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DERMATOLOGIA (PROBLEMAS GRANULOMATOSOS (Pitiose (TRATAMENTO (Intervenção…
DERMATOLOGIA
PROBLEMAS GRANULOMATOSOS
Pitiose
Gênero Pythium, Pythium insidiosum destaca-se por ser patogênica para mamíferos, Enfermidade de tecido SC e eventualmente sistêmica, mais comum em equinos
Distribuição geográfica ampla, comum em países tropicais. Temperatura ideal para este M.O. varia de 30 a 40ºC ou em acumulos de água, banhado e lágoa. Principalmente encontrada em estação chuvosa
FISIOPATOLOGIA
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Possui atração por pelos, tecido animal, tecido vegetal, quimiotaxia atribuída a algumas substâncias presentes nesses tecidos
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SINAIS CLINICOS
formação de graves ulcerações granulomatosas e granulocíticas sobressalentes com bordas irregulares e em forma de cratera, fistulas
Tamanho: depende do local e tempo de evolução da infecção
12 a 15 cm até 50 cm Ø, Presença de trajetos fistulosos
Após a lesão
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Desencadeia uma resposta inflamatória do organismo (promover fagocitose – permitindo reparo do tecido afetado)
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DIAGNOSTICO
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Exame direto do tecido
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Exibe as hifas hialina, espessa, ligeiramente septadas e
ramificadas
Imunoistoquímica, ELISA ou PCR (diagnóstico precoce)
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TRATAMENTO
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Cetoconazol, Miconazol,Fluconazol,Itraconazol,Compostos iodênicos: iodeto de potássio e sódio à 10%
Anfotericina B (0,3 mg/kg em glicose 5%, IV, diariamente, até a dose total de 350 mg/kg, dias alternados) + sol. tópicas (50 mg anfotericina B + 10 ml DMSO + 10 ml água estéril)
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PROGNOSTICO
Reservado, Não existe um TTO eficaz para a doença
Recidivas são frequentes
Habronemose
A habronemose (cutânea) equina, também conhecida como
“esponja” ou “feridas de verão”
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No geral, é uma doença que não leva à morte, mas causa prejuízos estéticos e queda de rendimento do animal
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