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Imperialismo séc. XIX/ Neocolonialismo - Coggle Diagram
Imperialismo séc. XIX/ Neocolonialismo
Foi uma expansão europeia em direção a África, Ásia e Oceania
Segunda Revolução Industrial levou ao neocolonialismo
Necessidades capitalistas
Mercados consumidores
Matérias-primas e fontes de energia
Mão de obra barata
Deslocar o excedente populacional marginalizado
Ocupação de territórios estratégicos (comercial marítimo)
Áreas para investimento de capitais
Diferença em colonialismo e neocolonialismo
Motivações econômicas do colonialismo:
Metais preciosos, extrativismo e produção agrícola
América
Discurso: levar a fé cristã aos povos da América
Imagem estereotipada da África e africanos: selvagem, sem cultura, habitantes primitivos, sem história
Reforçadas por produções cinematográficas
Unilinearidade evolutiva
: sociedades humanas apresentavam diferentes níveis de evolução
Selvageria
Barbárie
Civilização
Supremacia da raça branca
: Europa berço da civilização e o branco seria superior
Raça: criado no século XIX
Gobineau - miscigenação era responsável por uma inferioridade étnica
Eugenia
: procedimentos para o aprimoramento e fortalecimento da raça
Cruzamentos selecionados
Teoria do delinquentes nato
(Cesare Lombroso): seria possível através da analise do fenótipo identificar pessoas com tendência a criminalidade
Fardo do homem branco
(Kipling): o branco tinha a responsabilidade de deixar o conforto de seu lar para levar aos povos "atrasados" de outros continentes o progresso, desenvolvimento e civilização
Missão civilizadora:
levar valores da civilização
Darwinismo social
(Spencer): existem povos mais adaptados (superiores) e menos adaptados (inferiores)
Definiam a capacidade com individualismo e competição
Maquiava-se o interesse econômico em detrimento de uma missão civilizadora
Conferência de Berlim
(1884-1885) - divisão do continente africano
Não levou em consideração fronteira já existentes (físicas e culturais)
França e Inglaterra: mais beneficiados
Alemanha reivindicou uma nova divisão
França e Inglaterra não aceitavam
Levou mais tarde a I Guerra
Potencializou conflitos dentro da África
Leopoldo II (Rei da Bélgica): dono do Congo
Empresário inglês - Cecil Rhodes: dominação vertical do continente, queria construir uma ferrovia que ligava o norte ao sul
1867: Construído o canal de Suez: investimento franceses
Liga o Mar Mediterrâneo ao Mar Vermelho (Egito)
Encurta as distancias entre o centro comerciais europeus e mercados africanos e asiáticos
Era comandado por egípcios e franceses, mais tarde ingleses compram as partes da França e Egito
-1956: movimento pela nacionalização do canal, liderado pelo presidente egípcio Gamal Nasser. Assim, o canal para a ser controlado pelo Egito
Guerra dos Bôeres
Bôeres descendentes de holandeses
Bôeres encontraram ouro no sul da África
Presença inglesa na região desencadeia o conflito
Ingleses vencem
Índia: dominação indireta de ingleses (elites locais)
CIpaios: soldados mercenários indianos
Falencia de manufaturas, fome, desemprego se intensificaram com a chegada dos ingleses
Cipaios culpam os ingleses
Guerra dos cipaios (1857): ingleses vencem e a Índia passa a ser definitivamente área de dominação inglesa
China
: maior mercado por ter maior população
País mais disputado
Guerra do Ópio
(1839-1842):
Ópio: substância extraído da papoula
Ingleses cultivavam a papoula na Índia e obrigavam a compra do ópio na China
Autoridades proibem a venda do ópio na China (vício)
Ingleses ignoraram a decisão
Ocorre uma manifestação no porto: chineses entram nos navios ingleses e jogam o carregamento de ópio no mar
Ingleses pedem indenização que não foi paga desencadeando a guerra
Inglaterra vence a China
Tratado de Nanquim
(1842): acordo entre Inglaterra e China, China reconhece a derrota, abre mais portos aos ingleses, pagou uma indenização e entregou Hong Kong (por 155 anos)
Guerra dos Boxers
(1900)
Boxers: chineses nacionalistas radicais (ou punhos de aço)
Contra a presença de estrangeiros na China
Exército estrangeiro contra os boxers
Boxers perdem
Japão
: para escapar do neocolonialismo participa do processo de expansão
Era Meiji
(1868-1912):
Fim do Xogunato: xogum administrava e o imperador havia o poder simbólico
1868: destituição do xogum por famílias rivais
Centralização política do imperador
Perdeu características feudais: industrialização, modernização, construção de ferrovias, fortalecimento do exército e expansão
Invadiu a Coréia e Manchúria (nordeste da China)
Choques entre tradição e novos valores