia Médica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2014. Capítulo 25.
Manual Nacional de vigilância laboratorial da tuberculose e outra micobactérias. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. Brasília: Ministério da Saúde, 2008.