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Suicídio Anômico - Coggle Diagram
Suicídio Anômico
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Os trabalhadores, com o fim da ilusão de melhorar de vida se sentem desmotivados a continuar tentando.
Enquanto seus patrões ficam, mais e mais ricos eles sofrem, sem melhores perspectivas.
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Em muitos casos uma certa anomia poderia alterar as taxas de suicídio em determinado país, porém isso não é algo objetivo.
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Quando as exposições universais têm êxito, são consideradas um acontecimento próspero na vida de uma sociedade, elas estimulam os negócios e aumentam o índice de riqueza.
O que demonstra ainda melhor que a adversidade economica não tem a influencia agravante que muitas vezes lhe é atribuida, é que ela produz antes o efeito contrário.
Na irlanda, onde o camponês leva uma vida tão dificil, as pessoas se suicidam muito pouco. A miseráravel Calábria não conta, por assim dizer, suicícios. Pode-se até mesmo dizer que a miséria protege.
Quando o preço de produtos de grande necessidade aumentam, acontece o mesmo com os suicídios porém não se constata que eles diminuam no caso contrário
Na Prússia em 1850 a cotação do trigo desce ao seu nível mais baixo, 6,91 por 50 quilos, porém no mesmo ano, os suicídios passam de 1.527 para 1736, um aumento de 13%
Entretanto, de 1873 a 1874, em Viena, após uma crise financeira, o número de suicídios praticamente dobrou, demonstrando que crises possuem alguns impactos, mas não em todas as vezes
Portanto, se as crises industriais ou financeiras aumentam os suicídios, não é porque empobrecem, já que crises de prosperidade produzem o mesmo resultado. É simplesmente porque são crises, ou seja, perturbações da ordem coletiva
Toda ruptura de equilibrio, mesmo que resulte em uma abastança maior e um aumento da vitalidade geral, compele à morte voluntária.
Sempre que graves reestruturaçoes se produzem no corpo social, quer se devam a um repentino movimento de crescimento, quer a um cataclismo inesperado, o homem se mata mais facilmente.
No entanto, não é impossivel que resultem em uma elevaçao considerável de número de suicídios.
Acontece quando a sociedade está desprovida de regras, desorganização social.
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Os números de suicídios e de divórcios variam paralelamente porque ambos dependem de um mesmo fator: a maior ou menor frequência de pessoas desequilibradas.
O paralelismo ocorreria não porque a instituição do divórcio tem, por si mesma, uma influência sobre o suicídio, mas porque essas duas ordens de fatos deveriam de uma mesma causa, que elas exprimem de modo diferente.
Os divorciados dos dois sexos se matam entre três ou quatro vezes a mais, do que pessoas casadas.
Entretanto os divorciados em relação aos viúvos se matam duas vezes menos, esse agravamento que pode ser reapresentado por um coeficiente compreendido entre 2,5 e 4, não depende absolutamente de sua mudança de situação.
Entre os povos em que o divórcio é frequente, essa constituição sui generis do casamento de que ele é solidário deve ser necessariamente muito generalizada, pois não é especial aos casais predestinados à uma dissolução.
Além dos suicídios há muitas tentativas de suicídio, e que a mortalidade não pode aumentar sem que ao mesmo tempo aumento a morbidade, deve haver muitos casais relativamente próximos do divórcio nos lugares em que há muito divórcios efetivos.
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