Em termos objetivos, por meio de um protótipo podemos materializar ideias. Segundo d.school (2018), um protótipo pode ser uma parede de post-its, uma encenação (role-playing), um storyboard, um grupo de objetos existentes reconfigurados em suas funções e, naturalmente, um artefato. Inicialmente ele deve ser de rápida execução e permitir a visualização de uma ideia abstrata mesmo sendo de “baixa resolução”, ou seja, mesmo com pouca qualidade de apresentação e acabamento simples. Também permite explorar possibilidades da ideia por meio de interações com stakeholders e, com isso, ampliar a empatia aprofundando o entendimento do usuário.