Please enable JavaScript.
Coggle requires JavaScript to display documents.
Paralisia Cerebral - Coggle Diagram
Paralisia Cerebral
Fisioterapia
-
-
-
-
-
-
Atuar pós operatório
Deformidades do quadril: flexão, adução, rotação interna
-
Tornozelo e pé: pé equino, pé valgo, pé varo,hallux valgo,
Mobilização passiva, A/AS, posicionamentos
-
-
grupo de desordens permanentes do desenvolvimento do movimento e da postura, causando limitação da atividade, atribuída a distúrbios não progressivos que ocorrem no encéfalo fetal ou infantil em
desenvolvimento
-
-
-
-
-
Prognóstico
Bom prognóstico para marcha com auxílio:Pacientes que adquirem o controle cervical entre 1 e 2 anos e equilíbrio de tronco sentado entre 2 e 3 anos de idade
Prognóstico reservado para marcha funcional: Controle cervical após os 2 anos e controle de tronco após os 3 anos.
Bom prognóstico para marcha sem auxílio: Pacientes que adquirem o controle cervical até 1 ano de idade e equilíbrio de tronco sentado até 2 anos de idade
Quadros discinéticos: permanecem longos períodos “estacionados” numa etapa e a seguir evoluem e com frequência tiram proveito funcional dos reflexos primitivos para realizar atividades, inclusive a marcha
Quadros atáxicos: O principal fator limitante para a aquisição da marcha, nestes casos, é o grau de comprometimento do equilíbrio. Pacientes que não apresentam reações de proteção quando submetidas a desestabilização na posição ortostática dificilmente chegarão a deambular.
Quadro clínico
PC atáxica: O achado clínico típico nestes casos é a incoordenação axial e/ou apendicular e o déficit de equilíbrio, que pode estar presente no repouso, mas que é mais evidente durante o movimento. O tônus geralmente é baixo.
PC discinética: o distúrbio motor se caracteriza pela presença de movimentos involuntários, ou seja, pela perda da “modulação” do movimento. São indivíduos em que o movimento ativo é parasitado por movimentos anormais proximais (coreia), distais (atetose)ou amplos e fixos, levando a posturas bizarras(distonia).
PC mista: observam-se alterações concomitantes dos sistemas piramidal, extra-piramidal e cerebelar, onde coexistem espasticidade, movimentação involuntária e ataxia em maior ou menor grau.
PC espástica: hipertonia muscular – espasticidade – devida a lesão do córtex e das vias córtico-espinhais, com todas as suas peculiaridades (hipertonia elástica relacionada à velocidade do movimento, predominante nos grupos musculares flexores e adutores dos membros), associada à fraqueza muscular ou paresia.
GMFCS
Forma hemiparética: Apenas um dimídio corporal encontra-se alterado, em consequência a lesão do hemisfério cerebral contra-lateral.
Forma diparética: comprometimento dos membros superiores é mais leve(ou ausente) do que o dos membros inferiores,promovendo um melhor prognóstico para o uso funcional dos primeiros e uma maior chance de aquisição de marcha.
-
Níveis
NÍVEL II: Deambula sem auxílio, mas com limitações na marcha comunitária
NÍVEL III: Criança deambula com apoio, com limitações na marcha comunitária.
NÍVEL I: Paciente deambula sem restrições,com limitações para atividades motoras mais complexas (correr, pular).
NÍVEL IV: A mobilidade é limitada, necessita de cadeira de rodas na comunidade.
-
-
Etiologia
-
pós natais: lesões encefálicas infantis adquiridas. As causas mais comuns são as meningites, as lesões traumáticas e tumorais
pré natais: mal-formações encefálicas e as infecções congênitas do grupo STORCHA (sífilis, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus,herpes e HIV).
Dados epidemiológicos
-
-
Prevalência de 1,5 a 2,5 indivíduos a cada 1000 nascidos vivos
-