Embora menos decisiva no plano internacional, a legitimidade ainda assim é fundamental para quem pretende fazer valer suas demandas políticas. A legitimidade universal, que consiste na perspectiva que servisse a todos os países, buscando estabelecer uma ordem internacional mais justa, regidos pela regra de igualdade dos Estados, sobretudo no marco das organizações multilaterais. A inferioridade de poder real seria, então, compensada por uma superioridade no plano da ética.
Os países em desenvolvimento o procurariam, então, como plataforma ideológica, desligar-se do sistema de rivalidades. Defendem, por exemplo, o desarmamento geral e completo; criticam a transferência das disputas universais para as questões regionais; propõem que haja um controle mais equilibrado na difusão das informações.
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