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PORTARIA 210 DE 10 DE NOV DE 1998 (INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS RELACIONADOS…
PORTARIA 210 DE 10 DE NOV DE 1998
DEFINIÇÕES
Revisar
INSPEÇÃO POST MORTEM
Sistema de identificação de aves com problemas
Linha de inspeção: pessoal treinado
juízo final MV
MV velocidade da nória (afecções, v equipamento e qualificação pessoal)
Permite-se outros pontos de inspeção (fora calha)
Precedido fase preparatória p facilitar visualização (estabelecimento)
Processamento somente após inspeção
3 etapas/linhas de inspeção (min 2s cd)
A interno (sacos, pulmão, rins, org. sexuais)
B vísceras (CFMBIOO) visual e palpação
C externo - faz remoção contusões, abcessos etc
Linhas de inspeção (calha evisceração)
mín 500 LUX
1 metro por inspetor
Dispositivo esterilização e lavagem instrumentos e mãos
Controle e registo de ocorrência
Tipo de estabelecimento x nº funcionários
Exame visual macroscópico individual
DESTINOS E CRITÉRIOS DE JULGAMENTO EM AVES
Lesão restrita: liberação; extensa/sistêmica: condenadas
Discondroplasia tibial
Aerossaculite
Miopatias
Síndrome ascítica
Salpingite
Hepatite
Ooforite
Enterite
Pericardite
Celulite
Dermatite
Dermatose
Coligranulomatose
Artrite
Evidências de processo inflamatório
Condenadas
Aspecto repugnante
Caquexia
Escaldagem excessiva
Septicemia
OUTROS específicos que (casos) podem ser tratados pelo calor
Abcessos
Tumores
Contaminação
Contusão/fratura
Sangria inadequada
Lei complementar
Evisceração retardada
Aproveitamento condicional a critério do SIF
Magreza
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS RELACIONADOS COM A TÉCNICA DE INSPEÇÃO
Transporte
sem promiscuidade. caminhão isotérmico não pode variar + de 2Cº
Graxaria
10 m da matança. operários da recepção de resíduos não podem circular demais áreas. mesmo estabelecimentos sem graxaria (<10.000 aves/dia) tem que ter área prevista p/ furura
Seção e expedição
cobertura mínima 3m, proibido acúmulo de produto
Outras instalações
embalagem primária e caixa de papelão estocadas isoladas e nunca direto no chão. sala do sif de acesso direto e independente
Instalações Frigoríficas
câmara de resfriamento 1 a 4 Cº+- 1, câmara e estocagem de aves congeladas -18Cº, carcaças congeladas -12Cº+2 . Nunca estivagem dentro de câmara.antecâmara 2m. estrado de madeira só com embalagem secundária
Seção de cortes de carcaça
carne 7Cº, ambiente 12Cº, embalagem secundária independente
Particularidades instalações e equipamentos
Evisceração:
corte da pele pescoço até toilet, largura calha 0,6m e nora-borda 0,3m, ponto de água 1 a cada 2 funcionário, 1m por inspetor, condenados cor vermelha, miúdos seção própria, pulmões fora da secção, ovários só pauterização
Pré resfriamento
Imersão
Ar
Aspersão
Escaldagem e depenagem
instalações comuns separadas das demais, forro dispensado, renovação contínua água (vol total 8h), depenagem obg mecanizada, ponto de inspeção se for tirado pé e cabeça
Gotejamento
após pré-resfriamento suspensa asa ou pescoço
Insensibilização e sangria
depois eletronarcose espera máx12s, sangria mín 3min, 2 ralos de drenagem, lavatórios por pedal, separada da recepção
Classificação e embalagem
Esteira aço inoxidável ou borracha sanitária cor clara. Miudos obg embalados e pés e cabeça separados
Recepção das aves
coberta, total ou parcialmente fechada
Considerações gerais instalações
Paredes, portas e janelas:
Portas visor vaivém 1,2m largura,
Janelas caixilhos metálicos, 2m piso, parapeito 45Cº, telas, cortinas de ar (externo, dif de temp)
Paredes impermeabilizados mín 2m
Teto:
laje ou estrutura metálica, não pintura locais manipulem produtos sem embalagem
Esgoto:
grade metálica, piletas e sifões, permite-se uso água pré-resfriadores condução de resíduos.
