Em situações normais, a maior parte das éguas, dadas as
características imunológicas do útero, consegue controlar a
contaminação uterina em cerca de 96h [24h pós‐cobrição]. As fêmeas jovens são potencialmente resistentes à
endometrite e as fêmeas com mais idade, multíparas ou que apresentam
alteração da conformação anatómica do períneo esgotam
a capacidade de defesa doorgão, tornando‐se incapazes
de limpar os contaminantes bacterianos
do útero, ficam susceptíveis à endometrite