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Quistos Ováricos ((1) Quistos Foliculares (Espécies (Bovinos (Factores…
Quistos Ováricos
(2) Quistos Luteínicos
Espécies
Bovinos
Apresentam:
Paredes mais grossas
Quase sempre únicos
Grande quantidade de tecido luteinizado
Sintomatologia
Progesterona
Anestro
Testosterona
Virilismo
Tentativa de montar outras fêmeas sem se deixar montar
Ronconha
Diagnóstico
Sinais clínicos
Palpação transrectal
Ecografia transrectal
Doseamento da Progesterona
Tratamento
PGF2alfa
Cadela
Prolongamento do intervalo interéstrico consequente a um prolongamento da fase lútea
Evidenciado por elevados níveis de progesterona
(1) Quistos Foliculares
Estrutura folicular anovulatória
Características
Dimensões superiores às dos folículos ovulatórios
Estrutura dinâmica
Pode persistir nos ovários por períodos superiores a 15 dias
Pode regredir espontaneamente
Pode ser substituído por outros quistos
Resultam da incompetência da granulosa em responder ao estímulo ovulatório
Mais frequentes em animais de pecuária do que em pequenos animais
Espécies
Equídeos
Por vezes ocorrem na época reprodutiva
Pode evoluir em duas situações clínicas distintas:
Manutenção da ciclicidade
Passam despercebidos
Não interferem com a fertilidade, a menos que promovam a obstrução da fossa da ovulação
Folículo anovulatório persistente
Diâmetro superior a 10/15 cm
Por mais de dois meses
Sintomatologia de estro prolongado/período interéstrico alterado
Queixa mais frequente é de infertilidade
Situação recorrente naquela época reprodutiva
Pode resolver-se espontaneamente na estação seguinte
Bovinos
Apresentam:
Paredes finas
Frequentemente múltiplos
Sem tecido luteínico na sua parede
Factores Predisponentes
Idade
Genética
Dieta - aumento da concentração de proteína
Estação do ano
Problemas sociais - aumento da densidade populacional
Factores associados ao desenvolvimento dos quistos
Hiperfunção adrenal
Infecções uterinas pós-parto
Doenças puerperais
Aumento da produção de leite
Alteração da ciclicidade habitual
Sintomatologia dominante
varia com a capacidade funcional dos quistos e a idade do processo
Ninfomania
Monta frequente de outras fêmeas
Deixa-se montar
Edema vulvar acentuado
Cio exuberante e prolongado
Intervalo interéstrico curto
Corrimento vulvar abundante
Anestro
Virilização
Disposição nervosa
Diminuição CC
Diminuição da produção de leite
Da própria e de animais vizinhos
Diagnóstico
Sinais clínicos
Ecografia transrectal
Palpação transrectal
Doseamento da Progesterona
Tratamento
Ruptura manual dos quistos
Riscos
Hemorragias
Aderências
Agonistas da GnRH + luteólise endógena (16-18 dias) ou PGF2alfa (7 dias depois)
hCG
GnRH
Progestagéneos (10-14 dias)
Suínos
Degenerescência quística dos ovários
10% das fêmeas refugadas por infertilidade
Simples ou múltiplos
Diâmetro grande/pequeno
Sintomatologia
Irregularidade do ciclo
Alterações nas estruturas genitais
Hiperplasia do endométrio
Cliteromegalia
Anestro
Ninfomania
Abate
Pequenos Animais
Sem comportamento éstrico alterado mas com modificação na duração da fase estrogénica
Cadela
Idade
Média de 8 anos (mínima 10 meses)
Pouco frequente
Único ou múltiplo (entre os 0,5 e 19 cm)
Estruturas foliculares apresentam OOC em atrésia
Patogénese deconhecida
Administração de estrogénios (abortivo)
Administração de tamoxifeno
Hiperestrogenismo
Patologias mamárias associadas
HQE
Neoplasias
Irregularidade na duração das fases de proestro/estro
Sinais clínicos de cio por períodos de 1,5 a 4 meses
Não aceitação do macho
Aplasia medular
Não existe predisposição racial
Animais de grande porte
Sinais de distúrbio endócrino
Alopécia simétrica bilateral
Tronco
Pescoço
Períneo
Lenhificação e hiperqueratose
Diagnóstico
Concentração de estrogénios
Nem sempre possível
Citologia
Ecografia
Tratamento
Ovariohisterectomia
Indução da ovulação
GnRH
hCG
Gata
Os mais comuns derivam de folículos maduros ou atrésicos
Sintomatologia
Assintomáticas
De estro prolongado
Secreção excessiva de estrogénios
História de infertilidade e/ou de estro com mais de 6 semanas de duração
Diagnóstico
Difícil
Exame de citologia vaginal e doseamentos endócrinos
Tratamento
Médico
Sucesso limitado
Indução da ovulação
GnRH
hCG
Cirúrgico
Ovariohisterectomia
(3) Quistos Não Foliculares
Na
cadela
provêm:
De túbulos mesonefrénicos
Dividem-se em:
Rete Ovarii
Múltiplos
De tamanho variado
Quando apresentam um maior comprimento podem comprimir o córtex ovárico
Surgem com maior frequência em animais mais velhos
Frequentemente unilaterais
Paraováricos
Em número variado
Na forma solitária podem atingir grandes dimensões
De dois tipos:
Ductos
Mullerianos
Localizam-se nas fímbrias
Ductos de
Wolfian
Localizam-se no mesovário, perto da extremidade tubular ovárica
Quistos móveis, de paredes finas na superfície cranial dos ovários que podem protruir a partir do óstio da bursa ovárica
Do epitélio de superfície
Podem envolver:
Adenoma Ovárico
Adenocarcinoma ovárico
Das estruturas do epitélio de sub-superfície (SES)
Raramente apresentam um comprimento maior do que 5 mm
Frequentemente bilaterais
Surgem com frequência em animais mais velhos e em fêmeas sujeitas a um tratamento anterior com progesterona
Na
égua
:
Quistos de inclusão germinal
Ana Carolina Matos, 60804