Iluminação e ventilação:
luz fria, protetor locais de manipulação, renovação 3 vol/h
Piso:
declive 1,5 a 3% sentido canaletas e anticâmara, cantos arredondados
Pé direito:
todas as dependências de abate 4m, locais climatizados, se permitirem, 3m
Considerações gerais equipamento
Equipamentos fixos
afastamento 30cm chão e 1,2m paredes (trilhagem 0,30cm paredes e colunas)
Calha evisceração
afastamento paredes de 2m onde se posicionam funcionários e IF e 1m lado oposto
Equipamentos e utensílios
Jamais: madeira e alvenaria
Recebem produtos comestíveis: material inoxidável aprovado pelo SIF. Outros: plásticos apropriados
Localização
Centro terreno, elevação 1m
Afastado preferentemente 5m vias públicas
Entradas laterais para circulação independente de veículos de aves vivas e produtos (se possível entradas independentes)
Equipamentos e instalações higiênico-sanitárias
alarme sonoro dosagem de cloro água abastecimento. WC separado dos armários. consumo médio água 30l/ave
HIGIENE DO AMBIENTE DA INSPEÇÃO ler
Higiene do equipamento
Higiene das operações
Higiene das instalações
Higiene do pessoal
Considerações gerais
Higienização (lavagem e desinfecção)
Controle de insetos e roedores
INSPEÇÃO ANTE MORTEM
Aves suspeitas que justifiquem abate separado/final (mediata)
Aves abate emergência Imediata (higiene)
Dados do Boletim Sanitário
Data suspensão ração com antb ou coccidiostáticos
Data e hora retirada alimento
Outros
Procedência (nome e end. granja, lote)
Assinatura MV
Tratamentos
Doenças
nº aves (inicial e final)
Zoonoses: sacrifício ao final da matança e disposições Defesa Animal
Na plataforma de recepção
Área isolada p/ necropsia (recipiente hermético de aço p aves)
aves necropsiadas cremadas e depois subprodutos NC
Não permitido abate no período de carência
Objetivo
Evitar repleção TGI (jejum de 8-6h)
Boletim sanitário (justifique abate separado)
Detectar doença
< velocidade de abate
Uso antibiótico (sequestro e exames)
Condições de transporte e lotação
MV exame visual e habilitação do lote
ESQUEMA DE TRABALHO DO SIF
Antes matança (ante mortem)
Escalação pessoal IF
Condições sala de matança
Sanidade aves
Esterilizadores e mangueira de vapor
Boletim Sanitário
Trabalhadores (uniforme, mãos, ferida purulenta)
Uniforme oficial IF
Durante matança
Limpeza Sala de Matança
Esterilizadores (85ºC)
Sangria
Contaminação (lavagem externa, corte cloaca e principalmente corte abdominal, uso e mangueira)
Atordoamento
Trabalho dos funcionários da IF
Lavagem mãos e desinfecção de facas na evisceração
Uso correto dos recipientes de PC
Comportamento higiênico operários
Pias
Manutenção limpeza IF
Lavagem externa na saída da calha evisceração
Sistema de pré resfriamento por imersão
Temperaturas água: não superior a 4Cº (água residual, entrada 16cº e saída 4Cº)
Renovação água: mínimo 1,5 l/kg de miúdos e 1,5 l/carcaça 1º estágio e 1,0 l/carcaça último estágio (2l 5kg)
Máximo 5ppm cloro
Temperatura carcaças saida: 7Cº (10Cº p congelar) e miúdos 4Cº
Higienização engradados e veículos
Métodos oficiais indice de absorção de água nos sistemas de PRI (1 teste/turno 4h)
Método de Controle Interno
8% - diferença de peso - mín 10 carcaças por teste, (A= DX100 D=Pf-Pi)
Método do Gotejamento (DRIP TEST)
6% - água resultante do descongelamento - mín 6 carcaças, ave 12Cº, banho 42Cº (%=M0-M1-M2x100 da ave congelada M0-M1-M3
Volume água resfriadores contínuos
Cloração água de abastecimento
Velocidade e volume da matança
Após matança
Lavagem geral (água quente sob pressão e detergente)
Pisos, paredes
Equipamentos
Trilhagem aérea
Área frigorífica
Armazenamento (registro e controle temp, condições, higiene)
Corte e desossa (temperatura ambiente (>12Cº), esterilizadores)
Expedição (condições veículo e temp produto)
Outros controles
Programa de combate a insetos e roedores
Programa de lavagem e desinfecção de depósitos de água de abastecimento
Relação dos produtos químicos utilizados e armazenados na indústria
Produtos e rótulos registrados
Resultado de análises laboratoriais oficiais
Registros de ocorrências diárias e registros das providências adotadas
Saúde dos funcionários
CONTROLES
VIII Movimento mensal de destinação das aves abatidas e passadas pela inspeção final
VII Controle da procedência das aves, veículo e a correlação com a inspeção post mortem