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Doença do Trato Urinário Inferior (DTUIF), Aluna: Isabella Silva Martins…
Doença do Trato Urinário Inferior (DTUIF)
Etiologia
Cistite idiopática*
Disgnóstico de exclusão
Tampões uretrais*
Urolitíase
Obstrução funcional
Geralmente iatrogênico
Estenose
Defeitos anatômicos
Neoplaisas
Animais mais velhos
Anatomia
Uretra vai diminuindo o diâmetro
Escolha da sonda
Eliminação da urina atravez do Músculo Detrusor + relaxamento da uretra
Ao mesmo tempo
A inervação é responsável pela micção
Importante saber devido aos traumas
Testar o esfincter anal para avaliar o pudendo
Pode indicar lesão em vértebra sacral
Histórico da maioria dos pacientes
Geralmente jovens (2 anos)
Castrados
SRD
Acesso a rua
Ração seca
Comprometimento da ingestão hidrica
Manejo inadequado de caixa de areia, hidrico
Estresse
Cistite idiopática
Histórico de obstrução recente
Avaliação Clínica imediata
Frequência cardiaca
Bradicardia indica hipercalemia
Resolver antes da anestesia
Palpação da bexiga
Vazia
Não obstrutivo
Afecção intestinal
Cistite não obstrutiva
Tratar a dor
Rompida
Laparotomia + Cistorrafia
Repleta
Obstrução
Total
Desobstrução
Parcial
Desobstrução
Avaliação do pênis
Lesão por lambedura, sondagem inadequada...
Fluxo urinário comprometido
Pode estar em escúria ou gotejamento por obstrução paradoxal
Pinçamento da cauda e esfincter anal
Avaliação neurológica
Sinais clínicos
Lambedura do pênis
Desidratação
Estrangúria
Disúria
Hematúria
Polaciúria
Poliúria
Vocalização
Ataxia
Agressividade
Avaliar também
Temperatura, Pressão (abaixo de 100, corrigir com prova de carga), frequência respiratória, estado mental, hidratação, coloração de mucosas, lactato e glicemia
Se o paciente estiver estável, a desobstrução pode esperar
Crise Urêmica
Após 48 horas de obstrução
Anorexia
Vômito
Prostração
Hipodermia
Hipotensão
Depressão mental
TPC aumentado
Bradicardia
< 140 bpm
Pulso fraco
Mucosas hipocoradas
Alterações Hídricas-eletrolíticas e ácido-básicas
Azotemia
Pós renal
Hiperlactatemia
Acidose metabólica
Hiperfosfatemia
Hiponatremia
Reabsorção tubular da água que não ta sendo eliminada - diluição
Hipercalemia
Hipocalemia ionizada
Mai comum
Hiperglicemia
Acidose respiratória
Hipoglicamia
Prova de carga
Se a pressão estiver abaixo de 100
Ringer com Lactato
Bollus de 10 - 20ml/kg/15 min
Pode fazer até 3 provas de carga a fim de deixar no minimo até 100
Após isso, fluidoterapia
Diminuição do potássio
Tratamento
Hipovolemia com prova de carga + fluidoterapia
Coleta de sangue
Hemograma, Ureia, Creatinina e Gasometria
Tratamento
Controle das alterações hídricas-eletrolíticas e ácido-básicas
Analgesia
Meperidina 3-5 mg/kg IM ou IV
Tramadol 2mg/kg IM
Antes de qualquer procedimento
Cistocentese
Em todos os pacientes
Restabelecimento da função renal
Evita ruptura de bexiga
Urina estéril para cultura
Não precisa de US para colher
Eventualmente pode romper a bexiga
Não utilizar AINES
Objetivo:
Correção das alterações sistêmicas
Reposição de fluido e eletrólito
Correção de acidose metabólica
pH abaixo de 7,15
Bicarbonato
Hipotermia
Colções, bolsas e fluidos mornos
Hipoxemia
Oxigenioterapia
Hipoglicemia
Glicose 0,5 a 1,0 g/kg IV (fluido)
Hipocalemia ionizada
Gluconato de Ca a 10% - o,5 a 1,5 ml/kg 10 min IV - ECG
Se persistir a Hipercalemia
Glicose (50%) 4,0 ml/unidade de insulina IV diluida
Insulina R: 0,5 U/kg IV
Restauração da patência uretral
Desobstrução - excreção urinária
Anestesia
Propofol 2mg/kg IV + Diazepam 0,25 a 0,25 mg/kg IV (relaxar a musculatura estriada da uretra)
Após estabilização
Estudo radiográfico
Massagem uretral distal
Luvas com o pênis paralelo a coluna
Compressão suave da bexiga
Desobstrução por propulsão hídrica
Delicadeza
Dissolver ou empurrar
Filtrar a primeira urina
Inicialmente
Cateter venoso 24 G sem mandril
Colocar a sonda no inicio da uretra e comprimir o pênis para que não tenha retorno e tracionar paralelo a coluna
Cuidados
Muito soro + lubrificante
Não forçar a sonda
Não usar mandril
Palpar a baxiga
Fazer tricotomia ampla + antissepsia rigorosa + luvas estéreis + isolamento da área ao redor
Menos recidivas
Flushing ou lavagem
Sonda flexivel --> 30 a 40 ml
Palpar e sacudir a bexiga e verificar o fluxo no final
Cateter de espera
Previne nova obstrução
Controla o fluxo urinário
Pré-dispõe a infecções
Conectar a um circuito fechado
Facilita estenose
Deixar o minimo possivel
24 horas
Medicação para relaxar
Indicações
Fluxo fino ou gotejante
Hematúria intensa
Disfunção do músculo detrusor
24-48 horas
Procedimentos cirúrgicos
Pós Desobstrução
Fluidoterapia agressiva 30 a 50 ml/kg/hr
Ringer com Lactado 24-48hrs
48 horas depois reposição de potássio
Betenovate no pênis e prepúcio
Complicações
Vesícula hipotônica
Espasmo uretral
Obstruções repetidas
Estenose uretral
Trauma e cicatrização da uretra
Amptação peniana
Aluna: Isabella Silva Martins de Godoi;
Professora Thuany Cotta;
Clínica Médica de Animais de Companhia II