Please enable JavaScript.
Coggle requires JavaScript to display documents.
Anatomia da medula, Fatores de risco, Ventrículos, ARCO REFLEXO, Epilepsia…
Anatomia da medula
-
Irrigação
-
-
A artéria aorta emite ramos, artérias segmentares, que participam da irrigação medular de forma periférica, mas também importantes,
A drenagem venosa acompanha o caminho arterial, sendo que as veias espinhais anterior e posterior drenam para as veias radiculares que desembocam na rede venosa epidural.
-
Fisiopatologia
A geração dos surtos de potenciais de ação envolve mecanismos sinápticos próprios de alguns neurônios
-
-
Alguns mecanismos sinápticos podem interferir com a liberação de neurotransmissores que duram vários milissegundos na fenda sinática.
A desregulação desses neurotransmissores e bloqueio da ação GABA permite a geração de surtos de potenciais de ação descontrolados
-
VIAS EFERENTES
As vias eferentes são uma corrente de neurônios na qual o impulso nervoso originado em um centro de associação do sistema nervoso central (SNC) é conduzido ao órgão efetuador
-
-
-
Não é uniforme, apresenta duas dilatações: intumescência cervical (segmentos C4 até T1) e intumescência lombar (segmentos de T11 até L1)
-
-
-
A superfície da medula apresenta sulcos longitudinais, que percorrem em toda a sua extensão: o sulco mediano posterior, fissura mediana anterior, sulco lateral anterior e o sulco lateral posterior
Na medula cervical existe ainda o sulco intermédio posterior que se situa entre o sulco mediano posterior e o sulco lateral posterior e que se continua em um septo intermédio posterior no interior do funículo posterior
Nos sulcos lateral anterior e lateral posterior fazem conexão, respectivamente as raízes ventrais e dorsais dos nervos espinhais.
-
A medula é envolvida por membranas fibrosas denominadas meninges, que são: Dura-máter, Aracnoide e Pi-máter
-
-
-
Após a medula há uma região repleta de líquido com raízes espinhais que é conhecida como cauda equina. Região da punção lombar para avaliação liquórica - cisterna lombar
Fatores de risco
-
-
-
-
infecção (meningite, encefalite, neurocisticercose, etc)
-
Ventrículos
Ventrículos encefálicos: Remanescentes da luz do tubo neural, revestidos pela células ependimárias
Células ependimárias: Células cúbicas ou colunares, dispostas em uma camada única que apresentam microvilosidades e cílios, que auxiliam na movimentação do líquido cerebroespinal
Definição geral de um ventrículo: área oca ou cavidade dentro de um órgão, geralmente preenchida por algum tipo de líquido.
-
Existem 4 Ventrículos:
- Laterais (1º e 2º): Maiores cavidades do sistema ventricular; formato de C; são localizados no telencéfalo; abrem-se através de um forame interventricular para o 3º ventrículo; seu assoalho possui o plexo coróide.
- 3º Ventrículo: Localizado no diencéfalo , cavidade em forma de fenda ; aqueduto do mesencéfalo une 3º e 4º ventrículos; plexo coróide forma o teto.
- 4º Ventrículo: ; piramidal; teto formado por plexo coróide; cavidade que se comunica com o espaço subaracnóideo por meio de uma abertura mediana e um par de aberturas laterais;
-
ARCO REFLEXO
REFLEXO
Reflexo é uma sequência de ações automática, rápida e involuntária, que ocorre em resposta a um determinado estímulo.
-
-
-
Epilepsia X convulsão
Epilepsia
desordem cerebral caracterizada por uma predisposição persistente a gerar crises epilépticas. E pelas consequências neurobiológicas, cognitivas, psicológicas e sociais dessa condição.
Para fechar critério de epilepsia são necessárias: 1- No mínimo duas crises não provocadas com intervalo > 24 horas entre elas; 2- Uma crise não provocada e alto risco de nova crise em 10 anos(> 60%)
Convulsão
termo antigo usado para denotar uma crise tônico-clônica generalizada. O termo também pode ser usado para indicar uma crise com atividade motora proeminente.
Sinais e sintomas
-
-
-
-
-
-
-
-
Sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Manifestações clínicas
-
-
4 fases
1- Deslocamento de um dos componentes normais do conteúdo intracraniano para compensar o volume acrescido
-
-
3-As ondas em platô já são mais frequentes e de maior amplitude, há comprometimento do tono vascular e paralisia do mecanismo vasopressórico
Aumento do volume sanguíneo encefálico acentuando a HIC. Os sinais e sintomas de HIC tornam-se exuberantes, ocorrendo alterações no nível de consciência, na PA, na frequência cardíaca e ritmo respiratório
-
4-PA cai, o ritmo respiratório e os batimentos cardíacos são irregulares, surge o coma, as pupilas tornam-se midriáticas e paralíticas e a morte ocorre por parada cardiorrespiratória
-
-