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TEMA1:Turismo Sustentável : (Princípios (Respeitar a legislação vigente,…
TEMA1:Turismo Sustentável :
Não altera caracteristicas de um local
controle de fluxo de visitantes
Capacidade de carga
.
4 esferas
A) Capacidade de carca física - numero máximo de unidades que uma área pode suportar - cinema, estádio de futebol, garagens.
B) Capacidade de Carga ecológica - numero de utilizadores que uma área pode suportar sem que ocorra um declínio irreversível de seus valores ecológicos.
C) Capacidade de Carga econômica - nível de utilização de um recurso necessário para dar compensação econômica
D) Capacidade de Carga social ou psicológica - percepção que o usuário de um tem em relação ao maior ou menor grau de congestionamento que o mesmo apresenta, em termos de utilização.
Métodos utilizados
LAC - Limite de mudança aceitável: o objetivo do gestor não deve ser evitar ou eliminar as alterações no ambiente natural causadas pela ação humana, mas sim mantê-las dentro de parâmetros aceitáveis. / não define os limites em termos de quantidade e tipo de uso da área, mas sim em termos de impactos gerados pelo uso.
CAPACIDADE DE CARGA DE VISITAÇÃO RECREATIVA EM ÁREAS PROTEGIDAS - garante um instrumento de controle mínimo para iniciar a implementação do sistema de monitoramento e controle de impacto de visitação.
VIM ou MANEJO DE IMPACTO DE VISITAÇÃO: estabelecimento dos mecanismos e procedimentos para fazer do manejo de visitação um processo dinâmico para diagnóstico de impactos, subsidiando a tomada de decisões.
MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS: instrumento que possibilita a identificação de problemas potenciais ou efetivos relacionados à visitação.
Nível máximo que uma área pode suportar sem que causem efeitos negativos sob seus recursos biológicos e que ao mesmo tempo possa oferecer uma experiencia de qualidade ao visitante.
VOUCHER ÚNICO/ digital
participação da comunidade local
guia local
Capacitação de mão de obra local
Geração de emprego e renda para a população
local
ENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NOS PROJETOS
DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE
Desenvolvimento sustentável
limitação crescimento populacional; recursos básicos; preservação da biodiversidade e ecossistema; energia renovável; atender necessidades básicas
Princípios
Respeitar a legislação vigente
Garantir os direitos das populações locais
promover mecanismos e ações de
responsabilidade social, ambiental e de equidade
Conservar o ambiente natural e sua biodiversidade
- adotar práticas de mínimo impacto sobre o ambiente natural,
monitorando e mitigando efetivamente os
impactos
Considerar o patrimônio cultural e valores locais
- implementado e gerenciado em
harmonia às tradições e valores culturais, colaborando
para seu desenvolvimento
Estimular o desenvolvimento social e econômico dos destinos turísticos
- contribuir para o fortalecimento das
economias locais, a qualificação das pessoas
Garantir a qualidade dos produtos, processos e atitudes
Estabelecer o planejamento e a gestão responsáveis
- Responsabilidade social, econômica e ambiental
Impactos do turismo em áreas naturais
Socio-culturais - resultados das relações durante a estadia do visitante
Tipos de turistas
Psicocentricos - buscam lugares familiares, não se adapta aos costumes locais
para-alocêntricos - procura destinos pouco visitados - instalações turisticas
Para-psicocêntricos - maior contato com a população local
cêntricos - diversão e entretenimento
Alocêntricos - destinos desconhecidos , mais aventureiros
Sob o meio ambiente
Fauna e flora - caça, perturbação, pisoteamento, poluição (água, ar, sonora), erosão
Impactos visuais/Recursos naturais
TEMA 2: Plano de manejo
Deve abranger: Área de unidade de conservação; zona de amortecimento e corredores ecológicos.
Zoneamento ambiental - constitui um instrumento de ordenamento territorial, usado como recurso para se atingir melhores resultados no manejo da Unidade, pois estabelece usos diferenciados para cada zona, segundo seus objetivos
Zona intangível - natureza permanece mais preservada possível, sem quais quer alterações humanas
Zona primitiva - pequena ou mínima intervenção humana, pesquisas científicas e educação ambiental
Zona de uso extensivo - pode apresentar algumas alterações humanas, obj.: manutenção do ambienta natural c mínimo impacto humano - fins educativos e recreativos
Zona de uso intensivo - áreas naturais ou alteradas pelo homem, oferece serviços obj.: recreação intensiva e educação ambiental em harmonia com o meio.
Zona histórico-cultural - proeger sítios históricos ou arqueológicos em harmonia c o meio
Zona de recuperação - deter degradação dos recursos e restaurar a área - uso público somente para fins educativos
Zona de uso especial - contém áreas necessárias à administração, manutenção e serviçis da UC - minimizar o impacto da implantação das estruturas ou os efeitos das obras no ambiente
Zona de uso conflitante - objetivos de conservação da área protegida. São áreas ocupadas por empreendimentos de utilidade pública
Zona de ocupação temporária - onde ocorrem concentrações de populações humanas residentes e as respectivas áreas de uso
Zona de superposição indígena
Zona de interferência experimental -
Zona de amortecimento - O entorno de uma unidade de conservação
TEMA 3: TRILHAS
As trilhas são o caminho
para que se possa desfrutar
das áreas naturais de
maneira organizada, segura
e consciente, possibilitando
a preservação do ambiente
natural. Quando planejadas
e manejadas
adequadamente, servem
de proteção ao usuário e
ao ambiente, além de
assegurar maior conforto e
segurança ao caminhante
Curta distância 2.500m - Carater recreativo e educativo - Interpretação do ambiente natural
Longa distância 5.000m - Carater recreativo, viagens de travessia (Serra dos órgãos)
CLASSIFICAÇÃO
Trilha guiada - guia, canal de comunicação entre ambiente e visitante.
Trilha autoguiada - recursos visuais orientam a caminhada com informações de direção e distância
Quanto a forma
Circular - voltar ao ponto de partida sem repetir o percurso
em 8 - aumenta a possibilidade do uso de espaços limitados
linear - conecta o caminho principal a algum destino. Ex: mirantes, cavernas, lagos etc
De atalho - inicio e fim em diferentes pontos
Quanto ao grau de dificuldade
Grau A - passeio sem desenvolver atividade física, não requer experiência
Garu B - requer atv física, é possível pernoitar na trilha
Grau C - Requer condicionamento físico - podem ser trilhas longas, acidentadas e/ou cansativas - envolve pernoite
Gau D - bom condicionamento físico, experiencia básica com montanhismo
Garu E - Expedição. intensa atividade física dirante muitos dias necessário experiência de montanhismo
Pensamento holístico
Inter-relação entre meio
ambiente físico e as
espécies da flora e fauna,
inclusive seres humanos.